{"id":2783,"date":"2026-05-14T10:16:58","date_gmt":"2026-05-14T14:46:58","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2783"},"modified":"2026-05-19T07:35:46","modified_gmt":"2026-05-19T12:05:46","slug":"gt-feituras-da-vida-em-transitos-genero-sexualidade-e-trabalho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2783","title":{"rendered":"GT virtual 5 Feituras da vida em tr\u00e2nsitos: g\u00eanero, sexualidade e trabalho"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2783\" class=\"elementor elementor-2783\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c9c1774 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"c9c1774\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2f6bbe9 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"2f6bbe9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Feituras da vida em tr\u00e2nsitos: g\u00eanero, sexualidade e trabalho\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a14b2eb elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a14b2eb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8f80ab6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"8f80ab6\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Tita &#8211; Letizia Patriarca (Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil)<\/h4><h4>Dra. Antonella Allasia Delmonte (Universidad de Buenos Aires, Argentina)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3b9eafc elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"3b9eafc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d956207 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d956207\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Thais Henriques Tiriba (Funda\u00e7\u00e3o Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fb2a746 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"fb2a746\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-57c8950 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"57c8950\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Esse grupo de trabalho se prop\u00f5e ser um espa\u00e7o para reunir etnografias em andamento ou j\u00e1 conclu\u00eddas que se interessem pelas formas plurais de vida de pessoas que migram, transitam e circulam em contextos de informalidade e\/ou ilegalidade, marcados por incertezas. Buscamos alterar o foco dual e colonial do debate sobre migra\u00e7\u00e3o, entendida como for\u00e7ada ou volunt\u00e1ria, para ampliar tais categorias, convidando trabalhos que considerem motiva\u00e7\u00f5es diversas, amb\u00edguas, interseccionais e complexas para migrar, que instiguem reflex\u00f5es sobre a pluralidade de experi\u00eancias de vida e trabalho, borrando fronteiras entre formal e informal, legal e ilegal. Convidamos etnografias interessadas nos arranjos interseccionais de marcadores sociais da diferen\u00e7a &#8211; tais como g\u00eanero, sexualidade, ra\u00e7a, classe, entre outros &#8211; para analis\u00e1-los contextual e relacionalmente. Trabalhar com esses arranjos interseccionais tem o objetivo de contemplar desigualdades e potencialidades nos tr\u00e2nsitos de pessoas que migram, circulam, transitam e est\u00e3o em cont\u00ednuo movimento, repropondo modos de vida e de produ\u00e7\u00e3o de saberes. Por meio de an\u00e1lises etnogr\u00e1ficas buscamos reunir trabalhos que contemplem as seguintes tem\u00e1ticas: questionamentos sobre a desigual produ\u00e7\u00e3o, circula\u00e7\u00e3o e legitima\u00e7\u00e3o de saberes; responsabilidade e \u00e9tica de pesquisa &#8211; contemplando estrat\u00e9gias e efeitos da escrita e da apresenta\u00e7\u00e3o da pesquisa em t\u00f3picos relacionados \u00e0 mobilidade; realiza\u00e7\u00e3o de trabalho precarizado em tr\u00e2nsito e em contextos fronteiri\u00e7os; circula\u00e7\u00e3o de pessoas cujas viv\u00eancias de g\u00eanero e sexualidade s\u00e3o marcadas e motivam tais tr\u00e2nsitos transnacionais; contextos de trabalho que s\u00e3o fortemente marcados por uma divis\u00e3o de g\u00eanero e aqueles que se inserem em economias sexuais; coletividades, forma\u00e7\u00e3o de redes de interdepend\u00eancia e ativismos de trabalhadoras\/es\/ies precarizados em outros contextos nacionais; produ\u00e7\u00e3o do comum em contextos de mobilidade; tr\u00e2nsitos e movimentos migrat\u00f3rios do Sul, desde o Sul e entre o Sul.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fc06493 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"fc06493\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"'Sou como o vento': (im)possibilidades de circula\u00e7\u00e3o transnacional para profissionais do sexo brasileiras\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-659ee9e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"659ee9e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Tita &#8211; Letizia Patriarca (Universidade de S\u00e3o Paulo, BRASIL)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Nesta apresenta\u00e7\u00e3o proponho repensar as possibilidades de tr\u00e2nsitos transnacionais para brasileiras que realizam trabalho sexual. A partir de uma trajet\u00f3ria de pesquisa etnogr\u00e1fica de mais de uma d\u00e9cada com profissionais do sexo brasileiras &#8211; cis, trans e travestis &#8211; que circulam pelos mercados sexuais no Brasil e na It\u00e1lia, analiso as possibilidades e efeitos desses movimentos, que nem sempre s\u00e3o considerados migrat\u00f3rios. Trago para an\u00e1lise desigualdades transnacionais em termos de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento sobre o tr\u00e1fico de pessoas para fins de explora\u00e7\u00e3o sexual, em di\u00e1logo com uma bibliografia cr\u00edtica sobre o enquadramento desse crime, sobretudo em pa\u00edses do Norte Global. Partindo do entendimento de que os termos do debate sobre tr\u00e1fico de pessoas s\u00e3o necessariamente diferentes no Brasil e na It\u00e1lia, ressalto as possibilidades de comunica\u00e7\u00e3o transnacional para pensar os tr\u00e2nsitos de corpos e epistemologias \u201cputas\u201d brasileiras que se envolvem com o trabalho sexual na It\u00e1lia. Apesar de uma j\u00e1 consolidada bibliografia socioantropol\u00f3gica que demonstrou como enquadrar certas mobilidades como tr\u00e1fico de pessoas para fins de explora\u00e7\u00e3o sexual produz efeitos contr\u00e1rios