{"id":2702,"date":"2026-05-13T13:49:06","date_gmt":"2026-05-13T18:19:06","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2702"},"modified":"2026-08-21T12:33:53","modified_gmt":"2026-08-21T17:03:53","slug":"gt-sensibilidades-corporais-ambientais-e-sonoras-na-manutencao-de-mundos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2702","title":{"rendered":"GT presencial 1 Sensibilidades corporais, ambientais e sonoras na Manuten\u00e7\u00e3o de Mundos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2702\" class=\"elementor elementor-2702\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5aa9bb9 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"5aa9bb9\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-151987a elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"151987a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Sensibilidades corporais, ambientais e sonoras na Manuten\u00e7\u00e3o de Mundos\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4cbfaa5 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4cbfaa5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5e42f79 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"5e42f79\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Deise Lucy Oliveira Montardo (Universidade Federal do Amazonas)<\/h4><h4>Dra. Lucrecia Raquel Greco\u00a0 (Instituto de Ciencias Antropol\u00f3gicas, Universidad de Buenos Aires\/CONICET, Argentina)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9d57116 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"9d57116\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6e42de1 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6e42de1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Fernanda Marcon (Universidade Federal da Fronteira Sul, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8fcc14e elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"8fcc14e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-367dcc5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"367dcc5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Neste GT condensamos discuss\u00f5es oriundas de pesquisas sens\u00edveis aos conhecimentos\/epistemologias corporais, ambientais, sonoras e art\u00edsticas como via de cria\u00e7\u00e3o de ref\u00fagios contracoloniais.<\/h4><h4>Propomos aprofundar di\u00e1logos entre pesquisadores de territ\u00f3rios distintos que est\u00e3o trabalhando com a inter-rela\u00e7\u00e3o entre corporalidades, m\u00fasica, dan\u00e7a, territ\u00f3rio e contracolonizacao. Em contextos onde a viol\u00eancia da coloniza\u00e7\u00e3o provocou e provoca um silenciamento, estigmatiza\u00e7\u00e3o e\/ou apropria\u00e7\u00e3o indevida de pr\u00e1ticas de dan\u00e7a e musicais, experi\u00eancias recentes, t\u00eam trazido a for\u00e7a da m\u00fasica e da dan\u00e7a como ativadores e reatualizadores da mem\u00f3ria, pot\u00eancia de luta, cria\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios. Interrogamos as formas em que sensibilidades corporais, ambientais sonoridades contribuem para construir conhecimento antropol\u00f3gico a partir de uma atitude micro\/cosmopol\u00edtica contracolonial.<\/h4><h4>Acreditamos que as explora\u00e7\u00f5es da corporeidade com t\u00e9cnicas som\u00e1ticas, animistas, m\u00fasica, pesquisa corpo\/territorio, etc.,\u00a0 contribuem para produzir conhecimento que reconhece plenamente as diversas formas de exist\u00eancia, desafiando assim os par\u00e2metros antropoc\u00eantricos, etnoc\u00eantricos e logoc\u00eantricos. Tamb\u00e9m contemplamos que os di\u00e1logos entre as humanidades e as artes performativas em geral t\u00eam o potencial de aumentar a comunicabilidade de certas propostas te\u00f3ricas. Buscando a coer\u00eancia entre o que \u00e9 proposto neste GT, convidamos os participantes a trazerem as pr\u00e1ticas corporais, musicais, perform\u00e1ticas,\u00a0 ou outras, para o centro de suas apresenta\u00e7\u00f5es.