{"id":2763,"date":"2026-05-13T21:31:15","date_gmt":"2026-05-14T02:01:15","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763"},"modified":"2026-08-13T17:44:55","modified_gmt":"2026-08-13T22:14:55","slug":"gt-entre-mundos-mais-que-humanos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763","title":{"rendered":"GT virtual 3 Entre mundos mais-que-humanos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2763\" class=\"elementor elementor-2763\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-67bb51a e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"67bb51a\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5ddb6bb elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"5ddb6bb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Entre mundos mais-que-humanos: ontologia, ci\u00eancia e insurg\u00eancia na Am\u00e9rica Latina\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d77c096 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"d77c096\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ff9e21b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ff9e21b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutoranda Irene Adyane Marciano da Silva (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4><h4>Dr. Felipe Soto Mart\u00ednez (Universidad de los Lagos, Chile)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b8f33e1 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b8f33e1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ebea17c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ebea17c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutorando Tui Xavier Isnard (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-29c7e41 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"29c7e41\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2f98b36 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2f98b36\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>A chamada virada ontol\u00f3gica na antropologia marca um deslocamento decisivo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s abordagens representacionistas, ao propor que diferentes coletivos n\u00e3o apenas interpretam o mundo de maneiras diversas, mas habitam mundos ontologicamente distintos. Nesse horizonte, as chamadas virada vegetal e animal emergem como desdobramentos cr\u00edticos que reposicionam esp\u00e9cies para al\u00e9m de sua condi\u00e7\u00e3o de objetos passivos, reconhecendo-as como agentes dotados de formas pr\u00f3prias de exist\u00eancia, sensibilidade e relacionalidade. Trata-se de um movimento que desafia o antropocentrismo e convoca a antropologia a reconsiderar categorias fundamentais como vida, pessoa e ag\u00eancia, ampliando-as para incluir exist\u00eancias mais-que-humanas. Esse campo de debates encontra resson\u00e2ncia direta com a antropologia da ci\u00eancia, sobretudo no que diz respeito \u00e0 cr\u00edtica da universalidade do conhecimento cient\u00edfico moderno. Ao evidenciar que a ci\u00eancia \u00e9 tamb\u00e9m uma pr\u00e1tica situada, atravessada por dispositivos t\u00e9cnicos, regimes de verdade e rela\u00e7\u00f5es de poder, a antropologia da ci\u00eancia abre espa\u00e7o para o reconhecimento de m\u00faltiplas formas de conhecimento. A virada ontol\u00f3gica intensifica essa cr\u00edtica ao colocar em evid\u00eancia ontologias nas quais esp\u00e9cies n\u00e3o s\u00e3o recursos, mas sujeitos de rela\u00e7\u00f5es complexas, frequentemente inscritas em cosmologias ind\u00edgenas, afro-diasp\u00f3ricas e camponesas. Nesses contextos, as plantas e animais aparecem como parentes, entidades espirituais, mediadoras entre mundos e participantes ativos na constitui\u00e7\u00e3o do social. Na Am\u00e9rica Latina, essas discuss\u00f5es adquirem uma densidade particular, uma vez que est\u00e3o intrinsecamente ligadas \u00e0 hist\u00f3ria da colonialidade, da expropria\u00e7\u00e3o territorial e da viol\u00eancia epistemol\u00f3gica. Os territ\u00f3rios n\u00e3o se apresentam apenas como campos emp\u00edricos, mas como espa\u00e7os de produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica fundamental, no qual saberes locais e pr\u00e1ticas de resist\u00eancia reconfiguram os termos do debate antropol\u00f3gico. A partir disso, buscamos neste GT etnografias que evidenciam modos de exist\u00eancia nos quais a separa\u00e7\u00e3o entre natureza e cultura se