{"id":2804,"date":"2026-05-14T11:21:37","date_gmt":"2026-05-14T15:51:37","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2804"},"modified":"2026-05-19T07:41:15","modified_gmt":"2026-05-19T12:11:15","slug":"gt-memoria-imagem-e-o-antropoceno","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2804","title":{"rendered":"GT virtual 7 Mem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2804\" class=\"elementor elementor-2804\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-960364c e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"960364c\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f0e17b4 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"f0e17b4\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Mem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno: tecnologias, aus\u00eancias e mundos em ru\u00ednas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-df5fb83 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"df5fb83\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cc1d596 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"cc1d596\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Mestrando Daniel Erc\u00edlio N\u00e9res (Universidade Feevale &#8211; Novo Hamburgo\/Brasil)<\/h4><h4>Dra. Wanda Balb\u00e9 (Universidad de Buenos Aires, Argentina)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6a1d21c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"6a1d21c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-61e25a5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"61e25a5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutorando Daniel Gevehr Keller (Universidad Jorge Tadeo Lozzano|Universidade Feevale , Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-07d2351 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"07d2351\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7fcb0cc elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7fcb0cc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>O Grupo de Trabalho \u201cMem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno: tecnologias, aus\u00eancias e mundos em ru\u00ednas\u201d prop\u00f5e uma reflex\u00e3o sobre as articula\u00e7\u00f5es entre mem\u00f3ria, tecnologias, imagens e fen\u00f4menos naturais em contextos de transforma\u00e7\u00f5es socioambientais. Em um cen\u00e1rio atravessado por crises clim\u00e1ticas, urg\u00eancias de deslocamentos e reconfigura\u00e7\u00f5es do mundo vivido, interessa-nos compreender como diferentes formas de media\u00e7\u00e3o, e em especial as visuais, participam da constru\u00e7\u00e3o, da preserva\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m da transforma\u00e7\u00e3o das mem\u00f3rias. Ao considerar as tecnologias n\u00e3o apenas como ferramentas, mas como dispositivos que organizam modos de ver, registrar e compartilhar experi\u00eancias, o GT busca investigar como imagens, m\u00eddias e pr\u00e1ticas sens\u00edveis operam como formas de saber e rela\u00e7\u00e3o com o mundo. Fotografias, filmes, arquivos, pr\u00e1ticas performativas e registros audiovisuais s\u00e3o entendidos para al\u00e9m do\u00a0 suporte de mem\u00f3ria, mas, tamb\u00e9m, como modos de produ\u00e7\u00e3o de presen\u00e7a, que s\u00e3o atravessados por enquadramentos culturais, afetivos e pol\u00edticos. Acontecimentos, como os recorrentes desastres naturais, afetam diretamente este campo de rela\u00e7\u00f5es, uma vez que da mesma forma que colocam em risco a exist\u00eancia humana, tamb\u00e9m amea\u00e7am os dispositivos de preserva\u00e7\u00e3o, como as fotografias, arquivos e registros. Na falta destes, o que resta s\u00e3o as aus\u00eancias, tensionando modos de lembrar e narrar experi\u00eancias. No entanto,\u00a0 essas rupturas mobilizam pr\u00e1ticas de reconstru\u00e7\u00e3o e media\u00e7\u00e3o, nas quais tecnologias, design e a\u00e7\u00f5es coletivas passam a atuar na reconfigura\u00e7\u00e3o de acervos, na produ\u00e7\u00e3o de novos registros e na elabora\u00e7\u00e3o de respostas sens\u00edveis frente \u00e0 perda. Nesse processo, a mem\u00f3ria n\u00e3o se limita \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o do que permanece, mas se constitui tamb\u00e9m nas tentativas de recomposi\u00e7\u00e3o, reinven\u00e7\u00e3o e cuidado com aquilo que foi interrompido. Assim, o GT prop\u00f5e pensar o Antropoceno como um contexto no qual natureza, t\u00e9cnologia e vida se entrela\u00e7am de maneira insepar\u00e1vel. Neste pensamento, as mem\u00f3rias\u00a0 v\u00e3o al\u00e9m do car\u00e1ter\u00a0 humano e a natureza passa a ser reconhecida como