{"id":2920,"date":"2026-05-14T16:54:01","date_gmt":"2026-05-14T21:24:01","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2920"},"modified":"2026-08-18T17:42:47","modified_gmt":"2026-08-18T22:12:47","slug":"gt-mobilidades-em-contextos-de-crise","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2920","title":{"rendered":"GT virtual 14 Mobilidades em contextos de crise"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2920\" class=\"elementor elementor-2920\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-03ddad3 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"03ddad3\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0d56e71 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"0d56e71\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Mobilidades em contextos de crise: migra\u00e7\u00e3o, trabalho e experi\u00eancias sociais no Sul Global: A Amaz\u00f4nia como rota, fronteira e espa\u00e7o de inser\u00e7\u00e3o migratoria\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dba439c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"dba439c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-23941e2 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"23941e2\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dr. Sidney Antonio da Silva (Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil)<\/h4><h4>Mag. Eduardo Jos\u00e9 Weffer Villarroel (Universidad Pedag\u00f3gica Experimental Libertador-UPEL\/ Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAMUFAM, Venezuela)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7817cfc elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"7817cfc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a2e7ed7 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a2e7ed7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Silvia Katherine Pacheco Teixeira (Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-faaa35c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"faaa35c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-935989f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"935989f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Este Grupo de Trabalho prop\u00f5e reunir pesquisas dedicadas \u00e0 an\u00e1lise das mobilidades humanas em contextos contempor\u00e2neos marcados por crises pol\u00edticas, econ\u00f4micas e humanit\u00e1rias no Sul Global. Em um cen\u00e1rio de intensifica\u00e7\u00e3o dos deslocamentos internacionais, interessa compreender como diferentes regimes migrat\u00f3rios, mercados de trabalho e din\u00e2micas sociais produzem formas diversas de inser\u00e7\u00e3o, exclus\u00e3o e perman\u00eancia.<\/h4><h4>O GT acolhe contribui\u00e7\u00f5es que privilegiem abordagens etnogr\u00e1ficas e an\u00e1lises situadas sobre as experi\u00eancias sociais da migra\u00e7\u00e3o, com \u00eanfase nas articula\u00e7\u00f5es entre mobilidade, trabalho (formal e informal), processos educativos, inf\u00e2ncias e juventudes migrantes, redes sociais e pr\u00e1ticas cotidianas.<\/h4><h4>Embora n\u00e3o se restrinja a uma regi\u00e3o espec\u00edfica, o GT destaca a Amaz\u00f4nia como um espa\u00e7o estrat\u00e9gico para reflex\u00e3o, compreendida como rota migratoria internacional, zona de fronteira e contexto de m\u00faltiplas possibilidades de inser\u00e7\u00e3o social. A partir desse e de outros contextos, busca-se problematizar categor\u00edas universalizantes e contribuir para o fortalecimento de perspectivas ancoradas nas antropologias do Sul.<\/h4><h4><strong>Objetivos:<\/strong><\/h4><ul><li><h4>Analisar as din\u00e2micas socioculturais das migra\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas em contextos do Sul Global, com \u00eanfase na Amaz\u00f4nia enquanto rota e espa\u00e7o de inser\u00e7\u00e3o migrat\u00f3ria, problematizando as interse\u00e7\u00f5es de ra\u00e7a, g\u00eanero e clase que estruturam os processos de mobilidade, perman\u00eancia e deslocamento em cen\u00e1rios de crise ambiental, econ\u00f4mica e pol\u00edtica.<\/h4><\/li><li><h4>Examinar as maneiras pelas quais as pol\u00edticas de controle de fronteiras e as din\u00e2micas sociais de exclus\u00e3o afetam a subjetividade, as mem\u00f3rias coletivas e a vida coletiva das popula\u00e7\u00f5es migrantes e refugiadas, gerando opacidades estrat\u00e9gicas \u2014 como dissimula\u00e7\u00e3o coletiva e dupla aus\u00eancia \u2014 diante do controle estatal e capitalista.