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a65f35c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a65f35c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Sess\u00e3o 1: Rituais, sensorialidades e povos indigenas<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c407ce1 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"c407ce1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia\/Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"O Dabucuri e a produ\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es sociais no Alto Rio Negro (Amazonas)\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b170a81 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"b170a81\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestre Pedro Paulo Fernandes da Costa (Licenciatura em Ciencias Sociales, Universidade Federal da Fronteira Sul, Paran\u00e1, Brasil), Aldison Pedrosa Lobo (Licenciatura em Educa\u00e7\u00e3o do Campo &#8211; LEdoC, com habilita\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Sociais e Humanas, Universidade Federal da Fronteira Sul), Dra. Fernanda Marcon (Universidade Federal da Fronteira Sul, Paran\u00e1, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> O presente trabalho analisa o Dabucuri como uma pr\u00e1tica social constitutiva da vida coletiva entre os povos ind\u00edgenas do Alto Rio Negro (Amazonas). O objetivo \u00e9 compreender como esse ritual produz e mant\u00e9m rela\u00e7\u00f5es sociais, territoriais e cosmol\u00f3gicas, articulando diferentes dimens\u00f5es da experi\u00eancia ind\u00edgena. Longe de se restringir \u00e0 circula\u00e7\u00e3o de alimentos e bens, o Dabucuri mobiliza deslocamentos entre comunidades, performances corporais, cantos, objetos rituais, conhecimentos ancestrais e formas de ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio que atualizam alian\u00e7as, fortalecem v\u00ednculos de reciprocidade e reafirmam pertencimentos coletivos. A pesquisa adota abordagem qualitativa, fundamentada em revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica e an\u00e1lise de estudos etnogr\u00e1ficos sobre os povos ind\u00edgenas do Alto Rio Negro. A an\u00e1lise privilegia a dimens\u00e3o emp\u00edrica do ritual, buscando compreender como suas pr\u00e1ticas organizam rela\u00e7\u00f5es entre pessoas, coletivos, territ\u00f3rios e outros seres que comp\u00f5em o universo cosmol\u00f3gico ind\u00edgena. Os resultados indicam que o Dabucuri constitui um processo cont\u00ednuo de produ\u00e7\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o da vida social, no qual corpo, territ\u00f3rio, materialidades, sonoridades e mem\u00f3ria participam da manuten\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es sociais e da transmiss\u00e3o de conhecimentos entre gera\u00e7\u00f5es. Conclui-se que o Dabucuri ultrapassa a ideia de uma cerim\u00f4nia de troca, configurando-se como uma pr\u00e1tica fundamental para a continuidade dos modos de vida e das formas pr\u00f3prias de exist\u00eancia e organiza\u00e7\u00e3o social dos povos ind\u00edgenas do Alto Rio Negro.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2f4a695 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"2f4a695\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia\/Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Cantos e dan\u00e7as, resist\u00eancia e for\u00e7a do povo t\u00fck\u00fcn\u00e3 (kanamari)\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b3107ca elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"b3107ca\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> doutorando Sebasti\u00e3o Solart Correa (PPGAS\/Universidade Federal do Amazonas-UFAM, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Sou ind\u00edgena do povo kanamari, doutorando em Antropologia Social e trago como pesquisador do meu povo o canto, dan\u00e7a e pintura nos momentos dos rituais cantados. O povo conhecido na literatura como kanamari, se auto denomina t\u00fck\u00fcn\u00e3 e este trabalho se realiza no Rio Japur\u00e1, na terra Mara\u00e3\/Urubaxi, na aldeia Nova Galileia, no munic\u00edpio de Mara\u00e3. O povo t\u00fck\u00fcn\u00e3 no decorrer de suas resist\u00eancias contra a coloniza\u00e7\u00e3o, expressa sua rica cultura e hist\u00f3ria atrav\u00e9s de suas praticas culturais, destacando especialmente o canto e a dan\u00e7a. Essas pr\u00e1ticas de express\u00f5es s\u00e3o mais do que simples m\u00fasica e dan\u00e7a; elas s\u00e3o fundamentais para as resist\u00eancias e fortalecimento da identidade cultural, transmitindo saberes, valores e tradi\u00e7\u00f5es passados de pai para filho. O canto Kanamari \u00e9 uma express\u00e3o de som que transmite a rela\u00e7\u00e3o cosmol\u00f3gica espiritual no conv\u00edvio com a natureza. As melodias, acompanhadas das letras, som das vozes, os passos e o som de cada pisada na terra, trazem os esp\u00edritos e \u00e0 vida hist\u00f3rias ancestrais, promovendo um forte senso de pertencimento e uni\u00e3o. J\u00e1 a dan\u00e7a Kanamari, por