{"id":2763,"date":"2026-05-13T21:31:15","date_gmt":"2026-05-14T02:01:15","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763"},"modified":"2026-05-18T18:33:23","modified_gmt":"2026-05-18T23:03:23","slug":"gt-entre-mundos-mais-que-humanos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763","title":{"rendered":"GT virtual 3 Entre mundos mais-que-humanos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2763\" class=\"elementor elementor-2763\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-67bb51a e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"67bb51a\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5ddb6bb elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"5ddb6bb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Entre mundos mais-que-humanos: ontologia, ci\u00eancia e insurg\u00eancia na Am\u00e9rica Latina\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d77c096 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"d77c096\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ff9e21b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ff9e21b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutoranda Irene Adyane Marciano da Silva (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4><h4>Dr. Felipe Soto Mart\u00ednez (Universidad de los Lagos, Chile)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b8f33e1 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b8f33e1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ebea17c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ebea17c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutorando Tui Xavier Isnard (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-29c7e41 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"29c7e41\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2f98b36 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2f98b36\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>A chamada virada ontol\u00f3gica na antropologia marca um deslocamento decisivo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s abordagens representacionistas, ao propor que diferentes coletivos n\u00e3o apenas interpretam o mundo de maneiras diversas, mas habitam mundos ontologicamente distintos. Nesse horizonte, as chamadas virada vegetal e animal emergem como desdobramentos cr\u00edticos que reposicionam esp\u00e9cies para al\u00e9m de sua condi\u00e7\u00e3o de objetos passivos, reconhecendo-as como agentes dotados de formas pr\u00f3prias de exist\u00eancia, sensibilidade e relacionalidade. Trata-se de um movimento que desafia o antropocentrismo e convoca a antropologia a reconsiderar categorias fundamentais como vida, pessoa e ag\u00eancia, ampliando-as para incluir exist\u00eancias mais-que-humanas. Esse campo de debates encontra resson\u00e2ncia direta com a antropologia da ci\u00eancia, sobretudo no que diz respeito \u00e0 cr\u00edtica da universalidade do conhecimento cient\u00edfico moderno. Ao evidenciar que a ci\u00eancia \u00e9 tamb\u00e9m uma pr\u00e1tica situada, atravessada por dispositivos t\u00e9cnicos, regimes de verdade e rela\u00e7\u00f5es de poder, a antropologia da ci\u00eancia abre espa\u00e7o para o reconhecimento de m\u00faltiplas formas de conhecimento. A virada ontol\u00f3gica intensifica essa cr\u00edtica ao colocar em evid\u00eancia ontologias nas quais esp\u00e9cies n\u00e3o s\u00e3o recursos, mas sujeitos de rela\u00e7\u00f5es complexas, frequentemente inscritas em cosmologias ind\u00edgenas, afro-diasp\u00f3ricas e camponesas. Nesses contextos, as plantas e animais aparecem como parentes, entidades espirituais, mediadoras entre mundos e participantes ativos na constitui\u00e7\u00e3o do social. Na Am\u00e9rica Latina, essas discuss\u00f5es adquirem uma densidade particular, uma vez que est\u00e3o intrinsecamente ligadas \u00e0 hist\u00f3ria da colonialidade, da expropria\u00e7\u00e3o territorial e da viol\u00eancia epistemol\u00f3gica. Os territ\u00f3rios n\u00e3o se apresentam apenas como campos emp\u00edricos, mas como espa\u00e7os de produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica fundamental, no qual saberes locais e pr\u00e1ticas de resist\u00eancia reconfiguram os termos do debate antropol\u00f3gico. A partir disso, buscamos neste GT etnografias que evidenciam modos de exist\u00eancia nos quais a separa\u00e7\u00e3o entre natureza e cultura se reelaboram, dando lugar a formas relacionais de habitar