<\/h4><\/li><li><h4>Tornar vis\u00edveis as experi\u00eancias de resist\u00eancia, mem\u00f3ria e autonom\u00eda constru\u00eddas por comunidades migrantes e refugiadas que forjam alternativas vitais contra a racializa\u00e7\u00e3o estrutural e a extrema precariedade do trabalho.<\/h4><\/li><li><h4>Promover metodologias participativas e descolonizadoras na pesquisa antropol\u00f3gica, como a etnografia colaborativa e as contranarrativas, para influenciar as agendas estatais e conscientizar as popula\u00e7\u00f5es \u00ab\u00bbnativas\u00bb\u00bb sobre a desumaniza\u00e7\u00e3o do outro, promovendo uma \u00abnomadologia\u00bb contra a sobrecodifica\u00e7\u00e3o colonial.<\/h4><\/li><\/ul>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ac023d elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"9ac023d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"A\u00e7\u00f5es e redes de solidariedade junto aos migrantes venezuelanos em Manaus \u2013 Amazonas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-780a364 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"780a364\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mag.\u00a0<span lang=\"ES-TRAD\">Bruno Mateus de Lima Coutinho\u00a0<\/span>(Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> O estudo em quest\u00e3o est\u00e1 vinculado \u00e0 linha de pesquisa \u00ab\u00bbA cidade e o urbano, migra\u00e7\u00f5es, patrim\u00f4nios e territ\u00f3rios\u00bb\u00bb do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e ao grupo de pesquisa de Estudos Migrat\u00f3rios na Amaz\u00f4nia (GEMA). A tem\u00e1tica \u00e9 a migra\u00e7\u00e3o e a atua\u00e7\u00e3o das diversas redes de solidariedade que existem na cidade de Manaus que \u00e9 uma das capitais brasileiras com maior n\u00famero de migrantes venezuelanos. A pesquisa busca retratar o cen\u00e1rio sociopol\u00edtico que ensejou o aumento da migra\u00e7\u00e3o de venezuelanos para o Brasil, al\u00e9m de identificar quais as principais problem\u00e1ticas vivenciadas pelos venezuelanos a partir de estudos antropol\u00f3gicos, e como se apresentam os limites e os desafios das redes de solidariedade de Manaus (Amazonas) no atendimento e inser\u00e7\u00e3o social dos venezuelanos. A mobilidade humana, no que se refere a migrantes, ap\u00e1tridas e refugiados, \u00e9 um fen\u00f4meno hist\u00f3rico e ficou n\u00edtido quando da acolhida de um n\u00famero expressivo migrantes que buscaram e continuam buscando aux\u00edlio e ajuda humanit\u00e1ria na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, em fun\u00e7\u00e3o da crise pol\u00edtica na Venezuela acentuada desde 2013, ap\u00f3s a morte do ent\u00e3o presidente bolivariano Hugo Ch\u00e1vez (1954-2013). Essa popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u00e0 margem do acesso \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas, e por consequ\u00eancia, acabam sofrendo viola\u00e7\u00f5es formais e simb\u00f3licas que possibilitam formas de exclus\u00e3o social e cidadania, uma vez que a quest\u00e3o da migra\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 na pauta de prioridades do poder p\u00fablico nacional. Diante desse cen\u00e1rio, verifica-se uma eloquente atua\u00e7\u00e3o de redes de solidariedade que comp\u00f5em um credo de vida que \u00e9 a pr\u00f3pria dignidade humana. As redes de solidariedade s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es do car\u00e1ter religioso na sociedade a partir da cidadania, hospitalidade e acolhimento. E, no caso dos migrantes venezuelanos, as redes de solidariedade atuantes no Brasil t\u00eam sido importantes agentes sociais para o condicionamento da vida objetiva e moral dessa popula\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4><strong>Palavras-chave:<\/strong> migra\u00e7\u00e3o, redes de solidariedade, antropologia, Venezuela, Brasil.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-45374bd elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"45374bd\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Na Pra\u00e7a dos Rem\u00e9dios: migrantes cenezuelanos, trabalho informal e as artes de fazer na \u201cCracol\u00e2ndia\u201d amaz\u00f4nica\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3eff2e3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"3eff2e3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mag.