agente ativo na produ\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o de mundos, especialmente em situa\u00e7\u00f5es de ru\u00edna, continuidade e reinven\u00e7\u00e3o. A partir de uma abordagem interdisciplinar, o Grupo de Trabalho convida pesquisadoras e pesquisadores a compartilhar trabalhos que explorem as m\u00faltiplas rela\u00e7\u00f5es entre mem\u00f3ria, imagem, tecnologia e aus\u00eancia, considerando tanto processos de preserva\u00e7\u00e3o quanto experi\u00eancias de perda, deslocamento e reconstru\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria em contextos contempor\u00e2neos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b8c8ad0 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b8c8ad0\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"\u00c1lbuns de fam\u00edlia: mem\u00f3ria e aus\u00eancia em contextos de perda\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b054336 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"b054336\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA: <\/strong>Mestrando Daniel Erc\u00edlio N\u00e9res (Universidade Feevale &#8211; Novo Hamburgo\/Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> O trabalho investiga como a mem\u00f3ria se reorganiza diante da perda de fotografias em contextos de desastre socioambiental, tomando como refer\u00eancia as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024 e a consequente destrui\u00e7\u00e3o de \u00e1lbuns de fam\u00edlia e arquivos afetivos. Ao compreender a fotografia como suporte sens\u00edvel de experi\u00eancias e narrativas, a pesquisa prop\u00f5e deslocar a aus\u00eancia do campo da falta para o de produ\u00e7\u00e3o, entendendo-a como um espa\u00e7o ativo no qual a mem\u00f3ria continua a operar. Nesse cen\u00e1rio, a perda das fotografias n\u00e3o representa apenas o desaparecimento de registros, mas uma ruptura nos modos de lembrar, narrar e reconhecer o vivido. A aus\u00eancia tensiona as formas tradicionais de ancoragem da mem\u00f3ria e coloca em evid\u00eancia outras possibilidades de elabora\u00e7\u00e3o, nas quais aquilo que n\u00e3o pode mais ser visto passa a ser sustentado pela oralidade e por pr\u00e1ticas cotidianas de rememora\u00e7\u00e3o. A pesquisa se insere no campo da antropologia visual e adota uma abordagem etnogr\u00e1fica, baseada na escuta de narrativas e na observa\u00e7\u00e3o situada, com aten\u00e7\u00e3o \u00e0s dimens\u00f5es sensoriais e corporais da experi\u00eancia. Parte-se do entendimento de que a mem\u00f3ria n\u00e3o se limita a seus suportes materiais, mas se constitui em rela\u00e7\u00f5es, pr\u00e1ticas e disputas que atravessam o cotidiano. Os resultados indicam que, diante da destrui\u00e7\u00e3o dos arquivos, a mem\u00f3ria se desloca para outros regimes de presen\u00e7a, como a oralidade, os gestos, os afetos e o corpo. Observa-se que a aus\u00eancia n\u00e3o produz um vazio, mas reorganiza as formas de lembrar, evidenciando a capacidade de reinven\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria. Conclui-se que a destrui\u00e7\u00e3o das imagens, embora produza ruptura, tamb\u00e9m ativa processos de reconstru\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica, nos quais novas formas de continuidade emergem em meio \u00e0s ru\u00ednas.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0cca402 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"0cca402\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Po\u00e9ticas ruderais nas ru\u00ednas da ind\u00fastria cal\u00e7adista\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c907c9f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c907c9f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Doutorando Daniel Gevehr Keller (Universidad Jorge Tadeo Lozzano|Universidade Feevale , Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> O trabalho investiga como a Euphorbia thymifolia, conhecida como quebra-pedra, atua como agente de recomposi\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, po\u00e9tica e epistemol\u00f3gica nas ru\u00ednas do antigo polo cal\u00e7adista de Novo Hamburgo (RS), com foco no bairro hist\u00f3rico de Hamburgo Velho. Partindo da cr\u00edtica \u00e0 monocultura do design, a pesquisa compreende a ru\u00edna como campo de ressurg\u00eancia, onde vidas humanas e n\u00e3o humanas reorganizam a habitabilidade da paisagem. Nesse contexto, a fissura torna-se chave anal\u00edtica para observar a ruderalidade, entendida tanto em seu sentido bot\u00e2nico (capacidade de certas plantas habitarem ambientes perturbados) quanto como