{"id":2836,"date":"2026-05-14T13:09:30","date_gmt":"2026-05-14T17:39:30","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2836"},"modified":"2026-09-26T13:26:27","modified_gmt":"2026-09-26T17:56:27","slug":"gt-refazendo-religiosidades-dentro-e-fora-da-diaspora","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2836","title":{"rendered":"GT virtual 9 (Re)fazendo religiosidades dentro e fora da di\u00e1spora"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2836\" class=\"elementor elementor-2836\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fd05bb2 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"fd05bb2\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ee67f40 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"ee67f40\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"(Re)fazendo religiosidades dentro e fora da di\u00e1spora: escritas de si e enfrentamentos na contemporaneidade\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-31b2adb elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"31b2adb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3><strong>Horario<\/strong><\/h3><h4><strong>Grupo de Trabajo 9 virtual:<\/strong><\/h4><h4><strong>D\u00eda: <\/strong>Jueves-Quinta-feira 05\/11\/2026. <strong>Hora: <\/strong>15:30-19:00 hrs. (Sur Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cb958eb elementor-widget elementor-widget-button\" data-id=\"cb958eb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"button.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a class=\"elementor-button elementor-button-link elementor-size-sm\" href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=6388\">\n\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-button-content-wrapper\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-button-text\">Haz clic PROGRAMACI\u00d3N<\/span>\n\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t<\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6179c78 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"6179c78\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-42c478d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"42c478d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dr. Claudenilson da Silva Dias (Universidade Estadual de Feira de Santana &#8211; UEFS, Brasil)<\/h4><h4>Dra. Florita Cuhanga Ant\u00f3nio Telo (FTC G\u00eanero e Diversidade Consultoria, Angola)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-164929f elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"164929f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f25e6da elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f25e6da\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dr. Lucas Gomes de Medeiros (Universidade Federal Rural de Pernambuco &#8211; UFRPE, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-871267a elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"871267a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f3140f3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f3140f3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Esse grupo de trabalho visa ampliar discuss\u00f5es sobre as m\u00faltiplas viv\u00eancias religiosas e suas implica\u00e7\u00f5es na vida cotidiana. A partir de uma perspectiva feminista, racializada e queer buscaremos (re)pensar a religiosidade como um l\u00f3cus de reprodu\u00e7\u00e3o de opress\u00f5es, numa sociedade ancorada em recrudescimentos e fundamentalismos religiosos. Desse modo, o GT acolher\u00e1 trabalhos que versem sobre as religi\u00f5es de matriz africana e outras express\u00f5es religiosas que considerem um projeto de emancipa\u00e7\u00e3o social atrav\u00e9s das religi\u00f5es. Acolheremos ainda abordagens desde dentro dos espa\u00e7os religiosos com o intuito de respeitar as escritas de si dos povos tradicionais de terreiro e de outras express\u00f5es religiosas. Interessa-nos trabalhos que dialoguem com as diversas matrizes religiosas pensando a rela\u00e7\u00e3o desse conceito com as perspectivas ligadas a ra\u00e7a, sexualidade, gera\u00e7\u00e3o, territorialidades, dentre outros marcadores das diferen\u00e7as. Entendemos a import\u00e2ncia que a ideia de religiosidade adquiriu no percurso da hist\u00f3ria e (re)pensar tal conceito interseccionado a outros marcadores sociais da diferen\u00e7a, torna-se fundamental para identificar as potencialidades\/riscos ligados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de discursos e contra discursos religiosos. O entendimento das ideias transatl\u00e2nticas sobre a religiosidade tamb\u00e9m \u00e9 de interesse desse GT uma vez que a experi\u00eancia afro diasp\u00f3rica \u00e9 profundamente marcada pelo c\u00e2mbio de mem\u00f3rias de resist\u00eancia que sobreviveram \u00e0 travessia for\u00e7ada do oceano.