reelaboram, dando lugar a formas relacionais de habitar o mundo compreendendo-as tamb\u00e9m como um campo pol\u00edtico, implicado em lutas por territ\u00f3rio, autonomia e reconhecimento epistemol\u00f3gico. \u00c9 nesse ponto que a articula\u00e7\u00e3o com o feminismo se torna central. Um feminismo comprometido com a cr\u00edtica \u00e0s hierarquias ontol\u00f3gicas e epistemol\u00f3gicas oferece ferramentas fundamentais para pensar outras concep\u00e7\u00f5es de mundo, ao desafiar tanto o androcentrismo quanto o antropocentrismo que estruturam a modernidade ocidental. Inspirado por contribui\u00e7\u00f5es do feminismo negro, do ecofeminismo e das epistemologias decoloniaisl, este GT busca discutir como um campo de rela\u00e7\u00e3o que exige uma \u00e9tica do cuidado, da interdepend\u00eancia e da responsabilidade deslocar o foco da domina\u00e7\u00e3o para a coexist\u00eancia, reconhecendo a vulnerabilidade compartilhada entre diferentes formas de vida. Desse modo, busca-se investigar como a articula\u00e7\u00e3o entre virada ontol\u00f3gica, antropologia da ci\u00eancia e pensamento feminista pode contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de outras concep\u00e7\u00f5es de mundo mais-que-humanos, capazes de sustentar formas mais plurais, justas e habit\u00e1veis de exist\u00eancia. Ao valorizar saberes situados e pr\u00e1ticas relacionais, essa abordagem busca n\u00e3o apenas descrever mundos, mas participar da sua transforma\u00e7\u00e3o, afirmando a possibilidade de uma ecologia de conhecimentos fundada na diferen\u00e7a, na opacidade e na coexistencia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-abe651b elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"abe651b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"Manejo vegetal e hist\u00f3rias de vida: tempos entrela\u00e7ados nas margens do rio Xingu\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-838fde6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"838fde6\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Doutorando Dannyel S\u00e1 Pereira da Silva (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> \u00abA gente veio do Par\u00e1\u00bb, destacam os Yudja mais velhos que atualmente vivem ao norte do Territ\u00f3rio Ind\u00edgena do Xingu. Antigos habitantes das ilhas do baixo e m\u00e9dio rio Xingu, os Yudja tiveram seu territ\u00f3rio invadido pelos karai a partir do s\u00e9culo XVII. Ap\u00f3s conflitos com seringueiros e outros povos ind\u00edgenas, se dividiram em dois grupos. Um deles empreendeu uma longa migra\u00e7\u00e3o subindo o curso do rio Xingu \u00e0 remo at\u00e9 se estabelecer ao sul da Amaz\u00f4nia. Nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas, as monoculturas de capim, soja e milho que engendram mercadorias circuladas em escalas nacional e transcontinental dizimaram as florestas no Mato Grosso. Esse projeto de escalabilidade colocado em marcha pelo agroneg\u00f3cio global tem causado impactos como o aumento da temperatura regional, altera\u00e7\u00e3o no ciclo hidrol\u00f3gico e a incid\u00eancia de inc\u00eandios florestais nunca antes registrados. Nesse contexto de afronta cont\u00ednua aos seus mundos, apresentarei como o deslocamento articulado \u00e0s atividades de coleta de esp\u00e9cies vegetais est\u00e1 meticulosamente implicado nas a\u00e7\u00f5es que produzem o mundo Yudja. Derrubar \u00e1rvores de kad\u00efka para produ\u00e7\u00e3o de cauim conecta o gradiente floresta-ro\u00e7a-aldeia-casa. Cortar ramos de t\u0129t\u0129 e k\u1fd7\u2019\u00ef para fazer flautas mobiliza intensas negocia\u00e7\u00f5es entre humanos e os esp\u00edritos. Assim, pretendo investigar como percorrer o territ\u00f3rio est\u00e1 atrelado aos modos de se conhecer uma floresta cercada de latif\u00fandios e vista do rio. Em di\u00e1logo com a Ecologia, buscarei poss\u00edveis conex\u00f5es parciais entre esses conhecimentos distintos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-087db2f elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"087db2f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Cabruca, Clima e Resist\u00eancia: A Teia dos Povos e o Reflorestamento da Mata Atl\u00e2ntica na Bahia\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3eeeefc elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"3eeeefc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Doutoranda