sua vez, \u00e9 liga\u00e7\u00e3o entre m\u00fasica e ancestralidade, incorporando movimentos que unem os animais, pessoas, terra e floresta. Roupas com trajes como camisa do olho do buriti, chap\u00e9u do olho do tucum\u00e3 e as saias do olho buriti, seguido das pinturas corporais, s\u00e3o adornos feitos de materiais naturais, os brincantes se movem em conex\u00e3o com os ritmos do canto, criando uma experi\u00eancia sonora que encanta e envolve todos os brincantes. Essas express\u00f5es art\u00edsticas n\u00e3o apenas celebram a cultura Kanamari, mas tamb\u00e9m desempenham um papel essencial no fortalecimento, pertencimento de suas pr\u00e1ticas, caracterizando uma forte identidade. Atrav\u00e9s do canto e da dan\u00e7a, o povo Kanamari continua a contar sua hist\u00f3ria e a afirmar sua identidade em um mundo de resist\u00eancia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a79733a elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a79733a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Sess\u00e3o 2 : Corpos territ\u00f3rios, n\u00e3o humanxs e paisagens<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-54bb664 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"54bb664\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia\/Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"O vento como personagem: paisagem sonora, escuta e presen\u00e7a de entidades n\u00e3o-humanas no podcast Mundar\u00e9u en Chile\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-39f6752 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"39f6752\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Daniela Tonelli Manica (Unicamp, Brasil), Dra. Andrea Chamorro (Universidad de Tarapac\u00e1, Chile)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Este trabalho reflete sobre a experi\u00eancia de produ\u00e7\u00e3o de Mundar\u00e9u en Chile, uma s\u00e9rie do podcast Mundar\u00e9u (Labjor\/Unicamp), realizada no Chile em 2026. A partir especialmente do epis\u00f3dio 4, Activando territorios en la precordillera andina, gravado na regi\u00e3o de Parinacota, no Chile, propomos uma reflex\u00e3o sobre o que acontece quando o vento imp\u00f5e sua presen\u00e7a na grava\u00e7\u00e3o sonora.<\/h4><h4>Na pr\u00e1tica convencional de grava\u00e7\u00e3o de podcasts, o vento \u00e9 tratado como ru\u00eddo a ser eliminado: um problema t\u00e9cnico, uma interfer\u00eancia na voz humana, que se quer capturar. No epis\u00f3dio que gravamos juntas em campo aberto, o vento esteve onipresente, tornando-se um personagem importante da grava\u00e7\u00e3o. Na roteiriza\u00e7\u00e3o posterior, procuramos incorpor\u00e1-lo e situar a\/o ouvinte acerca da paisagem gravada. Mais do que uma decis\u00e3o est\u00e9tica, manter essa presen\u00e7a na edi\u00e7\u00e3o final foi um gesto epistemol\u00f3gico: reconhecer que a conversa n\u00e3o ocorreu entre humanos num ambiente neutro, mas entre humanos e uma multiplicidade de entidades que participaram, interromperam, modularam e deram sentido ao que estava sendo produzido. Paralelamente ao vento, o sol tamb\u00e9m se fez fortemente presente. Mas, no registro em \u00e1udio, n\u00e3o capturamos sua presen\u00e7a.<\/h4><h4>A apresenta\u00e7\u00e3o articula essa experi\u00eancia de grava\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o com discuss\u00f5es sobre escuta, ag\u00eancia n\u00e3o-humana, e as pot\u00eancias e limites do formato podcast como dispositivo de comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Propomos que a incorpora\u00e7\u00e3o da paisagem sonora pode ser uma pr\u00e1tica contracolonial de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento que recusa a extra\u00e7\u00e3o da voz humana do mundo que a envolve e sustenta.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a1f232c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a1f232c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Sess\u00e3o 3 Cuidados  refugios, memorias y archivos<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2d5e8db elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"2d5e8db\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia\/Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Fazer-mundo desde o deslocamento: pr\u00e1ticas de escuta performativa com mulheres migrantes e refugiadas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-484078f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"484078f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Patr\u00edcia Natividade de Pinho Machado (UNESPAR, Curitiba, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>Nesta comunica\u00e7\u00e3o apresentamos reflex\u00f5es decorrentes da resid\u00eancia art\u00edstico-pedag\u00f3gica Um dia por vez: narrativas migrat\u00f3rias e seu fazer mundo, realizada em 2025 no Museu Paranaense (MuPA), em parceria com a C\u00e1ritas. Ao longo de duas semanas, desenvolvemos oficinas de dan\u00e7a, escrita e composi\u00e7\u00e3o coletiva com mulheres migrantes e refugiadas, investigando como pr\u00e1ticas corporais podem sustentar processos de fazer-mundo em contextos de deslocamento.