{"id":2783,"date":"2026-05-14T10:16:58","date_gmt":"2026-05-14T14:46:58","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2783"},"modified":"2026-08-07T14:12:09","modified_gmt":"2026-08-07T18:42:09","slug":"gt-feituras-da-vida-em-transitos-genero-sexualidade-e-trabalho","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2783","title":{"rendered":"GT virtual 5 Feituras da vida em tr\u00e2nsitos: g\u00eanero, sexualidade e trabalho"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2783\" class=\"elementor elementor-2783\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c9c1774 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"c9c1774\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2f6bbe9 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"2f6bbe9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Feituras da vida em tr\u00e2nsitos: g\u00eanero, sexualidade e trabalho\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a14b2eb elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a14b2eb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8f80ab6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"8f80ab6\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Tita &#8211; Letizia Patriarca (Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil)<\/h4><h4>Dra. Antonella Allasia Delmonte (Universidad de Buenos Aires, Argentina)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3b9eafc elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"3b9eafc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d956207 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d956207\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Thais Henriques Tiriba (Funda\u00e7\u00e3o Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fb2a746 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"fb2a746\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-57c8950 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"57c8950\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Esse grupo de trabalho se prop\u00f5e ser um espa\u00e7o para reunir etnografias em andamento ou j\u00e1 conclu\u00eddas que se interessem pelas formas plurais de vida de pessoas que migram, transitam e circulam em contextos de informalidade e\/ou ilegalidade, marcados por incertezas. Buscamos alterar o foco dual e colonial do debate sobre migra\u00e7\u00e3o, entendida como for\u00e7ada ou volunt\u00e1ria, para ampliar tais categorias, convidando trabalhos que considerem motiva\u00e7\u00f5es diversas, amb\u00edguas, interseccionais e complexas para migrar, que instiguem reflex\u00f5es sobre a pluralidade de experi\u00eancias de vida e trabalho, borrando fronteiras entre formal e informal, legal e ilegal. Convidamos etnografias interessadas nos arranjos interseccionais de marcadores sociais da diferen\u00e7a &#8211; tais como g\u00eanero, sexualidade, ra\u00e7a, classe, entre outros &#8211; para analis\u00e1-los contextual e relacionalmente. Trabalhar com esses arranjos interseccionais tem o objetivo de contemplar desigualdades e potencialidades nos tr\u00e2nsitos de pessoas que migram, circulam, transitam e est\u00e3o em cont\u00ednuo movimento, repropondo modos de vida e de produ\u00e7\u00e3o de saberes. Por meio de an\u00e1lises etnogr\u00e1ficas buscamos reunir trabalhos que contemplem as seguintes tem\u00e1ticas: questionamentos sobre a desigual produ\u00e7\u00e3o, circula\u00e7\u00e3o e legitima\u00e7\u00e3o de saberes; responsabilidade e \u00e9tica de pesquisa &#8211; contemplando estrat\u00e9gias e efeitos da escrita e da apresenta\u00e7\u00e3o da pesquisa em t\u00f3picos relacionados \u00e0 mobilidade; realiza\u00e7\u00e3o de trabalho precarizado em tr\u00e2nsito e em contextos fronteiri\u00e7os; circula\u00e7\u00e3o de pessoas cujas viv\u00eancias de g\u00eanero e sexualidade s\u00e3o marcadas e motivam tais tr\u00e2nsitos transnacionais; contextos de trabalho que s\u00e3o fortemente marcados por uma divis\u00e3o de g\u00eanero e aqueles que se inserem em economias sexuais; coletividades, forma\u00e7\u00e3o de redes de interdepend\u00eancia e ativismos de trabalhadoras\/es\/ies precarizados em outros contextos nacionais; produ\u00e7\u00e3o do comum em contextos de mobilidade; tr\u00e2nsitos e movimentos migrat\u00f3rios do Sul, desde o Sul e entre o Sul.