Nahikari Santano Urkidi (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> A Teia dos Povos \u00e9 uma articula\u00e7\u00e3o de movimentos sociais do campo, da floresta, das \u00e1gua2s e da cidade, formada por uma rede de alian\u00e7as entre povos ind\u00edgenas, quilombolas e assentados. Surgiu em 2012 no Assentamento Terra Vista, em Arataca (sul da Bahia), territ\u00f3rio reconhecido pela transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica iniciada h\u00e1 quase 20 anos, com destaque para o cultivo de cacau. O fruto \u00e9 processado em uma f\u00e1brica pr\u00f3pria no assentamento, onde \u00e9 transformado em chocolate fino. Em meio \u00e0 grave crise clim\u00e1tica, a Teia dos Povos da Bahia est\u00e1 envolvida na cria\u00e7\u00e3o de um projeto ambicioso: reflorestar 400 mil hectares de Mata Atl\u00e2ntica no litoral sul do estado. A iniciativa inclui recuperar 200 mil hectares de cacau cabruca e reflorestar outros 200 mil hectares com sistemas agroflorestais (SAFs). A Teia baseia-se em estudos \u2014 como o de Heming et al. (2022) \u2014 que demonstram como a cabruca reduz a vulnerabilidade da planta do cacau \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O projeto evidencia a capacidade do movimento de reconfigurar a paisagem da regi\u00e3o. Com base em uma pesquisa-a\u00e7\u00e3o \u2014 metodologia na qual a antrop\u00f3loga se insere no trabalho e nos objetivos do movimento \u2014, esta apresenta\u00e7\u00e3o busca analisar a constru\u00e7\u00e3o dessas alian\u00e7as e os di\u00e1logos que viabilizam o projeto. Al\u00e9m disso, explora os desafios, limita\u00e7\u00f5es e tens\u00f5es entre os diversos atores envolvidos: governo estadual, o mercado econ\u00f3mico mundial e a planta do cacau e seu fruto.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ee1fbee elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"ee1fbee\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 3. T\u00edtulo: \"Desobedi\u00eancias Epist\u00eamicas na Terra: inflex\u00f5es ontol\u00f3gicas e a composi\u00e7\u00e3o de mundos plurais em Tsing e de la Cadena\"\u200b<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-da162f5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"da162f5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestre Sandra Cilce de Aquino (Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP \/ Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal-MPF, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> O trabalho analisa as inflex\u00f5es epistemol\u00f3gicas, \u00e9ticas e pol\u00edticas que emergem da articula\u00e7\u00e3o entre a virada ontol\u00f3gica, a antropologia da ci\u00eancia e a cr\u00edtica p\u00f3s-colonial\/decolonial na Am\u00e9rica Latina. A partir do di\u00e1logo cruzado entre as obras \u00abViver nas ru\u00ednas: paisagens multiesp\u00e9cies no Antropoceno\u201d, de Anna Lowenhaupt Tsing, e \u201cSeres-terra: cosmopol\u00edticas em mundos andinos\u201d, de Marisol de la Cadena, busca-se investigar como as exist\u00eancias mais-que-humanas desafiam o projeto moderno-capitalista, o androcentrismo e o antropocentrismo. Atrav\u00e9s de conceitos como \u00abarte da inclus\u00e3o sem totaliza\u00e7\u00e3o\u00bb, \u00abn\u00e3o escalabilidade\u00bb e \u00abcontamina\u00e7\u00e3o\u00bb em Tsing, confrontados com as no\u00e7\u00f5es de \u00abseres-terra\u00bb, \u00abtradu\u00e7\u00e3o incompleta\u00bb e \u00abco-labora\u00e7\u00e3o ontol\u00f3gica\u00bb em Cadena, o artigo prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre as disputas territoriais e de realidade (conflitos ontol\u00f3gicos) enfrentadas pelas Antropologias do Sul. Argumenta-se que habitar a incerteza e acolher a opacidade te\u00f3rica e etnogr\u00e1fica constituem gestos radicais de uma \u00e9tica do cuidado e da interdepend\u00eancia, fundamentais para a composi\u00e7\u00e3o de mundos plurais e politicamente insurgentes em tempos de colapso ecol\u00f3gico e social.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4917c81 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4917c81\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 4. T\u00edtulo: \"A\u00e7\u00e3o de extens\u00e3o. Desdomar desmontando o patriarcado a cavalo\"\u200b<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-04d88dc elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"04d88dc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Mar\u00edlia Flo\u00f4r Kosby (Universidade Federal do Pampa, Brasil), Dra.