{"id":2763,"date":"2026-05-13T21:31:15","date_gmt":"2026-05-14T02:01:15","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763"},"modified":"2026-10-01T15:38:23","modified_gmt":"2026-10-01T20:08:23","slug":"gt-entre-mundos-mais-que-humanos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763","title":{"rendered":"GT virtual 3 Entre mundos mais-que-humanos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2763\" class=\"elementor elementor-2763\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-67bb51a e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"67bb51a\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5ddb6bb elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"5ddb6bb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Entre mundos mais-que-humanos: ontologia, ci\u00eancia e insurg\u00eancia na Am\u00e9rica Latina\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bacbc44 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"bacbc44\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3><strong>Horario<\/strong><\/h3><h4><strong>Grupo de Trabajo 3 virtual Bloque A:<\/strong><\/h4><h4><strong>D\u00eda: <\/strong>Mi\u00e9rcoles- Quarta-feira 04\/11\/2026. <strong>Hora: <\/strong>13:30-16:00 hrs. (Sur Brasil)<\/h4><h4><strong>Grupo de Trabajo 3 virtual Bloque B:<\/strong><\/h4><h4><strong>D\u00eda: <\/strong>Jueves-Quinta-feira 05\/11\/2026.<strong> Hora: <\/strong>9:00-13:00 hrs. (Sur Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b0cb74c elementor-widget elementor-widget-button\" data-id=\"b0cb74c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"button.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a class=\"elementor-button elementor-button-link elementor-size-sm\" href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=6388\">\n\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-button-content-wrapper\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-button-text\">Haz clic PROGRAMACI\u00d3N<\/span>\n\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t<\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d77c096 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"d77c096\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ff9e21b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ff9e21b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutoranda Irene Adyane Marciano da Silva (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4><h4>Dr. Felipe Soto Mart\u00ednez (Universidad de los Lagos, Chile)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b8f33e1 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b8f33e1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ebea17c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ebea17c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutorando Tui Xavier Isnard (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-29c7e41 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"29c7e41\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2f98b36 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2f98b36\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>A chamada virada ontol\u00f3gica na antropologia marca um deslocamento decisivo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s abordagens representacionistas, ao propor que diferentes coletivos n\u00e3o apenas interpretam o mundo de maneiras diversas, mas habitam mundos ontologicamente distintos. Nesse horizonte, as chamadas virada vegetal e animal emergem como desdobramentos cr\u00edticos que reposicionam esp\u00e9cies para al\u00e9m de sua condi\u00e7\u00e3o de objetos passivos, reconhecendo-as como agentes dotados de formas pr\u00f3prias de exist\u00eancia, sensibilidade e relacionalidade. Trata-se de um movimento que desafia o antropocentrismo e convoca a antropologia a reconsiderar categorias fundamentais como vida, pessoa e ag\u00eancia, ampliando-as para incluir exist\u00eancias mais-que-humanas. Esse campo de debates encontra resson\u00e2ncia direta com a antropologia da ci\u00eancia, sobretudo no que diz respeito \u00e0 cr\u00edtica da universalidade do conhecimento cient\u00edfico moderno. Ao evidenciar que a ci\u00eancia \u00e9 tamb\u00e9m uma pr\u00e1tica situada, atravessada por dispositivos t\u00e9cnicos, regimes de verdade e rela\u00e7\u00f5es de poder, a antropologia da ci\u00eancia abre espa\u00e7o para o reconhecimento de m\u00faltiplas formas de conhecimento. A virada ontol\u00f3gica intensifica essa cr\u00edtica ao colocar em evid\u00eancia ontologias nas quais esp\u00e9cies n\u00e3o s\u00e3o recursos, mas sujeitos de rela\u00e7\u00f5es complexas, frequentemente inscritas em cosmologias ind\u00edgenas, afro-diasp\u00f3ricas e camponesas. Nesses contextos, as plantas e animais aparecem como parentes, entidades espirituais, mediadoras entre mundos e participantes ativos na constitui\u00e7\u00e3o do social. Na Am\u00e9rica Latina, essas discuss\u00f5es adquirem uma densidade particular, uma vez que est\u00e3o intrinsecamente ligadas \u00e0 hist\u00f3ria da colonialidade, da expropria\u00e7\u00e3o territorial e da viol\u00eancia epistemol\u00f3gica. Os territ\u00f3rios n\u00e3o se apresentam apenas como campos emp\u00edricos, mas como espa\u00e7os de produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica fundamental, no qual saberes locais e pr\u00e1ticas de resist\u00eancia reconfiguram os termos do debate antropol\u00f3gico. A partir disso, buscamos neste GT etnografias que evidenciam modos de exist\u00eancia nos quais a separa\u00e7\u00e3o entre natureza e cultura se reelaboram, dando lugar a formas relacionais de habitar o mundo compreendendo-as tamb\u00e9m como um campo pol\u00edtico, implicado em lutas por territ\u00f3rio, autonomia e reconhecimento epistemol\u00f3gico. \u00c9 nesse ponto que a articula\u00e7\u00e3o com o feminismo se torna central. Um feminismo comprometido com a cr\u00edtica \u00e0s hierarquias ontol\u00f3gicas e epistemol\u00f3gicas oferece ferramentas fundamentais para pensar outras concep\u00e7\u00f5es de mundo, ao desafiar tanto o androcentrismo quanto o antropocentrismo que estruturam a modernidade ocidental. Inspirado por contribui\u00e7\u00f5es do feminismo negro, do ecofeminismo e das epistemologias decoloniaisl, este GT busca discutir como um campo de rela\u00e7\u00e3o que exige uma \u00e9tica do cuidado, da interdepend\u00eancia e da responsabilidade deslocar o foco da domina\u00e7\u00e3o para a coexist\u00eancia, reconhecendo a vulnerabilidade compartilhada entre diferentes formas de vida. Desse modo, busca-se investigar como a articula\u00e7\u00e3o entre virada ontol\u00f3gica, antropologia da ci\u00eancia e pensamento feminista pode contribuir para a formula\u00e7\u00e3o de outras concep\u00e7\u00f5es de mundo mais-que-humanos, capazes de sustentar formas mais plurais, justas e habit\u00e1veis de exist\u00eancia. Ao valorizar saberes situados e pr\u00e1ticas relacionais, essa abordagem busca n\u00e3o apenas descrever mundos, mas participar da sua transforma\u00e7\u00e3o, afirmando a possibilidade de uma ecologia de conhecimentos fundada na diferen\u00e7a, na opacidade e na coexistencia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4682600 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4682600\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Se\u00e7\u00e3o 1 - Materialidades insurgentes: ag\u00eancia, tecnoci\u00eancia e disputas ontol\u00f3gicas\n<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-93d4373 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"93d4373\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Tensionando a domestica\u00e7\u00e3o: tecnoci\u00eancia, ag\u00eancia vegetal e cosmopol\u00edtica no Antropoceno\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9e34b3d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9e34b3d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA: <\/strong>Mestranda Sarina Vicente de Senne Oliveira (Universidade Estadual de Campinas, SP \u2013 Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>: <\/strong>O milho (Zea mays) ocupa um lugar singular na hist\u00f3ria das rela\u00e7\u00f5es entre humanos e plantas: \u00e9 frequentemente evocado como o exemplo mais bem acabado de domestica\u00e7\u00e3o vegetal, aquele ente cuja morfologia foi t\u00e3o radicalmente transformada pelo controle reprodutivo que sua sobreviv\u00eancia fora do manejo humano tornou-se impens\u00e1vel. \u00c9 precisamente essa evoca\u00e7\u00e3o que torna os laborat\u00f3rios de melhoramento gen\u00e9tico de milho em campos etnogr\u00e1ficos privilegiados para interrogar na pr\u00e1tica os limites da no\u00e7\u00e3o de domestica\u00e7\u00e3o e, com ela, os limites do pr\u00f3prio projeto tecnocient\u00edfico moderno.