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fc06493 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"fc06493\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"'Sou como o vento': (im)possibilidades de circula\u00e7\u00e3o transnacional para profissionais do sexo brasileiras\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-659ee9e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"659ee9e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Tita &#8211; Letizia Patriarca (Universidade de S\u00e3o Paulo, BRASIL)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Nesta apresenta\u00e7\u00e3o proponho repensar as possibilidades de tr\u00e2nsitos transnacionais para brasileiras que realizam trabalho sexual. A partir de uma trajet\u00f3ria de pesquisa etnogr\u00e1fica de mais de uma d\u00e9cada com profissionais do sexo brasileiras &#8211; cis, trans e travestis &#8211; que circulam pelos mercados sexuais no Brasil e na It\u00e1lia, analiso as possibilidades e efeitos desses movimentos, que nem sempre s\u00e3o considerados migrat\u00f3rios. Trago para an\u00e1lise desigualdades transnacionais em termos de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento sobre o tr\u00e1fico de pessoas para fins de explora\u00e7\u00e3o sexual, em di\u00e1logo com uma bibliografia cr\u00edtica sobre o enquadramento desse crime, sobretudo em pa\u00edses do Norte Global. Partindo do entendimento de que os termos do debate sobre tr\u00e1fico de pessoas s\u00e3o necessariamente diferentes no Brasil e na It\u00e1lia, ressalto as possibilidades de comunica\u00e7\u00e3o transnacional para pensar os tr\u00e2nsitos de corpos e epistemologias \u201cputas\u201d brasileiras que se envolvem com o trabalho sexual na It\u00e1lia. Apesar de uma j\u00e1 consolidada bibliografia socioantropol\u00f3gica que demonstrou como enquadrar certas mobilidades como tr\u00e1fico de pessoas para fins de explora\u00e7\u00e3o sexual produz efeitos contr\u00e1rios aos seus objetivos, h\u00e1 um alto n\u00edvel de investimento em programas antitr\u00e1fico na It\u00e1lia. Dessa forma, destaco e questiono por que a migra\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 considerada a principal lente de an\u00e1lise para abordar, orientar e gerir pol\u00edticas relacionadas ao trabalho sexual na It\u00e1lia. Em sentido contr\u00e1rio, argumento que o problema de tr\u00e1fico de pessoas para fins de explora\u00e7\u00e3o sexual pode ser muitas vezes consequ\u00eancia de ru\u00eddos transnacionais sobre a realiza\u00e7\u00e3o e legitima\u00e7\u00e3o do trabalho sexual, mais do que um problema migrat\u00f3rio. Por meio de trabalho de campo realizado com profissionais do sexo brasileiras em tr\u00e2nsito, questiono ent\u00e3o quais s\u00e3o as possibilidades de circula\u00e7\u00e3o transnacional em contextos de trabalhos precarizados e que transitam entre enquadramentos legais diversos, ainda que n\u00e3o completamente criminalizados.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9e24b7f elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"9e24b7f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Los modos de vida en la industria de la confecci\u00f3n de indumentaria m\u00e1s all\u00e1 de la informalidad\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-10ab2ef elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"10ab2ef\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Antonella Allasia Delmonte (Universidad de Buenos Aires\/CONICET, Argentina)<\/h4><h4><strong>RESUMEN <\/strong><strong>\/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Mi investigaci\u00f3n estudia los modos de vida ligados a la industria de la confecci\u00f3n de ropa en Buenos Aires y Sao Paulo en contextos de movilidad Sur-Sur. En ella, se destacan las mujeres y varones migrantes de Bolivia que organizan su trabajo, principalmente, a partir de talleres que cumplen, a la