(c) Liamara Denise Ubessi (UFPel, Brasil), Caroline Soares (UFPel, Brasil), Cristiana Costa de Souza (Universidade Federal do Pampa, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> A a\u00e7\u00e3o de extens\u00e3o Desdomar desmontando o patriarcado a cavalo comp\u00f5e o projeto de extens\u00e3o Desdomar: po\u00e9ticas de liberdade com a manada equina da Unipampa. A iniciativa \u00e9 uma parceria entre a Universidade Federal do Pampa &#8211; Campus Uruguaiana e a 2\u00aa Vara Criminal de Uruguaiana, consistindo em atividade reflexiva e educativa voltada a homens em cumprimento de medida judicial decorrente de viol\u00eancia dom\u00e9stica, nos termos da Lei Maria da Penha. Depois dos altos \u00edndices de feminic\u00eddios de 2015, o ano de 2024 ficou marcado pelos alarmantes \u00edndices de 1.450 (Relat\u00f3rio Raseam\/Minist\u00e9rio das Mulheres) a 1.492 (Anu\u00e1rio de Seguran\u00e7a P\u00fablica) casos no Brasil. Desde ent\u00e3o, as estat\u00edsticas brasileiras desse crime s\u00f3 aumentaram. O Rio Grande do Sul \u00e9 o estado brasileiro com maior n\u00famero de feminic\u00eddios de mulheres com medida protetiva de urg\u00eancia, registrados em 2025. A a\u00e7\u00e3o tem base metodol\u00f3gica antropol\u00f3gica e fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rico-etnogr\u00e1fica, contando com equipe multiesp\u00e9cies interdisciplinar, composta por humanos\/as e equinos\/as. Emergentes do grave e urgente contexto de combate e preven\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher, al\u00e9m de situadas em uma sociedade com firmes bases agropastoris e patriarcais, as atividades vivenciadas na a\u00e7\u00e3o fomentam reflex\u00f5es sobre masculinidades, tradi\u00e7\u00e3o, autoridade, subjuga\u00e7\u00e3o, v\u00ednculo afetivo e express\u00e3o emocional, favorecendo a revis\u00e3o cr\u00edtica e \u00edntima de pr\u00e1ticas que historicamente sustentam modelos mis\u00f3ginos. Especificamente, com rela\u00e7\u00e3o aos excessos de uma masculinidade hegem\u00f4nica, observamos comportamentos de controle, manipula\u00e7\u00e3o e busca por obedi\u00eancia. Nesse sentido, o eixo central das a\u00e7\u00f5es realizadas junto com a manada equina da Unipampa \u00e9 um desacoplamento da montaria (desmontando, portanto) e das rela\u00e7\u00f5es de \u201cserventia\u201d ou domina\u00e7\u00e3o (desdomando, portanto), dando abertura para um conv\u00edvio em que os limites, inten\u00e7\u00f5es, desejos do\/a outro\/a e de si mesmo\/a est\u00e3o sendo constantemente aprendidos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-140bf4c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"140bf4c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 5. T\u00edtulo: \"Percep\u00e7\u00f5es Kalapalo sobre as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e seus efeitos sobre rela\u00e7\u00f5es interespec\u00edficas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6f8ede0 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6f8ede0\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Susi Leme de Moura (Universidade Estadual de Campinas-Unicamp, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Os Kalapalo, etnia pertencente a fam\u00edlia lingu\u00edstica karib, do Territ\u00f3rio Ind\u00edgena do Xingu &#8211; TIX, no estado do Mato Grosso &#8211; Brasil, possuem uma estreita rela\u00e7\u00e3o com o ambiente em que vivem. O presente trabalho prop\u00f5e apresentar a rela\u00e7\u00e3o dos Kalapalo com os elementos outros-que-humanos, ditos: \u201crecursos ambientais\u201d, com especial interesse pela forma com que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas podem estar interferindo nessas rela\u00e7\u00f5es. A pesquisa apresentada adota uma perspectiva multiespec\u00edfica, interessada em descrever os modos pelos quais humanos e outros-que-humanos produzem rela\u00e7\u00f5es em um contexto no qual o conjunto dos agentes \u00e9 impacto por mudan\u00e7as ambientais em curso. Concretamente, pretende-se: a) descrever as percep\u00e7\u00f5es dos Kalapalo sobre mudan\u00e7as no clima, em especial os desajustes percebidos em rela\u00e7\u00e3o a seus marcadores de tempo tradicionais; b) identificar e mapear elementos\/esp\u00e9cies de interesse dos Kalapalo, investigando