<\/h4><h4>Esta comunica\u00e7\u00e3o apresenta o horizonte de uma pesquisa etnogr\u00e1fica em andamento junto a dois laborat\u00f3rios de melhoramento gen\u00e9tico de milho na cidade de Campinas-SP, voltados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cimes resistentes a estresses abi\u00f3ticos decorrentes das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. A partir de um engajamento com as proposi\u00e7\u00f5es da virada ontol\u00f3gica e dos novos materialismos, e matizada a partir dos estudos multiesp\u00e9cies, a pesquisa toma o milho como agente central da narrativa etnogr\u00e1fica, deslocando-o da posi\u00e7\u00e3o de objeto passivo de interven\u00e7\u00e3o para a de ator co-constitutivo de suas rela\u00e7\u00f5es para com humanos. Nesse sentido, os laborat\u00f3rios de melhoramento gen\u00e9tico aparecem n\u00e3o como espa\u00e7os de domina\u00e7\u00e3o unilateral, mas como arenas de negocia\u00e7\u00e3o multiesp\u00e9cie, onde a no\u00e7\u00e3o hegem\u00f4nica de domestica\u00e7\u00e3o, fundada no par domina\u00e7\u00e3o\/passividade, \u00e9 continuamente tensionada.<\/h4><h4>Assim proponho que a domestica\u00e7\u00e3o seja pensada como uma rela\u00e7\u00e3o assim\u00e9trica, situada e inconclusiva. Esse deslocamento conceitual n\u00e3o apenas complexifica o debate antropol\u00f3gico em torno da no\u00e7\u00e3o de domestica\u00e7\u00e3o e do reconhecimento da ag\u00eancia n\u00e3o-humana, mas abre espa\u00e7o para reconhecer as alian\u00e7as cosmopol\u00edticas escamoteadas na sustenta\u00e7\u00e3o da estrutura moderna.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4b7b94d elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4b7b94d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Pr\u00e1ticas xam\u00e2nicas e neuropsicologia do senso de ag\u00eancia: interlocu\u00e7\u00f5es entre neuroci\u00eancia contempor\u00e2nea e saberes ancestrais\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1e2245c elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1e2245c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dr. Marcos de Jesus Oliveira (Universidade Federal da Integra\u00e7\u00e3o Latino-Americana, Foz do Igua\u00e7u-PR, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>: <\/strong>Ainda hoje a neuropsicologia tende a fixar o senso de ag\u00eancia no eu individual ou, mais especificamente, em correlatos neurais, tais como os c\u00f3rtices pr\u00e9-motor, pr\u00e9-frontal e parietal inferior, o cerebelo e a \u00ednsula. Por outro lado, as pr\u00e1ticas xam\u00e2nicas, com seus rituais de transe, cantos, dan\u00e7as, dietas e uso de plantas medicinais, revelam uma ag\u00eancia n\u00e3o fixa, expandida, distribu\u00edda ou suspensa, desafiando o binarismo eu\/n\u00e3o-eu dos enfoques ocidentais e iluminando sua dimens\u00e3o pl\u00e1stica, contextual e multifacetada. Este trabalho revisita os modelos neuropsicol\u00f3gicos, entre os quais, o modelo do comparador ou de processamento de sinais, que postula uma correspond\u00eancia sine qua non entre uma c\u00f3pia eferente do comportamento motor gerada pelo c\u00e9rebro como forma de predi\u00e7\u00e3o e a compara\u00e7\u00e3o desta com a informa\u00e7\u00e3o sensorial real para que o c\u00e9rebro atribua a a\u00e7\u00e3o a si mesmo. O objetivo \u00e9 de, num di\u00e1logo interdisciplinar entre neuropsicologia, antropologia e saberes ancestrais, problematizar a tend\u00eancia da ci\u00eancia ocidental \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da ag\u00eancia a um mero substrato neurobiol\u00f3gico e refletir sobre as implica\u00e7\u00f5es te\u00f3rico-cl\u00ednicas de consider\u00e1-la de um ponto de vista de uma ontologia n\u00e3o-representacionalista e como uma qualidade emergente de acoplamentos organismo\u2011ambiente