vez, la funci\u00f3n de viviendas. En esta presentaci\u00f3n quiero discutir algunas premisas sobre los talleres vinculadas con su desconexi\u00f3n, atomizaci\u00f3n o aislamiento y esto, a su vez, implica problematizar insistentes dicotom\u00edas que intentan explicar y ordenar el mundo social, como la idea dual de formal-informal para entender el trabajo. Para esto, propongo analizar, desde una mirada interseccional, las relaciones de interdependencia que surgen en el marco de los talleres de confecci\u00f3n de prendas de vestir de migrantes bolivianos y bolivianas que viven en S\u00e3o Paulo y Buenos Aires en la actualidad. Destacar la relaciones y redes &#8211; aun en el marco de desigualdad &#8211; que implican las formas de vida costureras resulta imprescindible en tanto los talleres textiles contin\u00faan predominantemente le\u00eddos y entendidos en t\u00e9rminos de esclavitud, superexplotaci\u00f3n, trabajo no libre, trabajo forzoso o informalidad, resaltando as\u00ed las formas de precariedad m\u00e1s extremas, las carencias (ya sea de registro, de salario, de\u00a0 control, de movimiento) o lig\u00e1ndolos a la clandestinidad, el aislamiento y el encierro. Un aspecto sustantivo del enfoque etnogr\u00e1fico de modos de vida adoptado reside en ofrecer un desplazamiento de un abordaje que privilegia la relaci\u00f3n salarial a las formas de (sostener) la vida e implica en el an\u00e1lisis tanto a las relaciones que tienen lugar en el mercado de trabajo como a una multiplicidad de pr\u00e1cticas y relaciones que no est\u00e1n medidas por el mercado pero que tambi\u00e9n resultan sustantivas para la producci\u00f3n de la vida y, en este caso, de los talleres-casa. Los datos emp\u00edricos surgen del trabajo de campo desarrollado entre 2023 y 2025 en ambas ciudades.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1013922 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"1013922\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 3. T\u00edtulo: \"Migraciones y trabajo textil: trayectorias migratorias y estrategias laborales de costureros peruanos en la ciudad de C\u00f3rdoba (Argentina)\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3555a23 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"3555a23\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Mar\u00eda Gabriela Rho (CIECS \/ CONICET &#8211; UNC, C\u00f3rdoba, Argentina)<\/h4><h4><strong>RESUMEN <\/strong><strong>\/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Este art\u00edculo examina las trayectorias migratorias y laborales de costureros peruanos que se emplean en polos productivos textiles del Movimiento de Trabajadores Excluidos (MTE) localizados en la ciudad de C\u00f3rdoba (Argentina). En concreto, el objetivo es indagar las estrategias desplegadas por los costureros migrantes frente a diferentes contextos socio-econ\u00f3micos y laborales en pos de garantizar mejores condiciones de trabajo y de reproducci\u00f3n de la vida. Para esto, se utiliz\u00f3 una metodolog\u00eda cualitativa que, entre los a\u00f1os 2024 y 2025, reuni\u00f3 registros de campo, entrevistas semi-estructuradas y fuentes documentales.<\/h4><h4>Esta investigaci\u00f3n muestra que los costureros migrantes delinean estrategias que buscan adaptarse y reconfigurarse a los diferentes contextos socio-econ\u00f3micos y a las oportunidades laborales disponibles, por lo que los trabajos de costura se constituyen tanto como una estrategia de sobrevivencia que implica altos niveles de subordinaci\u00f3n y explotaci\u00f3n, como as\u00ed tambi\u00e9n una estrategia pol\u00edtica de autogesti\u00f3n y organizaci\u00f3n pol\u00edtica. En este marco, los polos productivos textiles \u2014inscriptos en la econom\u00eda popular\u2014, buscaron erigirse como unidades socio-productivas que buscaban garantizar condiciones aptas de infraestructura en los lugares de trabajo, derechos laborales y, centralmente, mejorar las posiciones de desventaja que los costureros poseen en relaci\u00f3n a los fabricantes y comercializadores. Sin embargo, la industria textil \u2014y, m\u00e1s a\u00fan, aquellas