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cd22a91 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"cd22a91\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"Lideran\u00e7as afrorreligiosas e o enfrentamento \u00e0 Colonialidade do Saber: uma breve an\u00e1lise sobre novas mentalidades no Candombl\u00e9 Contracolonial\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-64028ce elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"64028ce\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dr. Claudenilson da Silva Dias (Universidade Estadual de Feira de Santana, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> O texto apresenta a forma como lideran\u00e7as do Candombl\u00e9 promovem uma nova perspectiva de mentalidade no que se refere aos processos de ensino-aprendizagem comuns nas Comunidades Tradicionais de Terreiros. Esse \u00e9 um aspecto primaz para o desenvolvimento de uma pr\u00e1tica que contrarie a colonialidade do saber, ainda difundida nos espa\u00e7os de matriz africana, muito embora a nossa rela\u00e7\u00e3o com a troca de saberes se paute em princ\u00edpios africanos. Como ponto de contato as pessoas apresentadas promovem um debate sobre as viv\u00eancias LGBTQIAPN+, de modo a potencializar as nossas corporeidades diante de pr\u00e1ticas excludentes das minorias sexuais e de g\u00eanero.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6dfafed elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"6dfafed\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Religiosidades de Angola ao Brasil: aspectos e similaridades nas express\u00f5es de religiosidade em Salvador e Luanda\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-62cfcc5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"62cfcc5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Florita Telo (FTC G\u00eanero e Diversidade Consultoria, Angola)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> O pensamento africano com rela\u00e7\u00e3o as express\u00f5es de religiosidade n\u00e3o seguem uma l\u00f3gica de universalidade partindo do pressuposto que os entendimentos no campo da religi\u00e3o s\u00e3o d\u00edspares e n\u00e3o coadunam com a pr\u00e1ticas religiosas no ocidente. Muito embora existam v\u00e1rias similaridades entre as pr\u00e1ticas no Continente e no Brasil, no que se refere \u00e0s quest\u00f5es lit\u00fargicas, as pr\u00e1ticas culin\u00e1rias, ao nosso modo de evoca\u00e7\u00e3o do sagrado, a rela\u00e7\u00e3o com os mais velhos, dentre tantas outras, tamb\u00e9m nos diferenciamos em in\u00fameros aspectos. Desse modo, intentarei comparar as realidades da Prov\u00edncia de Luanda, em Angola, e a cidade baiana de Salvador no Brasil, cidades coirm\u00e3s pelas perspectivas culturais, alimentares e do \u00e2mbito da religiosidade afrodiasp\u00f3rica. Posso pensar, a partir do fil\u00f3sofo camaron\u00eas Achille Mbembe (2001) que essa pseudounicidade do pensamento africano assim como com a ideia de um Candombl\u00e9 \u201cpuro\u201d e universalizado \u00e9 no m\u00ednimo \u201cfalha\u201d uma vez que essa no\u00e7\u00e3o de pensamento \u00fanico geraria uma ess\u00eancia a ser contraposta pela no\u00e7\u00e3o de que a identidade religiosa angolana de per se n\u00e3o pode ser tomada \u201cpor uma \u00fanica palavra\u201d em sua express\u00e3o religiosa bem como o Candombl\u00e9 n\u00e3o tem uma \u00fanica matriz, assim o fosse, as casas matriciais teriam cultos id\u00eanticos e isso n\u00e3o acontece, cada uma \u201cmexe sua panela\u201d de acordo com suas convic\u00e7\u00f5es e cren\u00e7as individualizadas.