aos seus objetivos, h\u00e1 um alto n\u00edvel de investimento em programas antitr\u00e1fico na It\u00e1lia. Dessa forma, destaco e questiono por que a migra\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 considerada a principal lente de an\u00e1lise para abordar, orientar e gerir pol\u00edticas relacionadas ao trabalho sexual na It\u00e1lia. Em sentido contr\u00e1rio, argumento que o problema de tr\u00e1fico de pessoas para fins de explora\u00e7\u00e3o sexual pode ser muitas vezes consequ\u00eancia de ru\u00eddos transnacionais sobre a realiza\u00e7\u00e3o e legitima\u00e7\u00e3o do trabalho sexual, mais do que um problema migrat\u00f3rio. Por meio de trabalho de campo realizado com profissionais do sexo brasileiras em tr\u00e2nsito, questiono ent\u00e3o quais s\u00e3o as possibilidades de circula\u00e7\u00e3o transnacional em contextos de trabalhos precarizados e que transitam entre enquadramentos legais diversos, ainda que n\u00e3o completamente criminalizados.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9e24b7f elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"9e24b7f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Los modos de vida en la industria de la confecci\u00f3n de indumentaria m\u00e1s all\u00e1 de la informalidad\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-10ab2ef elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"10ab2ef\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Antonella Allasia Delmonte (Universidad de Buenos Aires\/CONICET, Argentina)<\/h4><h4><strong>RESUMEN <\/strong><strong>\/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Mi investigaci\u00f3n estudia los modos de vida ligados a la industria de la confecci\u00f3n de ropa en Buenos Aires y Sao Paulo en contextos de movilidad Sur-Sur. En ella, se destacan las mujeres y varones migrantes de Bolivia que organizan su trabajo, principalmente, a partir de talleres que cumplen, a la vez, la funci\u00f3n de viviendas. En esta presentaci\u00f3n quiero discutir algunas premisas sobre los talleres vinculadas con su desconexi\u00f3n, atomizaci\u00f3n o aislamiento y esto, a su vez, implica problematizar insistentes dicotom\u00edas que intentan explicar y ordenar el mundo social, como la idea dual de formal-informal para entender el trabajo. Para esto, propongo analizar, desde una mirada interseccional, las relaciones de interdependencia que surgen en el marco de los talleres de confecci\u00f3n de prendas de vestir de migrantes bolivianos y bolivianas que viven en S\u00e3o Paulo y Buenos Aires en la actualidad. Destacar la relaciones y redes &#8211; aun en el marco de desigualdad &#8211; que implican las formas de vida costureras resulta imprescindible en tanto los talleres textiles contin\u00faan predominantemente le\u00eddos y entendidos en t\u00e9rminos de esclavitud, superexplotaci\u00f3n, trabajo no libre, trabajo forzoso o informalidad, resaltando as\u00ed las formas de precariedad m\u00e1s extremas, las carencias (ya sea de registro, de salario, de\u00a0 control, de movimiento) o lig\u00e1ndolos a la clandestinidad, el aislamiento y el encierro. Un aspecto sustantivo del enfoque etnogr\u00e1fico de modos de vida adoptado reside en ofrecer un desplazamiento de un abordaje que privilegia la relaci\u00f3n salarial a las formas de (sostener) la vida e implica en el an\u00e1lisis tanto a las relaciones que tienen lugar en el mercado de trabajo como a una multiplicidad de pr\u00e1cticas y relaciones que no est\u00e1n medidas por el mercado pero que tambi\u00e9n resultan sustantivas para la producci\u00f3n de la vida y, en este caso, de los talleres-casa. Los datos emp\u00edricos surgen del trabajo de campo desarrollado entre 2023 y 2025 en ambas ciudades.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: &#8220;Feituras da vida em tr\u00e2nsitos: g\u00eanero, sexualidade e trabalho&#8221; Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra. Tita &#8211; Letizia Patriarca (Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil) Dra. Antonella Allasia Delmonte (Universidad de Buenos Aires, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dra. Thais Henriques Tiriba (Funda\u00e7\u00e3o Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo, Brasil) Resumen \/ Resumo Esse grupo de<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2783\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2783","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-IT","jetpack-related-posts":[{"id":2690,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2690","url_meta":{"origin":2783,"position":0},"title":"Grupos de Trabajo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"El 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026 anuncia los Grupos de Trabajo (GTs) aprobados, en sus dos modalidades: presencial y virtual.Para inscribir su ponencia (individual o grupal), revise el Grupo de Trabajo m\u00e1s acorde a su tem\u00e1tica y, luego, lea las indicaciones y c\u00f3mo inscribirse AQU\u00cd.\/O 3\u00ba Congresso\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2836,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2836","url_meta":{"origin":2783,"position":1},"title":"GT virtual 9 (Re)fazendo religiosidades dentro e fora da di\u00e1spora","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"(Re)fazendo religiosidades dentro e fora da di\u00e1spora: escritas de si e enfrentamentos na contemporaneidade\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dr. Claudenilson da Silva Dias (Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, Brasil)Dra. Florita Cuhanga Ant\u00f3nio Telo (FTC G\u00eanero e Diversidade Consultoria, Angola) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dr. Lucas Gomes de Medeiros\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2971,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2971","url_meta":{"origin":2783,"position":2},"title":"GT A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria: pesquisar contracolonialmente e disciplinarmente no Brasil e na Col\u00f4mbia\" Coordinaci\u00f3n Dra. Carolina Tamayo Osorio (Universidade Estadual do Par\u00e1, Brasil)Dr. \u00d3scar Guillermo Charry (Universidad de Antioquia, Col\u00f4mbia) Moderaci\u00f3n Dra. 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