unidades productivas impulsadas en el marco de la econom\u00eda popular\u2014 se encuentran c\u00edclicamente afectadas a ra\u00edz de la crisis econ\u00f3mica y la eliminaci\u00f3n de las pol\u00edticas p\u00fablicas que protegen o buscan fortalecer al sector. Por lo que, durante el gobierno de Javier Milei (2023), en un contexto de crisis econ\u00f3mica generalizada que, particularmente, afect\u00f3 a la industria textil, los costureros migrantes debieron evaluar y redefinir sus estrategias laborales: algunos apostaron a sostener los polos productivos textiles, mientras otros retornaron a sus talleres textiles domiciliarios.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-28004db elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"28004db\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 4. T\u00edtulo: \"O di\u00e1rio de Maura Can\u00e7ado nos limiares do hosp\u00edcio: mitologia colonial, psiquiatria e (re)exist\u00eancia\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d5068ce elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d5068ce\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra.(c) Kelly Gouveia Andrade (Universidade Federal de Mato Grosso &#8211; UFMT, Brasil), Dr. M\u00e1rio C\u00e9zar Silva Leite (PPG-ECCO, UFMT, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN <\/strong><strong>\/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Esta comunica\u00e7\u00e3o analisa as \u00abfeituras da vida em tr\u00e2nsitos\u00bb a partir das viv\u00eancias nos limiares ontol\u00f3gicos e institucionais registrados no di\u00e1rio Hosp\u00edcio \u00e9 Deus (1965), de Maura Lopes Can\u00e7ado (1929-1993). Apoiando-se nas epistemologias feministas de Mar\u00eda Lugones (2010) e Rita Segato (2014), argumenta-se que o \u00abtr\u00e2nsito\u00bb da autora ocorre na fronteira imposta entre o espa\u00e7o p\u00fablico e o confinamento psiqui\u00e1trico. O asilo revela-se como o bra\u00e7o punitivo do \u00abpatriarcado colonial moderno de alta intensidade\u00bb (SEGATO, 2014). Prop\u00f5e-se que esse sistema \u00e9 estruturado por uma mitologia cat\u00f3lica colonial, ideologia que demoniza a mat\u00e9ria e os instintos para exercer o controle absoluto sobre o corpo feminino. Essa mesma matriz mitol\u00f3gica secularizou-se, fundamentando o funcionamento da sociedade e o fazer cient\u00edfico hegem\u00f4nico, como a psiquiatria mecanicista. Atrav\u00e9s do \u00abolhar colonial administrativo e pornogr\u00e1fico\u00bb (SEGATO, 2014), a ci\u00eancia m\u00e9dica patologiza a mulher dissidente, empurrando-a para a zona do n\u00e3o-humano na l\u00f3gica da \u00abcolonialidade do g\u00eanero\u00bb (LUGONES, 2010). O corpo feminino \u00e9, assim, reduzido a uma m\u00e1quina defeituosa a ser contida. Contudo, em vez de sucumbir \u00e0 passividade do diagn\u00f3stico, Maura Can\u00e7ado aciona a escrita autobiogr\u00e1fica como t\u00e1tica de (re)exist\u00eancia. A feitura de seu di\u00e1rio configura-se como um trabalho intelectual precarizado produzido desde a margem. Habitado visceralmente o \u00abl\u00f3cus fraturado\u00bb e o \u00abpensamento liminar\u00bb (LUGONES, 2010), a autora tensiona a desigual legitima\u00e7\u00e3o de saberes, contrapondo a poesia liter\u00e1ria \u00e0 taxonomia m\u00e9dica colonial. Ao reescrever sua identidade, Can\u00e7ado borra as fronteiras entre o normal e o patol\u00f3gico, o formal e o informal. Conclui-se que o di\u00e1rio desestabiliza a matriz ideol\u00f3gica e cient\u00edfica do patriarcado, demonstrando como mulheres confinadas no Sul Global forjam saberes subalternos para reivindicar a soberania sobre suas hist\u00f3rias.