em mundos simb\u00f3licos e relacionais mediados por pr\u00e1ticas rituais, narrativas e cosmologias, como no xamanismo, sobretudo, o amer\u00edndio. Parte-se, para isso, do pressuposto segundo o qual a ag\u00eancia n\u00e3o constitui uma propriedade intr\u00ednseca do eu, mas emerge das rela\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas de interdepend\u00eancia entre eu e n\u00e3o-eu, envolvendo mundos humanos, n\u00e3o humanos e mais-que-humanos, em contextos, mundos e condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ce65178 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"ce65178\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Se\u00e7\u00e3o 2 - Epistemologias do incontrol\u00e1vel: ontologia, cuidado e resist\u00eancia<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fb83fe3 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"fb83fe3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"O \u00eaxtase dionis\u00edaco que escapa a penteu: em dire\u00e7\u00e3o a uma epistemologia do incontrol\u00e1vel na ci\u00eancia moderna\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-da162f5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"da162f5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA: <\/strong>Mestranda Larissa Leonardi (Universidade Tecnol\u00f3gica Federal do Paran\u00e1 \u2013 UTFPR-Campus Pato Branco, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>: <\/strong>A partir da trag\u00e9dia Bacantes, de Eur\u00edpides, este artigo mobiliza o mito de Dion\u00edsio como met\u00e1fora para tensionar a rela\u00e7\u00e3o entre a racionalidade moderna e formas de saber que escapam ao controle metodol\u00f3gico. Tal como Penteu, que busca capturar e desacreditar o deus, a ci\u00eancia moderna construiu sua autoridade excluindo o \u00eaxtase, o sens\u00edvel e o incontrol\u00e1vel, relegando-os \u00e0s margens como supersti\u00e7\u00e3o, loucura ou n\u00e3o-saber. Argumenta-se que essa exclus\u00e3o limita a imagina\u00e7\u00e3o epistemol\u00f3gica e refor\u00e7a o monop\u00f3lio do saber, convertendo a ci\u00eancia em inst\u00e2ncia de fechamento diante da pluralidade de experi\u00eancias e perspectivas. Defende-se, por outro lado, o \u00eaxtase como epistemologia do incontrol\u00e1vel, capaz de desafiar as fronteiras impostas pelo pensamento moderno e reabrir espa\u00e7o para pr\u00e1ticas de conhecimento mais abertas, relacionais e sens\u00edveis. Cada se\u00e7\u00e3o \u00e9 introduzida por ep\u00edgrafes da trag\u00e9dia, articulando narrativa m\u00edtica e cr\u00edtica te\u00f3rica na busca por reintegrar o incontrol\u00e1vel ao horizonte contempor\u00e2neo do saber.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ee1fbee elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"ee1fbee\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Desobedi\u00eancias Epist\u00eamicas na Terra: inflex\u00f5es ontol\u00f3gicas e a composi\u00e7\u00e3o de mundos plurais em Tsing e de la Cadena\"\u200b<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e72f443 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"e72f443\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestre Sandra Cilce de Aquino (Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP \/ Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal-MPF, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> O trabalho analisa as inflex\u00f5es epistemol\u00f3gicas, \u00e9ticas e pol\u00edticas que emergem da articula\u00e7\u00e3o entre a virada ontol\u00f3gica, a antropologia da ci\u00eancia e a cr\u00edtica p\u00f3s-colonial\/decolonial na Am\u00e9rica Latina. A partir do di\u00e1logo cruzado entre as obras \u00abViver nas ru\u00ednas: paisagens multiesp\u00e9cies no Antropoceno\u201d, de Anna Lowenhaupt Tsing, e \u201cSeres-terra: cosmopol\u00edticas em mundos andinos\u201d, de Marisol de la Cadena, busca-se investigar como as exist\u00eancias mais-que-humanas desafiam o projeto moderno-capitalista, o androcentrismo e o antropocentrismo. Atrav\u00e9s de conceitos como \u00abarte da inclus\u00e3o sem totaliza\u00e7\u00e3o\u00bb, \u00abn\u00e3o escalabilidade\u00bb e \u00abcontamina\u00e7\u00e3o\u00bb