sua relativa abund\u00e2ncia ou escassez e como ela \u00e9 associada \u00e0s mudan\u00e7as ambientais; e c) investigar os impactos pr\u00e1ticos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sobre suas rela\u00e7\u00f5es com outros seres, considerando as formas de mitiga\u00e7\u00e3o de impactos que os Kalapalo v\u00eam buscando. Trazendo para o primeiro plano percep\u00e7\u00f5es e manejos locais, associadas a um complexo conhecimento ecol\u00f3gico tradicional, essa pesquisa pretende contribuir com os debates acerca de povos ind\u00edgenas e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas atrav\u00e9s de uma perspectiva transdisciplinar conectando as \u00e1reas de estudos da Antropologia e da Biologia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-492df40 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"492df40\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 6. T\u00edtulo: \"Entre ro\u00e7ados e rios: uma etnografia do conhecimento ecol\u00f3gico tradicional de mulheres da Reserva Extrativista do Rio Iriri\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7f436cb elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7f436cb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Let\u00edcia de Godoy Torso (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> O estudo investiga o conhecimento ecol\u00f3gico tradicional de mulheres ribeirinhas residentes em comunidades da Reserva Extrativista do Rio Iriri, na regi\u00e3o da Terra do Meio (PA), buscando compreender como saberes, pr\u00e1ticas e formas de habitar o territ\u00f3rio s\u00e3o produzidos e transmitidos no contexto das atividades agr\u00edcolas, especialmente nos ro\u00e7ados.<\/h4><h4>Partindo de uma perspectiva antropol\u00f3gica interessada nas rela\u00e7\u00f5es entre humanos e ambiente, a pesquisa examina os modos pelos quais o conhecimento sobre plantas cultivadas, ciclos ecol\u00f3gicos, manejo da paisagem e processos de transforma\u00e7\u00e3o da floresta emerge da experi\u00eancia cotidiana das mulheres e de suas intera\u00e7\u00f5es com diferentes seres, ambientes e temporalidades. Os ro\u00e7ados s\u00e3o compreendidos n\u00e3o apenas como espa\u00e7os produtivos, mas como contextos privilegiados de aprendizagem, circula\u00e7\u00e3o de conhecimentos, constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos de parentesco, cuidado e reprodu\u00e7\u00e3o dos modos de vida locais.<\/h4><h4>A pesquisa adota metodologia etnogr\u00e1fica, combinando observa\u00e7\u00e3o participante, entrevistas abertas e acompanhamento das atividades cotidianas das interlocutoras. Ao privilegiar as perspectivas das mulheres, busca contribuir para os debates antropol\u00f3gicos sobre conhecimento ecol\u00f3gico tradicional, g\u00eanero, territorialidade, sociobiodiversidade e rela\u00e7\u00f5es multiesp\u00e9cies na Amaz\u00f4nia, evidenciando o papel central das pr\u00e1ticas femininas na constitui\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos sistemas socioecol\u00f3gicos amaz\u00f4nicos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00abEntre mundos mais-que-humanos: ontologia, ci\u00eancia e insurg\u00eancia na Am\u00e9rica Latina\u00bb Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Irene Adyane Marciano da Silva (Universidade Estadual de Campinas, Brasil) Dr. Felipe Soto Mart\u00ednez (Universidad de los Lagos, Chile) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Doutorando Tui Xavier Isnard (Universidade Estadual de Campinas, Brasil) Resumen \/ Resumo A chamada virada ontol\u00f3gica na antropologia<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2763","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-Iz","jetpack-related-posts":[{"id":3316,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3316","url_meta":{"origin":2763,"position":0},"title":"GT presencial 8 Est\u00e9ticas do Fim do Mundo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"16\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Est\u00e9ticas do Fim do Mundo: arte, fabula\u00e7\u00f5es e narrativas no Antropoceno como dispositivo de pesquisa nas Antropologias do Sul\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Priscila Silva Queiroz Cevada (Laborat\u00f3rio do N\u00facleo de Antropologia Urbana-LabNAU, Universidade de S\u00e3o Paulo-USP, Brasil)Tiara Zampedri (Facultad de Filosof\u00eda y Letras, Universidad