\u00a0<span lang=\"ES-TRAD\">Alexandre Alberto da Cunha\u00a0<\/span>(Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> O estudo em tela analisa a experi\u00eancia de migrantes venezuelanos na Pra\u00e7a dos Rem\u00e9dios, centro hist\u00f3rico de Manaus, um territ\u00f3rio estigmatizado pela m\u00eddia como \u201ccracol\u00e2ndia\u201d. A partir de 15 meses de etnografia implicada (2024-2025), acompanhei a rotina de ambulantes venezuelanos que vendem bananas e frutas na parte baixa da pra\u00e7a, intercalando suas atividades com a presen\u00e7a de usu\u00e1rios de crack, flanelinhas, carregadores de estivas e agentes da Zona Azul. Diferentemente das narrativas midi\u00e1ticas que reduzem a pra\u00e7a a uma zona de perigo e desordem, a pesquisa revela um cotidiano marcado por pactos t\u00e1citos de conviv\u00eancia, c\u00f3digos informais de prote\u00e7\u00e3o e redes de solidariedade que envolvem tanto migrantes quanto a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua. Descrevo as t\u00e1ticas que essas pessoas desenvolvem para sobreviver, ou seja, desmontar barracas em segundos diante da fiscaliza\u00e7\u00e3o, compartilhar alimentos, vigiar pertences coletivamente, e acionar alian\u00e7as com comerciantes locais. A pesquisa tamb\u00e9m discute como a pol\u00edtica de \u201crevitaliza\u00e7\u00e3o\u201d do centro de Manaus, que culminou no cerco da Pra\u00e7a dos Rem\u00e9dios em agosto de 2025, dispersou migrantes e pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua para abrigos, para a Pra\u00e7a da Matriz, para a feira Manaus moderna ou para o bairro do Educandos, evidenciando que a gest\u00e3o da pobreza na cidade opera por meio de uma geografia do provis\u00f3rio e do deslocamento for\u00e7ado. A etnografia situada mostra que, na Amaz\u00f4nia contempor\u00e2nea, a fronteira entre migrante, morador de rua e usu\u00e1rio de drogas \u00e9 porosa e muitas vezes indistinta, desafiando categorias universalizantes e reivindicando visibilidade para essas experi\u00eancias.<\/h4><h4><strong>Palavras-chave:<\/strong> Migra\u00e7\u00e3o venezuelana; Pra\u00e7a dos Rem\u00e9dios; trabalho informal; antropologia implicada; Amaz\u00f4nia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-199908b elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"199908b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 3. T\u00edtulo: \"Cartograf\u00edas de la resistencia: El nicho etnoling\u00fc\u00edstico Petra Reyes y la transterritorialidad del pueblo ind\u00edgena Mapoyo\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a5f5c49 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a5f5c49\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> M.Sc. Jeyni Gonz\u00e1lez Tabarez, Marvin Carias Bastidas<span lang=\"ES-TRAD\">\u00a0<\/span>(Laboratorio de Etnohistoria y Oralidad, Centro de Antropolog\u00eda, Instituto Venezolano de Investigaciones Cient\u00edficas -IVIC, Venezuela), Marvin Carias Bastidas (Representante del Nicho Etnoling\u00fc\u00edstico Mapoyo \u00abPetra Reyes\u00bb, Venezuela)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Esta ponencia narra la experiencia de creaci\u00f3n del nicho etnoling\u00fc\u00edstico Petra Reyes del pueblo Mapoyo, una iniciativa que evidencia el tr\u00e1nsito constante entre el territorio tradicional de El Palomo (Edo. Bol\u00edvar) y el entorno urbano de Puerto Ayacucho. Lejos de representar desarraigo, esta movilidad es concebida como una estrategia vital de persistencia para acceder a servicios b\u00e1sicos (salud y educaci\u00f3n), empleo y desarrollo econ\u00f3mico.<br \/>Impulsado por el deseo de transformar la ciudad en un espacio de resistencia, el nicho utiliza la lengua y la memoria como herramientas vivas de acci\u00f3n. En este proceso, la participaci\u00f3n de la familia Car\u00edas Bastidas ha sido clave para reconstruir la memoria hist\u00f3rica, garantizando que las nuevas generaciones urbanas mantengan el v\u00ednculo con su territorio ancestral frente a las presiones de la homogeneizaci\u00f3n ling\u00fc\u00edstica y sociocultural.<\/h4><h4>Desde el punto de vista anal\u00edtico, este relato etnogr\u00e1fico busca descentrar las visiones estatales sobre el desplazamiento ind\u00edgena. Se reivindica la capacidad de los Mapoyo para habitar y transformar los espacios que recorren, desafiando perspectivas ex\u00f3genas que confinan su existencia a geograf\u00edas est\u00e1ticas. Argumentamos que la vitalidad cultural se nutre de la articulaci\u00f3n entre el territorio de origen y la construcci\u00f3n de un habitar en el contexto urbano, siendo las traves\u00edas de movilidad una herramienta \u00fatil para representar esta din\u00e1mica y comprenderla.