no\u00e7\u00e3o ampliada de emerg\u00eancia em cen\u00e1rios de colapso. Metodologicamente, o estudo adota uma abordagem qualitativa e interpretativa, ancorada na etnografia multiesp\u00e9cie, em caminhadas, registros fotogr\u00e1ficos e observa\u00e7\u00e3o situada, tomando a planta como coautora metodol\u00f3gica. Em di\u00e1logo com Anna Tsing, Tim Ingold, Stefano Mancuso e Alfredo Guti\u00e9rrez Borrero, o texto prop\u00f5e pensar a quebra-pedra como mediadora de pr\u00e1ticas equialtervalentes ao design, deslocando-o de sua voca\u00e7\u00e3o moderna, centralizadora e controladora para uma pr\u00e1tica relacional, responsiva e situada. Ao emergir entre frestas, muros e escombros, a planta denuncia o esgotamento da racionalidade industrial e, ao mesmo tempo, indica outras possibilidades de coexist\u00eancia. Conclui-se que a ruderalidade da E. thymifolia oferece uma cr\u00edtica ontol\u00f3gica ao design moderno e sugere uma reorienta\u00e7\u00e3o baseada em correspond\u00eancia multiesp\u00e9cie e aten\u00e7\u00e3o ao que brota nas ru\u00ednas.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: &#8220;Mem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno: tecnologias, aus\u00eancias e mundos em ru\u00ednas&#8221; Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Mestrando Daniel Erc\u00edlio N\u00e9res (Universidade Feevale &#8211; Novo Hamburgo\/Brasil) Dra. Wanda Balb\u00e9 (Universidad de Buenos Aires, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Doutorando Daniel Gevehr Keller (Universidad Jorge Tadeo Lozzano|Universidade Feevale , Brasil) Resumen \/ Resumo O Grupo de Trabalho \u201cMem\u00f3ria, imagem<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2804\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2804","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-Je","jetpack-related-posts":[{"id":3316,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3316","url_meta":{"origin":2804,"position":0},"title":"GT presencial 8 Est\u00e9ticas do Fim do Mundo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"16\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Est\u00e9ticas do Fim do Mundo: arte, fabula\u00e7\u00f5es e narrativas no Antropoceno como dispositivo de pesquisa nas Antropologias do Sul\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Priscila Silva Queiroz Cevada (Laborat\u00f3rio do N\u00facleo de Antropologia Urbana-LabNAU, Universidade de S\u00e3o Paulo-USP, Brasil)Tiana Zampedri (Facultad de Filosof\u00eda y Letras, Universidad de Buenos Aires, Argentina)\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2690,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2690","url_meta":{"origin":2804,"position":1},"title":"Grupos de Trabajo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"El 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026 anuncia los Grupos de Trabajo (GTs) aprobados, en sus dos modalidades: presencial y virtual.Para inscribir su ponencia (individual o grupal), revise el Grupo de Trabajo m\u00e1s acorde a su tem\u00e1tica y, luego, lea las indicaciones y c\u00f3mo inscribirse AQU\u00cd.\/O 3\u00ba Congresso\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2771,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2771","url_meta":{"origin":2804,"position":2},"title":"GT virtual 4 Fric\u00e7\u00f5es ontol\u00f3gicas no Antropoceno","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Fric\u00e7\u00f5es ontol\u00f3gicas no Antropoceno: povos ind\u00edgenas e alian\u00e7as cosmopol\u00edticas em defesa da vida\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dr. Duvan Escobar (independente, Col\u00f4mbia)Dr. Flor\u00eancio Vaz (UFOPA, Brasil) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Mag. Ver\u00f3nica Azpiroz (UNLa, Argentina) Resumen \/ Resumo Este Grupo de Trabalho prop\u00f5e debater as m\u00faltiplas formas pelas quais povos ind\u00edgenas\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":1863,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=1863","url_meta":{"origin":2804,"position":3},"title":"Inscripci\u00f3n 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur","author":"petrizzo","date":"18\/01\/2026","format":false,"excerpt":"FORMULARIO DE INSCRIPCI\u00d3N DE PONENCIA \/ FORMUL\u00c1RIO DE INSCRI\u00c7\u00c3O DA APRESENTA\u00c7\u00d5E Fecha: del 20 de mayo de 2026 hasta el 20 de junio de 2026. DESCRIPCI\u00d3N: A trav\u00e9s de este formulario puede inscribir su propuesta de PONENCIA para el 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026. 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