em Tsing, confrontados com as no\u00e7\u00f5es de \u00abseres-terra\u00bb, \u00abtradu\u00e7\u00e3o incompleta\u00bb e \u00abco-labora\u00e7\u00e3o ontol\u00f3gica\u00bb em Cadena, o artigo prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre as disputas territoriais e de realidade (conflitos ontol\u00f3gicos) enfrentadas pelas Antropologias do Sul. Argumenta-se que habitar a incerteza e acolher a opacidade te\u00f3rica e etnogr\u00e1fica constituem gestos radicais de uma \u00e9tica do cuidado e da interdepend\u00eancia, fundamentais para a composi\u00e7\u00e3o de mundos plurais e politicamente insurgentes em tempos de colapso ecol\u00f3gico e social.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4917c81 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4917c81\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"A\u00e7\u00e3o de extens\u00e3o. Desdomar desmontando o patriarcado a cavalo\"\u200b<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-04d88dc elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"04d88dc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Mar\u00edlia Flo\u00f4r Kosby (Universidade Federal do Pampa, Brasil), Dra.(c) Liamara Denise Ubessi (UFPel, Brasil), Caroline Soares (UFPel, Brasil), Cristiana Costa de Souza (Universidade Federal do Pampa, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> A a\u00e7\u00e3o de extens\u00e3o Desdomar desmontando o patriarcado a cavalo comp\u00f5e o projeto de extens\u00e3o Desdomar: po\u00e9ticas de liberdade com a manada equina da Unipampa. A iniciativa \u00e9 uma parceria entre a Universidade Federal do Pampa &#8211; Campus Uruguaiana e a 2\u00aa Vara Criminal de Uruguaiana, consistindo em atividade reflexiva e educativa voltada a homens em cumprimento de medida judicial decorrente de viol\u00eancia dom\u00e9stica, nos termos da Lei Maria da Penha. Depois dos altos \u00edndices de feminic\u00eddios de 2015, o ano de 2024 ficou marcado pelos alarmantes \u00edndices de 1.450 (Relat\u00f3rio Raseam\/Minist\u00e9rio das Mulheres) a 1.492 (Anu\u00e1rio de Seguran\u00e7a P\u00fablica) casos no Brasil. Desde ent\u00e3o, as estat\u00edsticas brasileiras desse crime s\u00f3 aumentaram. O Rio Grande do Sul \u00e9 o estado brasileiro com maior n\u00famero de feminic\u00eddios de mulheres com medida protetiva de urg\u00eancia, registrados em 2025. A a\u00e7\u00e3o tem base metodol\u00f3gica antropol\u00f3gica e fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rico-etnogr\u00e1fica, contando com equipe multiesp\u00e9cies interdisciplinar, composta por humanos\/as e equinos\/as. Emergentes do grave e urgente contexto de combate e preven\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher, al\u00e9m de situadas em uma sociedade com firmes bases agropastoris e patriarcais, as atividades vivenciadas na a\u00e7\u00e3o fomentam reflex\u00f5es sobre masculinidades, tradi\u00e7\u00e3o, autoridade, subjuga\u00e7\u00e3o, v\u00ednculo afetivo e express\u00e3o emocional, favorecendo a revis\u00e3o cr\u00edtica e \u00edntima de pr\u00e1ticas que historicamente sustentam modelos mis\u00f3ginos. Especificamente, com rela\u00e7\u00e3o aos excessos de uma masculinidade hegem\u00f4nica, observamos comportamentos de controle, manipula\u00e7\u00e3o e busca por obedi\u00eancia. Nesse sentido, o eixo central das a\u00e7\u00f5es realizadas junto com a manada equina da Unipampa \u00e9 um desacoplamento da montaria (desmontando, portanto) e das rela\u00e7\u00f5es de \u201cserventia\u201d ou domina\u00e7\u00e3o (desdomando, portanto), dando abertura para um conv\u00edvio em que os limites, inten\u00e7\u00f5es, desejos do\/a outro\/a e de si mesmo\/a est\u00e3o sendo constantemente aprendidos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-301a96c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"301a96c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Sess\u00e3o 3 - Habitar mundos em transforma\u00e7\u00e3o: ecologias relacionais e conhecimentos situados<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-492df40 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"492df40\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Entre