<\/h4><h4>En \u00faltima instancia, esta ponencia es un testimonio del trabajo colaborativo entre portadores de conocimiento y la academia. Propone entender la identidad Mapoyo a trav\u00e9s del concepto de transterritorialidad, donde el desplazamiento se convierte en una estrategia fundamental de supervivencia, y el nicho etnoling\u00fc\u00edstico act\u00faa como un espacio vital de reconfiguraci\u00f3n pol\u00edtica, transmisi\u00f3n intergeneracional y fortalecimiento identitario a trav\u00e9s de la Educaci\u00f3n Propia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-67eed76 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"67eed76\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 4. T\u00edtulo: \"Migraci\u00f3n e identidad: los Waraos y su traves\u00eda desde el Delta del Orinoco hasta el Cerrado Cuiabano, Brasil\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4462d28 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4462d28\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Omar Miguel Olivares Agreda<span lang=\"ES-TRAD\">\u00a0<\/span>(Universidad Federal de la Integraci\u00f3n Latinoamericana &#8211; UNILA, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>El presente estudio aborda el proceso migratorio del pueblo Warao desde el Delta del Orinoco, Venezuela, hasta la ciudad de Cuiab\u00e1, Mato Grosso, Brasil, analizando las transformaciones y continuidades identitarias que emergen en contextos de movilidad. El objetivo es comprender c\u00f3mo las comunidades warao articulan estrategias de adaptaci\u00f3n y reproducci\u00f3n cultural en escenarios marcados por la migraci\u00f3n, considerando las particularidades de su condici\u00f3n de pueblo ind\u00edgena transnacional. La investigaci\u00f3n combin\u00f3 revisi\u00f3n bibliogr\u00e1fica y trabajo etnogr\u00e1fico. En una primera etapa se realiz\u00f3 un levantamiento de informaci\u00f3n hist\u00f3rica, antropol\u00f3gica y demogr\u00e1fica sobre el pueblo Warao y sus desplazamientos. Posteriormente, mediante observaci\u00f3n participante y conversaciones con interlocutores ind\u00edgenas, se desarroll\u00f3 trabajo de campo en la comunidad Janoko Consolata, en Cuiab\u00e1, y en comunidades del estado Delta Amacuro, Venezuela. Este abordaje permiti\u00f3 establecer un di\u00e1logo entre las experiencias de quienes migraron y aquellas de quienes permanecen en el territorio de origen. Las observaciones realizadas sugieren que la actual migraci\u00f3n warao puede ser comprendida dentro de una trayectoria hist\u00f3rica m\u00e1s amplia de movilidades vinculadas a factores ambientales, econ\u00f3micos y sociales. Asimismo, el trabajo de campo permiti\u00f3 identificar indicios de procesos de adaptaci\u00f3n y reconfiguraci\u00f3n cultural en los nuevos contextos de residencia, as\u00ed como la permanencia de determinadas referencias identitarias entre los interlocutores. A partir de las experiencias y narrativas recogidas, la investigaci\u00f3n busca contribuir a las discusiones antropol\u00f3gicas sobre movilidad ind\u00edgena, etnicidad y reproducci\u00f3n cultural en contextos transnacionales.<\/h4><h4><strong>Palabras clave:<\/strong> Warao; migraci\u00f3n ind\u00edgena; etnograf\u00eda; identidad \u00e9tnica; transnacionalidad.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8548c67 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"8548c67\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 5. T\u00edtulo: \"(Viol) A\u00e7\u00f5es e redes de solidariedade junto aos migrantes venezuelanos em Manaus - Amazonas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ed8b053 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ed8b053\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mag. Bruno Mateus de Lima Coutinho<span lang=\"ES-TRAD\">\u00a0<\/span>(Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>O estudo em quest\u00e3o est\u00e1 vinculado \u00e0 linha de pesquisa \u00abA cidade e o urbano, migra\u00e7\u00f5es, patrim\u00f4nios e territ\u00f3rios\u00bb do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e ao grupo de pesquisa de Estudos Migrat\u00f3rios na Amaz\u00f4nia (GEMA). A tem\u00e1tica \u00e9 a migra\u00e7\u00e3o e a atua\u00e7\u00e3o das diversas redes de solidariedade que existem na cidade de Manaus que \u00e9 uma das capitais brasileiras com maior n\u00famero de migrantes venezuelanos. A pesquisa busca retratar o cen\u00e1rio sociopol\u00edtico que ensejou o aumento da migra\u00e7\u00e3o de venezuelanos para o Brasil, al\u00e9m de identificar quais as principais problem\u00e1ticas vivenciadas pelos venezuelanos a partir de estudos antropol\u00f3gicos, e como se apresentam os limites e os desafios das redes de solidariedade de Manaus (Amazonas) no atendimento e inser\u00e7\u00e3o social dos venezuelanos. A mobilidade humana, no que se refere a migrantes, ap\u00e1tridas e refugiados, \u00e9 um fen\u00f4meno hist\u00f3rico e ficou n\u00edtido quando da acolhida de um n\u00famero expressivo migrantes que buscaram e continuam buscando aux\u00edlio e ajuda humanit\u00e1ria na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, em fun\u00e7\u00e3o da crise pol\u00edtica na Venezuela acentuada desde 2013, ap\u00f3s a morte do ent\u00e3o presidente bolivariano Hugo Chavez (1954-2013). Essa popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u00e0 margem do acesso \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas, e por consequ\u00eancia, acabam sofrendo viola\u00e7\u00f5es formais e simb\u00f3licas que possibilitam formas de exclus\u00e3o social e cidadania, uma vez que a quest\u00e3o da migra\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 na pauta de prioridades do poder p\u00fablico nacional. Diante desse cen\u00e1rio, verifica-se uma eloquente atua\u00e7\u00e3o de redes de solidariedade que comp\u00f5em um credo de vida que \u00e9 a pr\u00f3pria dignidade humana. As redes de solidariedade s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es do car\u00e1ter religioso na sociedade a partir da cidadania, hospitalidade e acolhimento. E, no caso dos migrantes venezuelanos, as redes de solidariedade atuantes no Brasil t\u00eam sido importantes agentes sociais para o condicionamento da vida objetiva e moral dessa popula\u00e7\u00e3o.<br \/>Palavras-chave: migra\u00e7\u00e3o, redes de solidariedade, antropologia, Venezuela, Brasil.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cd3ff51 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"cd3ff51\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 6. T\u00edtulo: \"Emigraci\u00f3n internacional hondure\u00f1a y remesas familiares: tendencias y relaci\u00f3n en el per\u00edodo 1990\u20132024\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cb575c6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"cb575c6\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Maestrando Elias Josue Hernandez Zolano<span lang=\"ES-TRAD\">\u00a0<\/span>(PPGDRS, Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1, Paran\u00e1, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>En los \u00faltimos a\u00f1os, Honduras ha experimentado un aumento de la emigraci\u00f3n internacional, que ha coincidido con un crecimiento sostenido de las remesasfamiliares internacionales, principalmente provenientes de hondure\u00f1os en Estados Unidos, pa\u00eds que concentra m\u00e1s del 94 % de estos flujos. Este proceso ha transformado la estructura social y econ\u00f3mica, convirtiendo a las remesas en una de las principales fuentes de ingreso nacional. Este art\u00edculo analiza la emigraci\u00f3n hondure\u00f1a y su relaci\u00f3n con el incremento de las remesas, paracomprender la asociaci\u00f3n entre el aumento de migrantes y este flujomonetarioen la calidad de vida de los hogares receptores. La metodolog\u00edafue exploratoria, cualitativa y descriptiva, basada en revisi\u00f3n de literatura cient\u00edfica y an\u00e1lisis de datos secundarios del Banco Mundial, Banco Central de Honduras, Instituto Nacional de Estad\u00edstica y IPUMS, per\u00edodo 1990\u20132024. Los resultados muestran que las remesas pasaron de 124 millones de d\u00f3lares en 1995 a m\u00e1s de 9.532 millones en 2024, equivalente al 26.27 % del PIB. Este incremento coincide con la emigraci\u00f3n hacia Estados Unidos; a mayor n\u00famero de emigrantes, mayor flujo de remesas. Los principalesdepartamentos receptores son Francisco Moraz\u00e1n y Cort\u00e9s, y cerca del 29.5 % de la poblaci\u00f3n ha sido beneficiaria, destinados principalmente al consumo corriente. En conclusi\u00f3n, emigraci\u00f3n y remesas sostienen la econom\u00eda familiar y nacional, pero la dependencia creciente resalta la necesidad de pol\u00edticas que promuevan su uso productivo y fortalezcan el desarrollo sostenible en Honduras.