o mundo compreendendo-as tamb\u00e9m como um campo pol\u00edtico, implicado em lutas por territ\u00f3rio, autonomia e reconhecimento epistemol\u00f3gico. \u00c9 nesse ponto que a articula\u00e7\u00e3o com o feminismo se torna central. Um feminismo comprometido com a cr\u00edtica \u00e0s hierarquias ontol\u00f3gicas e epistemol\u00f3gicas oferece ferramentas fundamentais para pensar outras concep\u00e7\u00f5es de mundo, ao desafiar tanto o androcentrismo quanto o antropocentrismo que estruturam a modernidade ocidental. Inspirado por contribui\u00e7\u00f5es do feminismo negro, do ecofeminismo e das epistemologias decoloniaisl, este GT busca discutir como um campo de rela\u00e7\u00e3o que exige uma \u00e9tica do cuidado, da interdepend\u00eancia e da responsabilidade deslocar o foco da domina\u00e7\u00e3o para a coexist\u00eancia, reconhecendo a vulnerabilidade compartilhada entre diferentes formas de vida. Desse modo, busca-se investigar como a articula\u00e7\u00e3o entre virada ontol\u00f3gica, antropologia da ci\u00eancia e pensamento feminista pode contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de outras concep\u00e7\u00f5es de mundo mais-que-humanos, capazes de sustentar formas mais plurais, justas e habit\u00e1veis de exist\u00eancia. Ao valorizar saberes situados e pr\u00e1ticas relacionais, essa abordagem busca n\u00e3o apenas descrever mundos, mas participar da sua transforma\u00e7\u00e3o, afirmando a possibilidade de uma ecologia de conhecimentos fundada na diferen\u00e7a, na opacidade e na coexistencia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-abe651b elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"abe651b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"Manejo vegetal e hist\u00f3rias de vida: tempos entrela\u00e7ados nas margens do rio Xingu\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-838fde6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"838fde6\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Doutorando Dannyel S\u00e1 Pereira da Silva (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> &#8220;A gente veio do Par\u00e1&#8221;, destacam os Yudja mais velhos que atualmente vivem ao norte do Territ\u00f3rio Ind\u00edgena do Xingu. Antigos habitantes das ilhas do baixo e m\u00e9dio rio Xingu, os Yudja tiveram seu territ\u00f3rio invadido pelos karai a partir do s\u00e9culo XVII. Ap\u00f3s conflitos com seringueiros e outros povos ind\u00edgenas, se dividiram em dois grupos. Um deles empreendeu uma longa migra\u00e7\u00e3o subindo o curso do rio Xingu \u00e0 remo at\u00e9 se estabelecer ao sul da Amaz\u00f4nia. Nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas, as monoculturas de capim, soja e milho que engendram mercadorias circuladas em escalas nacional e transcontinental dizimaram as florestas no Mato Grosso. Esse projeto de escalabilidade colocado em marcha pelo agroneg\u00f3cio global tem causado impactos como o aumento da temperatura regional, altera\u00e7\u00e3o no ciclo hidrol\u00f3gico e a incid\u00eancia de inc\u00eandios florestais nunca antes registrados. Nesse contexto de afronta cont\u00ednua aos seus mundos, apresentarei como o deslocamento articulado \u00e0s atividades de coleta de esp\u00e9cies vegetais est\u00e1 meticulosamente implicado nas a\u00e7\u00f5es que produzem o mundo Yudja. Derrubar \u00e1rvores de kad\u00efka para produ\u00e7\u00e3o de cauim conecta o gradiente floresta-ro\u00e7a-aldeia-casa. Cortar ramos de t\u0129t\u0129 e k\u1fd7\u2019\u00ef para fazer flautas mobiliza intensas negocia\u00e7\u00f5es entre humanos e os esp\u00edritos. Assim, pretendo investigar como percorrer o territ\u00f3rio est\u00e1 atrelado aos modos de se conhecer uma floresta cercada de latif\u00fandios e vista do rio. Em di\u00e1logo com a Ecologia, buscarei poss\u00edveis conex\u00f5es parciais entre esses conhecimentos distintos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-087db2f elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"087db2f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Cabruca, Clima e Resist\u00eancia: A Teia dos Povos e o Reflorestamento da Mata Atl\u00e2ntica na Bahia\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3eeeefc elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"3eeeefc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Doutoranda Nahikari Santano Urkidi (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> A