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-baba05f elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"baba05f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 5. T\u00edtulo: \"Migrantes venezolanos en Brasil, demograf\u00eda y trabajo por g\u00e9nero\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-740fb20 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"740fb20\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Ph.D. Liliana Acero (Programa de P\u00f3sGracuaci\u00f3n en Pol\u00edticas P\u00fablicas, Estrategias y Desarollo &#8211; PPED, Instituto de Economia, Universidad Federal de Rio de Janeiro, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN <\/strong><strong>\/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Los migrantes venezolanos constituyen el primer flujo de migraci\u00f3n Sur-Sur en Brasil, representando en 2023 m\u00e1s de la mitad del total de la poblaci\u00f3n migrante (ex. 56.88%), con un predominio de hombres (53, 67 %). El presente trabajo tiene como fin la descripci\u00f3n de tendencias socio-demogr\u00e1ficas, mediante un an\u00e1lisis cualitativo basado en dados secundarios, estad\u00edsticas y literatura especializada. Algunos hallazgos muestran que, en 2025, la cantidad de migrantes venezolanos era de 732.300; 147.000 hab\u00edan obtenido refugio \u2013el mayor porcentaje en la regi\u00f3n-, 611.000 permisos de residencia y desde 2019, se incluyen un 13% de indocumentados. El total de los trabajos de Venezolanos en el mercado formal en 2023 era de 121. 827 &#8211; la mayor inserci\u00f3n de migrantes. Pero trabajan en empleos precarios, mal pagos y con una fuerte degradaci\u00f3n ocupacional cuando comparada con sus altas calificaciones. Los sectores econ\u00f3micos prioritarios son: la industria- en la alimentaci\u00f3n, refrigeraci\u00f3n y procesamiento de carnes, en servicios de mec\u00e1nica y cocina, en comercio (vendedores\/as), reparaciones y construcci\u00f3n civil. Resulta interesante que el trabajo en servicio dom\u00e9stico y como cuidadoras no sea tan relevante entre las mujeres Venezolanas y adem\u00e1s, ellas ocupan un rol importante en educaci\u00f3n, salud y servicios sociales (2.439 empleadas en 2023). Los Venezolanos est\u00e1n en 2023 tambi\u00e9n bien representados como t\u00e9cnicos de nivel medio (3.607- con mayor\u00eda de hombres) y entre profesionales de las Ciencias y las Artes (1.718 &#8211; con mayor\u00eda de mujeres). Aun as\u00ed, los patrones estereotipados de g\u00e9nero predominan a nivel familiar, aunque bastantes mujeres recurren a emprendimientos familiares digitalizados como forma de tener recursos propios, combinando tareas del hogar con trabajo informal remunerado. Bastantes mujeres reportan que la migraci\u00f3n ha influido positivamente en las relaciones sociales de g\u00e9nero, cuestionando el autoritarismo de sus parejas, encontrando mayor autonom\u00eda e defini\u00e9ndose m\u00e1s claramente en su orientaci\u00f3n sexual.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9939cb6 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"9939cb6\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 6. T\u00edtulo: \"'Hay emociones que no permito': G\u00e9nero, trabajo y bloque emocional en la migraci\u00f3n venezolana en Buenos Aires\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ea98f4e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ea98f4e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Maryoly Ibarra (Instituto de Investigaciones Sociales de Am\u00e9rica Latina &#8211; IICSAL \/ FLACSO &#8211; CONICET, Ciudad Aut\u00f3noma de Buenos Aires, Argentina)<\/h4><h4><strong>RESUMEN <\/strong><strong>\/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> En el contexto del incremento de los flujos migratorios venezolanos en la regi\u00f3n, en el que Argentina se ha posicionado como un destino destacado por sus mayores posibilidades de regularizaci\u00f3n migratoria, esta ponencia tiene como prop\u00f3sito analizar, desde una perspectiva relacional de g\u00e9nero, c\u00f3mo ante los obst\u00e1culos y dificultades para la inserci\u00f3n laboral, mujeres y varones venezolanos elaboran estrategias afectivas de \u201cbloqueo emocional\u201d para poder llevar a cabo sus tareas productivas y reproductivas, en especial en las primeras etapas de la migraci\u00f3n. En t\u00e9rminos metodol\u00f3gicos, el estudio se apoya en un trabajo de campo etnogr\u00e1fico de participaci\u00f3n observante realizado entre 2022 y 2023 en espacios de atenci\u00f3n psicosocial destinados a esta poblaci\u00f3n