ro\u00e7ados e rios: uma etnografia do conhecimento ecol\u00f3gico tradicional de mulheres da Reserva Extrativista do Rio Iriri\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7f436cb elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7f436cb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Let\u00edcia de Godoy Torso (Universidade Estadual de Campinas, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> O estudo investiga o conhecimento ecol\u00f3gico tradicional de mulheres ribeirinhas residentes em comunidades da Reserva Extrativista do Rio Iriri, na regi\u00e3o da Terra do Meio (PA), buscando compreender como saberes, pr\u00e1ticas e formas de habitar o territ\u00f3rio s\u00e3o produzidos e transmitidos no contexto das atividades agr\u00edcolas, especialmente nos ro\u00e7ados.<\/h4><h4>Partindo de uma perspectiva antropol\u00f3gica interessada nas rela\u00e7\u00f5es entre humanos e ambiente, a pesquisa examina os modos pelos quais o conhecimento sobre plantas cultivadas, ciclos ecol\u00f3gicos, manejo da paisagem e processos de transforma\u00e7\u00e3o da floresta emerge da experi\u00eancia cotidiana das mulheres e de suas intera\u00e7\u00f5es com diferentes seres, ambientes e temporalidades. Os ro\u00e7ados s\u00e3o compreendidos n\u00e3o apenas como espa\u00e7os produtivos, mas como contextos privilegiados de aprendizagem, circula\u00e7\u00e3o de conhecimentos, constru\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos de parentesco, cuidado e reprodu\u00e7\u00e3o dos modos de vida locais.<\/h4><h4>A pesquisa adota metodologia etnogr\u00e1fica, combinando observa\u00e7\u00e3o participante, entrevistas abertas e acompanhamento das atividades cotidianas das interlocutoras. Ao privilegiar as perspectivas das mulheres, busca contribuir para os debates antropol\u00f3gicos sobre conhecimento ecol\u00f3gico tradicional, g\u00eanero, territorialidade, sociobiodiversidade e rela\u00e7\u00f5es multiesp\u00e9cies na Amaz\u00f4nia, evidenciando o papel central das pr\u00e1ticas femininas na constitui\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos sistemas socioecol\u00f3gicos amaz\u00f4nicos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-140bf4c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"140bf4c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Percep\u00e7\u00f5es Kalapalo sobre as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e seus efeitos sobre rela\u00e7\u00f5es interespec\u00edficas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6f8ede0 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6f8ede0\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Susi Leme de Moura (Universidade Estadual de Campinas-Unicamp, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Os Kalapalo, etnia pertencente a fam\u00edlia lingu\u00edstica karib, do Territ\u00f3rio Ind\u00edgena do Xingu &#8211; TIX, no estado do Mato Grosso &#8211; Brasil, possuem uma estreita rela\u00e7\u00e3o com o ambiente em que vivem. O presente trabalho prop\u00f5e apresentar a rela\u00e7\u00e3o dos Kalapalo com os elementos outros-que-humanos, ditos: \u201crecursos ambientais\u201d, com especial interesse pela forma com que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas podem estar interferindo nessas rela\u00e7\u00f5es. A pesquisa apresentada adota uma perspectiva multiespec\u00edfica, interessada em descrever os modos pelos quais humanos e outros-que-humanos produzem rela\u00e7\u00f5es em um contexto no qual o conjunto dos agentes \u00e9 impacto por mudan\u00e7as ambientais em curso. Concretamente, pretende-se: a) descrever as percep\u00e7\u00f5es dos Kalapalo sobre mudan\u00e7as no clima, em especial os desajustes percebidos em rela\u00e7\u00e3o a seus marcadores de tempo tradicionais; b) identificar e mapear elementos\/esp\u00e9cies de interesse dos Kalapalo, investigando sua relativa abund\u00e2ncia ou escassez e como ela \u00e9 associada \u00e0s mudan\u00e7as ambientais; e c) investigar os impactos pr\u00e1ticos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sobre suas rela\u00e7\u00f5es com outros seres, considerando as formas de mitiga\u00e7\u00e3o de impactos