<\/h4><h4>Partimos da desconfian\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s formas pelas quais arquivos institucionais classificam vidas migrantes por meio de categorias, documentos e \u00edndices de vulnerabilidade. Em di\u00e1logo com a fabula\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de Saidiya Hartman e o anarquivo de Erin Manning, aproximamo-nos de uma dramaturgia de coleta interessada em envolver, sustentar e carregar narrativas sem estabiliz\u00e1-las. As oficinas foram concebidas de modo a n\u00e3o organizar as experi\u00eancias das participantes como testemunhos individuais, privilegiando processos coletivos de composi\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>Nesse contexto, compreendemos a escuta performativa como uma pr\u00e1tica de aten\u00e7\u00e3o ao acontecimento, deslocando o foco das hist\u00f3rias individuais para os processos que emergem entre corpos, movimentos, espacialidades, sil\u00eancios, objetos, vozes e tempos compartilhados. A composi\u00e7\u00e3o coreogr\u00e1fica constitui, assim, um campo de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento capaz de ativar formas de conviv\u00eancia e microcomunidades tempor\u00e1rias.<\/h4><h4>Argumentamos que essas pr\u00e1ticas ativam modos de pertencimento fundados na relacionalidade, criando condi\u00e7\u00f5es para que mundos em deslocamento continuem a se fazer, sem depender de assimila\u00e7\u00e3o, transpar\u00eancia ou consenso. Em conson\u00e2ncia com a proposta do GT, a apresenta\u00e7\u00e3o incluir\u00e1 uma breve pr\u00e1tica de escuta performativa, compartilhando alguns dos procedimentos experimentados durante a resid\u00eancia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-90e3c60 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"90e3c60\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia\/Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Danzar es hacer memoria\u201d: Cuerpo, territorio y temporalidades en las danzas afrobahianas en la Ciudad aut\u00f3noma de Buenos Aires\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a84e980 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a84e980\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> rrari Guadalupe (Universidad de Buenos Aires, Argentina), Gimenez Nahir Ayelen (Universidad de Buenos Aires, Argentina)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Ante el actual contexto sociopol\u00edtico marcado por la persistencia y reciente intensificaci\u00f3n de herencias coloniales y narrativas hegem\u00f3nicas acerca de la identidad nacional argentina -las cuales hist\u00f3ricamente han invisibilizado la presencia e influencia de la afrodescendencia en el pa\u00eds-, este trabajo busca atender a las din\u00e1micas de resistencia cultural que emergen a trav\u00e9s de una pr\u00e1ctica de movimiento como lo es la danza, en este caso, espec\u00edficamente las denominadas \u201cdanzas afrobahianas\u201d en la Ciudad Aut\u00f3noma de Buenos Aires.<\/h4><h4>El objetivo es revelar c\u00f3mo la pr\u00e1ctica activa en los y las performers no s\u00f3lo un car\u00e1cter agencial, sino transformador de sus cotidianidades y con ello, sus subjetividades en relaci\u00f3n con el entramado social. En la transmisi\u00f3n de estos lenguajes corporales se producen re-interpretaciones (en este caso de la religi\u00f3n y cultura popular afro-brasilera) que a su vez funcionan como una estrategia pol\u00edtica, es decir, como forma de curaci\u00f3n del cuerpo social (Espinosa Arango, 2007), en donde el pasado, encarna nuevos sentidos en el presente, evidenciando la multiplicidad de dimensiones en las que operan estas danzas subjetiva y colectivamente. Entre lo individual y lo colectivo, lo ancestral y lo contempor\u00e1neo, sostenemos que estas danzas, habilitan un espacio donde el cuerpo y la memoria se entrelazan como formas de resistencia y reconfiguraci\u00f3n identitaria ante el escenario socio pol\u00edtico actual.