migrante, como forma de \u201cacompa\u00f1amiento emocional\u201d, y en entrevistas en profundidad a mujeres y varones profesionales de dicha nacionalidad. Llamativamente, estos espacios de \u201ccontenci\u00f3n\u201d, mayormente feminizados, mostraron los modos en que distintos imaginarios, mandatos y construcciones socioculturales de lo femenino, expresados en la mayor demanda de cuidados, y de lo masculino, sostenidos por los imperativos de producci\u00f3n y el rol de proveedor, muchas veces provenientes del pa\u00eds de origen e inscriptos en un r\u00e9gimen emocional, inciden al momento de sobrellevar los diversos obst\u00e1culos en la inserci\u00f3n laboral en Argentina. Estos escollos no solo implican una ruptura en las posiciones que mujeres y varones ocupaban en Venezuela, atravesadas, a su vez, por procesos de desigualdad y desclasamiento exacerbados por la migraci\u00f3n, sino que tambi\u00e9n habilitan la circulaci\u00f3n de emociones como el miedo, la frustraci\u00f3n y la ira que, por medio del \u201cbloqueo\u201d sostenido por idearios de fortaleza, autonom\u00eda, empoderamiento y liderazgo, tienen repercusiones subjetivas y corporales particulares en funci\u00f3n del g\u00e9nero.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-44348ee elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"44348ee\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 7. T\u00edtulo: \"As fronteiras do pertencimento: uma etnografia da experi\u00eancia de mobilidade de mulheres migrantes e refugiadas em Joanesburgo\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c74fda3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c74fda3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra.(c) Barbara Marciano Marques (PPGAS-DAN, UnB \/ Centro Scalabriniano de Estudos Migrat\u00f3rios &#8211; CSEM, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN <\/strong><strong>\/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Esta pesquisa busca responder como mulheres migrantes e refugiadas constroem estrat\u00e9gias de perman\u00eancia e sobreviv\u00eancia em Joanesburgo, \u00c1frica do Sul, em um contexto marcado pela crescente xenofobia, viol\u00eancia e protestos anti-imigra\u00e7\u00e3o. O g\u00eanero, sobreposto a outros \u201cmarcadores sociais da domina\u00e7\u00e3o\u201d (Venancio, 2024) como ra\u00e7a, etnia, classe, nacionalidade, sexualidade e a maternidade, interfere na experi\u00eancia de mobilidade das mulheres, produzindo viv\u00eancias espec\u00edficas e relativas a esses fen\u00f4menos. Partindo da proposta te\u00f3rica e metodol\u00f3gica da constru\u00e7\u00e3o de uma etnografia a partir dos conflitos, proponho o uso de uma etnografia multiator (Little, 2006) para colocar em perspectiva a experi\u00eancia das mulheres migrantes e refugiadas produzida nas rela\u00e7\u00f5es entre diferentes atores (Estado, institui\u00e7\u00f5es, comunidades locais, ONGs). A mobilidade humana no continente Africano \u00e9 um cen\u00e1rio complexo e diversificado (Chiesa, 2021). No que diz respeito aos deslocamentos internos, destacam-se aqueles provocados por conflitos pol\u00edticos e guerras internas, al\u00e9m de cat\u00e1strofes clim\u00e1ticas e a busca por servi\u00e7os e oportunidades oferecidos por outras cidades ou pa\u00edses. A abertura pol\u00edtica com fim do Apartheid na \u00c1frica do Sul em 1994, representou, em termos ideol\u00f3gicos, a constru\u00e7\u00e3o de uma \u201cna\u00e7\u00e3o Arco-\u00edris\u201d, inclusiva e aberta, quanto a hospitalidade e significou o posicionamento do pa\u00eds como uma pot\u00eancia regional (Schierup, 2018). \u00c9 nesse cen\u00e1rio que a \u00c1frica do Sul se configurou como um destino atrativo para migra\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo que as pol\u00edticas de repara\u00e7\u00e3o do per\u00edodo p\u00f3s-apartheid redefiniram as formas de pertencimento e cidadania, ou conforme indicado por Geschiere (2009) \u201cautococnia\u201d, com as migra\u00e7\u00f5es regionais tencionando as rela\u00e7\u00f5es entre nacionais e estrangeiros. A escolha por fazer uma etnografia multiator, de maneira mais ampla, busca dar conta de compreender as rela\u00e7\u00f5es, negocia\u00e7\u00f5es e media\u00e7\u00f5es que constituem a experi\u00eancia de mobilidade na \u00c1frica do Sul.