Teia dos Povos \u00e9 uma articula\u00e7\u00e3o de movimentos sociais do campo, da floresta, das \u00e1gua2s e da cidade, formada por uma rede de alian\u00e7as entre povos ind\u00edgenas, quilombolas e assentados. Surgiu em 2012 no Assentamento Terra Vista, em Arataca (sul da Bahia), territ\u00f3rio reconhecido pela transi\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica iniciada h\u00e1 quase 20 anos, com destaque para o cultivo de cacau. O fruto \u00e9 processado em uma f\u00e1brica pr\u00f3pria no assentamento, onde \u00e9 transformado em chocolate fino. Em meio \u00e0 grave crise clim\u00e1tica, a Teia dos Povos da Bahia est\u00e1 envolvida na cria\u00e7\u00e3o de um projeto ambicioso: reflorestar 400 mil hectares de Mata Atl\u00e2ntica no litoral sul do estado. A iniciativa inclui recuperar 200 mil hectares de cacau cabruca e reflorestar outros 200 mil hectares com sistemas agroflorestais (SAFs). A Teia baseia-se em estudos \u2014 como o de Heming et al. (2022) \u2014 que demonstram como a cabruca reduz a vulnerabilidade da planta do cacau \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O projeto evidencia a capacidade do movimento de reconfigurar a paisagem da regi\u00e3o. Com base em uma pesquisa-a\u00e7\u00e3o \u2014 metodologia na qual a antrop\u00f3loga se insere no trabalho e nos objetivos do movimento \u2014, esta apresenta\u00e7\u00e3o busca analisar a constru\u00e7\u00e3o dessas alian\u00e7as e os di\u00e1logos que viabilizam o projeto. Al\u00e9m disso, explora os desafios, limita\u00e7\u00f5es e tens\u00f5es entre os diversos atores envolvidos: governo estadual, o mercado econ\u00f3mico mundial e a planta do cacau e seu fruto.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: &#8220;Entre mundos mais-que-humanos: ontologia, ci\u00eancia e insurg\u00eancia na Am\u00e9rica Latina&#8221; Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Irene Adyane Marciano da Silva (Universidade Estadual de Campinas, Brasil) Dr. Felipe Soto Mart\u00ednez (Universidad de los Lagos, Chile) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Doutorando Tui Xavier Isnard (Universidade Estadual de Campinas, Brasil) Resumen \/ Resumo A chamada virada ontol\u00f3gica na antropologia<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2763","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-Iz","jetpack-related-posts":[{"id":3316,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3316","url_meta":{"origin":2763,"position":0},"title":"GT presencial 8 Est\u00e9ticas do Fim do Mundo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"16\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Est\u00e9ticas do Fim do Mundo: arte, fabula\u00e7\u00f5es e narrativas no Antropoceno como dispositivo de pesquisa nas Antropologias do Sul\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Priscila Silva Queiroz Cevada (Laborat\u00f3rio do N\u00facleo de Antropologia Urbana-LabNAU, Universidade de S\u00e3o Paulo-USP, Brasil)Tiana Zampedri (Facultad de Filosof\u00eda y Letras, Universidad de Buenos Aires, Argentina)\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":3336,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3336","url_meta":{"origin":2763,"position":1},"title":"GT presencial 9 Rituales y pr\u00e1cticas cham\u00e1nicas en los pueblos ind\u00edgenas contempor\u00e1neos","author":"Annel Mej\u00edas","date":"16\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Rituales y pr\u00e1cticas cham\u00e1nicas en los pueblos ind\u00edgenas contempor\u00e1neos: movimientos de resistencia, recuperaci\u00f3n y reordenamiento frente a la colonizaci\u00f3n\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutorando Carlos S\u00e9rgio de Brito Moreira J\u00fanior (PPGA, Universidade Federal do Par\u00e1, Brasil)Doutorando Rold\u00e1n Dun\u00fa Tumi D\u00ebsi (PPGAS, Universidade Estadual de Campinas, Per\u00fa) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Doutorando\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2791,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2791","url_meta":{"origin":2763,"position":2},"title":"GT virtual 6 Del quehacer antropol\u00f3gico multiespecies desde el Sur Global","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Del quehacer antropol\u00f3gico multiespecies desde el Sur Global\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Lcda. 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