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-589f115 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"589f115\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia\/Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Entre la cocina y la calle: reterritorializacio\u0301n del cuerpo-territorio, en venezolanos en la Ciudad de Me\u0301xico\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1e3b9a5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1e3b9a5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra.(c) Carmen Rosario Lambertinez Arrieta (Benem\u00e9rita Universidad Aut\u00f3noma de Puebla, M\u00e9xico)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> La presente propuesta analiza c\u00f3mo personas migrantes, particularmente de origen venezolano, construyen formas cotidianas de habitar, cuidar y sostener la vida en espacios urbanos de la Ciudad de M\u00e9xico. Desde la perspectiva del cuerpo-territorio, se comprende el cuerpo migrante como un espacio donde se inscriben memorias, trayectorias de movilidad y estrategias de cuidado que permiten enfrentar las condiciones materiales y afectivas de la vida urbana.<\/h4><h4>La investigaci\u00f3n se desarrolla en espacios de comercio ambulante donde poblaci\u00f3n migrante y mexicana comparten territorios laborales en los que emergen pr\u00e1cticas situadas de autocuidado y cuidado colectivo vinculadas con la alimentaci\u00f3n, el trabajo cotidiano y la construcci\u00f3n de redes de apoyo. Estos escenarios permiten observar c\u00f3mo la reproducci\u00f3n de la vida urbana se sostiene mediante intercambios cotidianos de saberes, afectos y experiencias en torno a la salud.<\/h4><h4>Como aporte metodol\u00f3gico, la ponencia propone reflexionar sobre el rap como estrategia de acceso relacional al campo etnogr\u00e1fico. M\u00e1s que constituir un objeto de estudio, el rap me ha funcionado como una pr\u00e1ctica compartida que favorece la construcci\u00f3n de confianza, el reconocimiento mutuo y el establecimiento de rapport con los compa\u00f1eros venezolanos. Esta experiencia se articula con una etnograf\u00eda sensorial que, siguiendo a Sarah Pink (2015), entiende el conocimiento como un proceso encarnado que emerge del habitar, sentir y participar en las experiencias cotidianas. Desde esta perspectiva, tanto la alimentaci\u00f3n como el rap se convierten en mediaciones que permiten acceder a las atm\u00f3sferas sensitivas del espacio urbano, configuradas por sonidos, olores, ritmos de trabajo, corporalidades, afectos e interacciones que posibilitan o limitan, la circulaci\u00f3n de pr\u00e1cticas de cuidado.<\/h4><h4>La ponencia sostiene que el cuidado constituye una dimensi\u00f3n pol\u00edtica del habitar la ciudad y que las metodolog\u00edas sensibles, participativas y corporizadas permiten comprender c\u00f3mo migrantes y poblaci\u00f3n local producen formas situadas de bienestar y sostenimiento de la vida. Con ello, busca contribuir a las discusiones antropol\u00f3gicas sobre movilidades, cuerpo-territorio y metodolog\u00edas etnogr\u00e1ficas que reconocen la implicaci\u00f3n corporal del investigador como parte del proceso de producci\u00f3n de conocimiento.<\/h4><h4>Leonardo Boff. El cuidado esencial: \u00c9tica de lo humano, compasi\u00f3n por la Tierra. Madrid: Trotta; 2002.<\/h4><h4>Lefebvre H. El derecho a la ciudad. Madrid: Capit\u00e1n Swing; 2017.<\/h4><h4>Michel de Certeau. La invenci\u00f3n de lo cotidiano. M\u00e9xico: Universidad Iberoamericana; 2000.<\/h4><h4>Sarah Pink. Doing Sensory Ethnography. London: Sage; 2015.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00abSensibilidades corporais, ambientais e sonoras na Manuten\u00e7\u00e3o de Mundos\u00bb Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra. Deise Lucy Oliveira Montardo (Universidade Federal do Amazonas) Dra. Lucrecia Raquel Greco\u00a0 (Instituto de Ciencias Antropol\u00f3gicas, Universidad de Buenos Aires\/CONICET, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dra. Fernanda Marcon (Universidade Federal da Fronteira Sul, Brasil) Resumen \/ Resumo Neste GT condensamos discuss\u00f5es oriundas<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2702\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2702","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-HA","jetpack-related-posts":[{"id":2690,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2690","url_meta":{"origin":2702,"position":0},"title":"Grupos de Trabajo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"El 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026 anuncia los Grupos de Trabajo (GTs) aprobados, en sus dos modalidades: presencial y virtual.Para inscribir su ponencia (individual o grupal), revise el Grupo de Trabajo m\u00e1s acorde a su tem\u00e1tica y, luego, lea las indicaciones y c\u00f3mo inscribirse AQU\u00cd.