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00abFeituras da vida em tr\u00e2nsitos: g\u00eanero, sexualidade e trabalho\u00bb Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra. Tita &#8211; Letizia Patriarca (Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil) Dra. Antonella Allasia Delmonte (Universidad de Buenos Aires, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dra. Thais Henriques Tiriba (Funda\u00e7\u00e3o Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo, Brasil) Resumen \/ Resumo Esse grupo de<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2783\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2783","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-IT","jetpack-related-posts":[{"id":2690,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2690","url_meta":{"origin":2783,"position":0},"title":"Grupos de Trabajo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"El 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026 anuncia los Grupos de Trabajo (GTs) aprobados, en sus dos modalidades: presencial y virtual.Para inscribir su ponencia (individual o grupal), revise el Grupo de Trabajo m\u00e1s acorde a su tem\u00e1tica y, luego, lea las indicaciones y c\u00f3mo inscribirse AQU\u00cd.\/O 3\u00ba Congresso\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":1863,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=1863","url_meta":{"origin":2783,"position":1},"title":"Inscripci\u00f3n 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur","author":"petrizzo","date":"18\/01\/2026","format":false,"excerpt":"PR\u00d3RROGA PARA INSCRIPCI\u00d3N DE PONENCIAS EN 19 GTS (7 PRESENCIALES Y 12 VIRTUALES) \/ PRORROGA\u00c7\u00c3O DO PRAZO DE INSCRI\u00c7\u00c3O DE APRESENTA\u00c7\u00d5ES EM 19 EDI\u00c7\u00d5ES DO GTS (7 PRESENCIAIS E 12 VIRTUAIS) (CERRADO) Pr\u00f3rroga para inscripci\u00f3n de ponencias: desde el lunes 29\/06 hasta el domingo 05\/07\/2026, solo para aquellos GTs con\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2836,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2836","url_meta":{"origin":2783,"position":2},"title":"GT virtual 9 (Re)fazendo religiosidades dentro e fora da di\u00e1spora","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"(Re)fazendo religiosidades dentro e fora da di\u00e1spora: escritas de si e enfrentamentos na contemporaneidade\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dr. Claudenilson da Silva Dias (Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, Brasil)Dra. Florita Cuhanga Ant\u00f3nio Telo (FTC G\u00eanero e Diversidade Consultoria, Angola) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dr. Lucas Gomes de Medeiros\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2971,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2971","url_meta":{"origin":2783,"position":3},"title":"GT A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria: pesquisar contracolonialmente e disciplinarmente no Brasil e na Col\u00f4mbia\" Coordinaci\u00f3n Dra. Carolina Tamayo Osorio (Universidade Estadual do Par\u00e1, Brasil)Dr. \u00d3scar Guillermo Charry (Universidad de Antioquia, Col\u00f4mbia) Moderaci\u00f3n Dra. 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Eufr\u00e1sio Bango (Universidade SAVE, Mo\u00e7ambique - provincia de Gaza) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dr.(c) Felipe Magno Silva Pires (Universidade Federal do Amazonas-UFAM, Brasil) Resumen \/\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2783","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2783"}],"version-history":[{"count":35,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2783\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5124,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/2783\/revisions\/5124"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2783"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}