de Buenos Aires, Argentina)\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2771,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2771","url_meta":{"origin":2763,"position":1},"title":"GT virtual 4 Fric\u00e7\u00f5es ontol\u00f3gicas no Antropoceno","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Fric\u00e7\u00f5es ontol\u00f3gicas no Antropoceno: povos ind\u00edgenas e alian\u00e7as cosmopol\u00edticas em defesa da vida\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dr. Duvan Escobar (independente, Col\u00f4mbia)Dr. Flor\u00eancio Vaz (UFOPA, Brasil) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Mag. Ver\u00f3nica Azpiroz (UNLa, Argentina) Resumen \/ Resumo Este Grupo de Trabalho prop\u00f5e debater as m\u00faltiplas formas pelas quais povos ind\u00edgenas\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2804,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2804","url_meta":{"origin":2763,"position":2},"title":"GT virtual 7 Mem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Mem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno: tecnologias, aus\u00eancias e mundos em ru\u00ednas\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Mestrando Daniel Erc\u00edlio N\u00e9res (Universidade Feevale - Novo Hamburgo\/Brasil)Dra. Wanda Balb\u00e9 (Universidad de Buenos Aires, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Doutorando Daniel Gevehr Keller (Universidad Jorge Tadeo Lozzano|Universidade Feevale , Brasil) Resumen \/ Resumo O Grupo\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2791,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2791","url_meta":{"origin":2763,"position":3},"title":"GT virtual 6 Del quehacer antropol\u00f3gico multiespecies desde el Sur Global","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Del quehacer antropol\u00f3gico multiespecies desde el Sur Global\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Lcda. Tatiana Balbont\u00edn (IDH, CONICET-UNC, Argentina)Dra. Sarah Moreno (UFRGS, Brasil) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Lcda. Sof\u00eda Gonz\u00e1lez (independiente, Chile) Resumen \/ Resumo En las \u00faltimas d\u00e9cadas, el campo de la antropolog\u00eda ha alargado su inter\u00e9s por investigar las relaciones\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2702,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2702","url_meta":{"origin":2763,"position":4},"title":"GT presencial 1 Sensibilidades corporais, ambientais e sonoras na Manuten\u00e7\u00e3o de Mundos","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Sensibilidades corporais, ambientais e sonoras na Manuten\u00e7\u00e3o de Mundos\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra. Deise Lucy Oliveira Montardo (Universidade Federal do Amazonas)Dra. Lucrecia Raquel Greco\u00a0 (Instituto de Ciencias Antropol\u00f3gicas, Universidad de Buenos Aires\/CONICET, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dra. Fernanda Marcon (Universidade Federal da Fronteira Sul, Brasil) Resumen \/ Resumo Neste\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":3336,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3336","url_meta":{"origin":2763,"position":5},"title":"GT presencial 9 Rituales y pr\u00e1cticas cham\u00e1nicas en los pueblos ind\u00edgenas contempor\u00e1neos","author":"Annel Mej\u00edas","date":"16\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Rituales y pr\u00e1cticas cham\u00e1nicas en los pueblos ind\u00edgenas contempor\u00e1neos: movimientos de resistencia, recuperaci\u00f3n y reordenamiento frente a la colonizaci\u00f3n\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutorando Carlos S\u00e9rgio de Brito Moreira J\u00fanior (PPGA, Universidade Federal do Par\u00e1, Brasil)Doutorando Rold\u00e1n Dun\u00fa Tumi D\u00ebsi (PPGAS, Universidade Estadual de Campinas, Per\u00fa) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Doutorando\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2763","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2763"}],"version-history":[{"count":26,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2763\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5259,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2763\/revisions\/5259"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2763"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}