\/O 3\u00ba Congresso\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":1863,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=1863","url_meta":{"origin":2702,"position":1},"title":"Inscripci\u00f3n 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur","author":"petrizzo","date":"18\/01\/2026","format":false,"excerpt":"PR\u00d3RROGA PARA INSCRIPCI\u00d3N DE PONENCIAS EN 19 GTS (7 PRESENCIALES Y 12 VIRTUALES) \/ PRORROGA\u00c7\u00c3O DO PRAZO DE INSCRI\u00c7\u00c3O DE APRESENTA\u00c7\u00d5ES EM 19 EDI\u00c7\u00d5ES DO GTS (7 PRESENCIAIS E 12 VIRTUAIS) (CERRADO) Pr\u00f3rroga para inscripci\u00f3n de ponencias: desde el lunes 29\/06 hasta el domingo 05\/07\/2026, solo para aquellos GTs con\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2763,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763","url_meta":{"origin":2702,"position":2},"title":"GT virtual 3 Entre mundos mais-que-humanos","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Entre mundos mais-que-humanos: ontologia, ci\u00eancia e insurg\u00eancia na Am\u00e9rica Latina\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Irene Adyane Marciano da Silva (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)Dr. Felipe Soto Mart\u00ednez (Universidad de los Lagos, Chile) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Doutorando Tui Xavier Isnard (Universidade Estadual de Campinas, Brasil) Resumen \/ Resumo A chamada\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":3147,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3147","url_meta":{"origin":2702,"position":3},"title":"GT virtual 21 (\u00c1udio)Visuais, Oralidades e Performances","author":"Annel Mej\u00edas","date":"16\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"(\u00c1udio)Visuais, Oralidades e Performances: mem\u00f3rias, trajet\u00f3rias e resist\u00eancias no Sul Global\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Luz Mariana Blet (Universidade Federal de Santa Catarina\/UFSC, Brasil)Mestrando Romulo Beck (Instituto de Desarrollo Econ\u00f3mico y Social-IDES y Escuela Interdisciplinaria de Altos Estudios Sociales-EIDAES, Universidad Nacional de San Mart\u00edn\/UNSAM, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Mag.\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2804,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2804","url_meta":{"origin":2702,"position":4},"title":"GT virtual 7 Mem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Mem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno: tecnologias, aus\u00eancias e mundos em ru\u00ednas\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Mestrando Daniel Erc\u00edlio N\u00e9res (Universidade Feevale - Novo Hamburgo\/Brasil)Dra. Wanda Balb\u00e9 (Universidad de Buenos Aires, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Doutorando Daniel Gevehr Keller (Universidad Jorge Tadeo Lozzano|Universidade Feevale , Brasil) Resumen \/ Resumo O Grupo\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2971,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2971","url_meta":{"origin":2702,"position":5},"title":"GT A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria: pesquisar contracolonialmente e disciplinarmente no Brasil e na Col\u00f4mbia\" Coordinaci\u00f3n Dra. Carolina Tamayo Osorio (Universidade Estadual do Par\u00e1, Brasil)Dr. \u00d3scar Guillermo Charry (Universidad de Antioquia, Col\u00f4mbia) Moderaci\u00f3n Dra. Elizabeth Gomes Souza (Universidade Federal do Par\u00e1, Brasil) Resumen Este GT tem como prop\u00f3sito\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2702","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2702"}],"version-history":[{"count":68,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2702\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5804,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2702\/revisions\/5804"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2702"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}