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e42b6a5 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"e42b6a5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 3. T\u00edtulo: \"Pessoas transg\u00eanero e o sagrado: reflex\u00f5es a partir da Quimbanda no Rio Grande do Sul, Argentina e Uruguai\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bade176 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"bade176\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dr. Daniel Francisco de Bem (Universidade Federal da Fronteira Sul &#8211; UFFS, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ <\/strong><b>RESUMO<\/b><strong>:<\/strong> Este trabalho analisa a participa\u00e7\u00e3o e o lugar de pessoas trans nas religi\u00f5es de matriz africana, com foco na Quimbanda na regi\u00e3o fronteiri\u00e7a entre o Rio Grande do Sul, a Argentina e o Uruguai. Defende-se a hip\u00f3tese de uma continuidade estrutural (consciente ou n\u00e3o) que reserva \u00e0s dissid\u00eancias de g\u00eanero um papel de media\u00e7\u00e3o sagrada, cruzando a etnografia contempor\u00e2nea com a longa dura\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Sociedades tradicionais historicamente estruturaram espa\u00e7os rituais para identidades trans e n\u00e3o-bin\u00e1rias, como as hijras na \u00cdndia e os two-spirits na Am\u00e9rica do Norte. No contexto colonial portugu\u00eas do s\u00e9culo XVI, relatos de jesu\u00edtas em Angola e de processos inquisitoriais no Brasil (como o de Xica Manicongo) revelam que os quimbandas e chibados na Angola colonial exerciam fun\u00e7\u00f5es religiosas indissoci\u00e1veis de suas performances de g\u00eanero. Para compreender a reatualiza\u00e7\u00e3o desse fen\u00f4meno no Cone Sul, incorporam-se dados etnogr\u00e1ficos de v\u00e1rias pesquisas que descrevem a importante presen\u00e7a de pessoas queer desde os in\u00edcios da transnacionaliza\u00e7\u00e3o afrorreligiosa a partir dos anos de 1960 rumo ao Uruguai e \u00e0 Argentina. Contemporaneamente, como aponta Rita Segato, essa expans\u00e3o constr\u00f3i redes alternativas de filia\u00e7\u00e3o espiritual que desafiam as narrativas (nacionais, raciais, da cisgeneridade e da heterossexualidade) hegem\u00f4nicas no Rio da Prata. Assim, nesse conjunto religioso, principalmente a pr\u00e1tica da Quimbanda opera como esse lugar de acolhimento e reinven\u00e7\u00e3o existencial para a popula\u00e7\u00e3o trans local. Contudo, existem ambiguidades dentro do campo afrorreligioso transnacional e tensionam-se as contradi\u00e7\u00f5es internas dos terreiros, como o preconceito de pares e as disputas na adequa\u00e7\u00e3o dos assentamentos rituais \u00e0s identidades de g\u00eanero das filhas de santo. Conclui-se que, apesar do conservadorismo residual, a rede transnacional da Quimbanda preserva a pot\u00eancia cosmol\u00f3gica e pol\u00edtica dos corpos dissidentes, reapresentando na di\u00e1spora, e na contemporaneidade, saberes tradicionais para al\u00e9m da l\u00f3gica heteronormativa.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00ab(Re)fazendo religiosidades dentro e fora da di\u00e1spora: escritas de si e enfrentamentos na contemporaneidade\u00bb Horario Grupo de Trabajo 9 virtual: D\u00eda: Jueves-Quinta-feira 05\/11\/2026. Hora: 15:30-19:00 hrs. (Sur Brasil) Haz clic PROGRAMACI\u00d3N Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dr. Claudenilson da Silva Dias (Universidade Estadual de Feira de Santana &#8211; UEFS, Brasil) Dra. Florita Cuhanga Ant\u00f3nio Telo (FTC<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2836\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2836","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-JK","jetpack-related-posts":[{"id":6388,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=6388","url_meta":{"origin":2836,"position":0},"title":"PROGRAMACI\u00d3N","author":"Annel Mej\u00edas","date":"11\/09\/2026","format":false,"excerpt":"Compartimos el PROGRAMA GENERAL del 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026. El d\u00eda est\u00e1 distribuido en dos: modalidad presencial y modalidad virtual. 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Hora: 9:00-13:00 hrs. (Sur Brasil)Grupo de Trabajo 15 virtual Bloque B:D\u00eda: Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026. Hora: 15:30-18:00 hrs. (Sur Brasil) Haz clic PROGRAMACI\u00d3N Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra.(c) Liberacy de Souza Oliveira\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2971,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2971","url_meta":{"origin":2836,"position":4},"title":"GT A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria: pesquisar contracolonialmente e disciplinarmente no Brasil e na Col\u00f4mbia\" Coordinaci\u00f3n Dra. 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