<\/h4><h4><strong>Palabras clave:<\/strong> emigraci\u00f3n; remesas familiares internacionales; geogr\u00e1fica. honduras.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4b21b89 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4b21b89\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 7. T\u00edtulo: \"Migraci\u00f3n internacional en el Tri\u00e1ngulo Norte de Centroam\u00e9rica -TNCA- (1990\u20132024): Guatemala, Honduras y El Salvador\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2a240cc elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2a240cc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Maestrando Elias Josue Hernandez Zolano<span lang=\"ES-TRAD\">\u00a0<\/span>(PPGDRS, Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1, Paran\u00e1, Brasil), Lcda. Cindy Yolibeth Hernandez Zolano (Universidade Federal da Integra\u00e7\u00e3o Latino-Americana, Foz, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>La migraci\u00f3n internacional proveniente del Tri\u00e1ngulo Norte de Centroam\u00e9rica, integrado por Guatemala, Honduras y El Salvador, constituye uno de los fen\u00f3menos sociales m\u00e1s complejos, persistentes y multidimensionales de la regi\u00f3n latinoamericana en las \u00faltimas d\u00e9cadas. Este art\u00edculo tiene como objetivo analizar la migraci\u00f3n internacional del Tri\u00e1ngulo Norte de Centroam\u00e9rica. Metodol\u00f3gicamente, el estudio se sustenta en un enfoque cualitativo-cuantitativo, basado en una revisi\u00f3n bibliogr\u00e1fica sistem\u00e1tica y documental de informes de organismos internacionales, entre ellos la OIM, la CEPAL y el Banco Mundial, as\u00ed como en el uso de datos secundarios provenientes de fuentes nacionales e internacionales. La migraci\u00f3n de esta regi\u00f3n tiene como principal destino de atracci\u00f3n a los Estados Unidos de Am\u00e9rica, donde para el a\u00f1o 1970 se encontraban 117.300 inmigrantes residiendo en dicho pa\u00eds, cifra que supera en 2024 los 6 millones de personas. A su vez, la migraci\u00f3n de esta poblaci\u00f3n responde a una combinaci\u00f3n de factores estructurales hist\u00f3ricos, como la pobreza, la desigualdad, la violencia y la exclusi\u00f3n social, cuya intensidad var\u00eda de manera significativa en cada contexto nacional. Por otro lado, las remesas familiares monetarias representan un componente fundamental de las econom\u00edas nacionales, alcanzando en 2024 aproximadamente el 19,0 %, 26,3 % y 24,3 % del PIB, respectivamente por pa\u00eds. Se concluye que la migraci\u00f3n se configura como un fen\u00f3meno estructural y sostenido en el tiempo, con profundas implicaciones en las din\u00e1micas demogr\u00e1ficas, econ\u00f3micas y sociales de la regi\u00f3n.<\/h4><h4><strong>Palabras claves:<\/strong> Migraci\u00f3n internacional. Tri\u00e1ngulo Norte de Centroam\u00e9rica. Remesas Familiares. Estados Unidos de Am\u00e9rica.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00abMobilidades em contextos de crise: migra\u00e7\u00e3o, trabalho e experi\u00eancias sociais no Sul Global: A Amaz\u00f4nia como rota, fronteira e espa\u00e7o de inser\u00e7\u00e3o migratoria\u00bb Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dr. Sidney Antonio da Silva (Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil) Mag. Eduardo Jos\u00e9 Weffer Villarroel (Universidad Pedag\u00f3gica Experimental Libertador-UPEL\/ Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAMUFAM, Venezuela)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2920\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2920","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-L6","jetpack-related-posts":[{"id":2938,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2938","url_meta":{"origin":2920,"position":0},"title":"GT virtual 15 ANTROPOLOGIA DOS QUILOMBOS E DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"ANTROPOLOGIA DOS QUILOMBOS E DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS: identidade, g\u00eanero e interseccionalidade\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra.(c) Liberacy de Souza Oliveira (Universidade Federal do Amazonas- UFAM, Brasil)Lcdo. 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