que os Kalapalo v\u00eam buscando. Trazendo para o primeiro plano percep\u00e7\u00f5es e manejos locais, associadas a um complexo conhecimento ecol\u00f3gico tradicional, essa pesquisa pretende contribuir com os debates acerca de povos ind\u00edgenas e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas atrav\u00e9s de uma perspectiva transdisciplinar conectando as \u00e1reas de estudos da Antropologia e da Biologia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00abEntre mundos mais-que-humanos: ontologia, ci\u00eancia e insurg\u00eancia na Am\u00e9rica Latina\u00bb Horario Grupo de Trabajo 3 virtual Bloque A: D\u00eda: Mi\u00e9rcoles- Quarta-feira 04\/11\/2026. Hora: 13:30-16:00 hrs. (Sur Brasil) Grupo de Trabajo 3 virtual Bloque B: D\u00eda: Jueves-Quinta-feira 05\/11\/2026. Hora: 9:00-13:00 hrs. (Sur Brasil) Haz clic PROGRAMACI\u00d3N Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Irene Adyane Marciano da Silva<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2763\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2763","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-Iz","jetpack-related-posts":[{"id":2791,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2791","url_meta":{"origin":2763,"position":0},"title":"GT virtual 6 Del quehacer antropol\u00f3gico multiespecies desde el Sur Global","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Del quehacer antropol\u00f3gico multiespecies desde el Sur Global\" HorarioGrupo de Trabajo 6 virtual Bloque A:D\u00eda: Mi\u00e9rcoles-Quarta-feira 04\/11\/2026. Hora: 15:30-18:00 hrs. (Sur Brasil)Grupo de Trabajo 6 virtual Bloque B:D\u00eda: Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026. Hora: 9:00-13:00 hrs. (Sur Brasil) Haz clic PROGRAMACI\u00d3N Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Lcda. Tatiana Balbont\u00edn (IDH, CONICET-UNC, Argentina)Dra. Sarah Moreno\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2867,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2867","url_meta":{"origin":2763,"position":1},"title":"GT virtual 11 Religi\u00f3n-es, Nacionalidades y Cosmovisiones","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Religi\u00f3n-es, Nacionalidades y Cosmovisiones\" HorarioGrupo de Trabajo 11 virtual Bloque A:D\u00eda: Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026. Hora: 9:00-13:00 hrs. (Sur Brasil)Grupo de Trabajo 11 virtual Bloque B:D\u00eda: Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026. Hora: 15:30-18:00 hrs. (Sur Brasil) Haz clic PROGRAMACI\u00d3N Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dr. Emerson Giumbelli (Universidad Federal do Rio Grande do Sul, Brasil)Dr. Luis\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":3228,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3228","url_meta":{"origin":2763,"position":2},"title":"GT virtual 25 Antropolog\u00eda del dise\u00f1o, materialidades y tejidos socioculturales en Am\u00e9rica Latina","author":"Annel Mej\u00edas","date":"16\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Antropolog\u00eda del dise\u00f1o, materialidades y tejidos socioculturales en Am\u00e9rica Latina: epistemolog\u00edas situadas y pr\u00e1cticas colaborativas\" HorarioGrupo de Trabajo 25 virtual Bloque A:D\u00eda: Jueves-Quinta-feira 05\/11\/2026. Hora: 9:00-13:00 hrs. (Sur Brasil)Grupo de Trabajo 25 virtual Bloque B:D\u00eda: Jueves-Quinta-feira 05\/11\/2026. Hora: 15:30-19:00 hrs. (Sur Brasil) Haz clic PROGRAMACI\u00d3N Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra.\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":7245,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=7245","url_meta":{"origin":2763,"position":3},"title":"Mesas Redondas centrales","author":"Annel Mej\u00edas","date":"21\/09\/2026","format":false,"excerpt":"En esta p\u00e1gina compartiremos las Mesas Redondas centrales, organizadas por el Comit\u00e9 Acad\u00e9mico y Comit\u00e9 Local del 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026. Podr\u00e1 visualizar las mesas en el siguiente orden: primero, las Mesas Redondas presenciales y, segundo, las Mesas Redondas virtuales. 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