{"id":2920,"date":"2026-05-14T16:54:01","date_gmt":"2026-05-14T21:24:01","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2920"},"modified":"2026-05-19T08:54:14","modified_gmt":"2026-05-19T13:24:14","slug":"gt-mobilidades-em-contextos-de-crise","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2920","title":{"rendered":"GT virtual 14 Mobilidades em contextos de crise"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2920\" class=\"elementor elementor-2920\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-03ddad3 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"03ddad3\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0d56e71 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"0d56e71\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Mobilidades em contextos de crise: migra\u00e7\u00e3o, trabalho e experi\u00eancias sociais no Sul Global: A Amaz\u00f4nia como rota, fronteira e espa\u00e7o de inser\u00e7\u00e3o migratoria\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dba439c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"dba439c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-23941e2 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"23941e2\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dr. Sidney Antonio da Silva (Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil)<\/h4><h4>Mag. Eduardo Jos\u00e9 Weffer Villarroel (Universidad Pedag\u00f3gica Experimental Libertador-UPEL\/ Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAMUFAM, Venezuela)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7817cfc elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"7817cfc\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a2e7ed7 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a2e7ed7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Silvia Katherine Pacheco Teixeira (Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-faaa35c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"faaa35c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-935989f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"935989f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Este Grupo de Trabalho prop\u00f5e reunir pesquisas dedicadas \u00e0 an\u00e1lise das mobilidades humanas em contextos contempor\u00e2neos marcados por crises pol\u00edticas, econ\u00f4micas e humanit\u00e1rias no Sul Global. Em um cen\u00e1rio de intensifica\u00e7\u00e3o dos deslocamentos internacionais, interessa compreender como diferentes regimes migrat\u00f3rios, mercados de trabalho e din\u00e2micas sociais produzem formas diversas de inser\u00e7\u00e3o, exclus\u00e3o e perman\u00eancia.<\/h4><h4>O GT acolhe contribui\u00e7\u00f5es que privilegiem abordagens etnogr\u00e1ficas e an\u00e1lises situadas sobre as experi\u00eancias sociais da migra\u00e7\u00e3o, com \u00eanfase nas articula\u00e7\u00f5es entre mobilidade, trabalho (formal e informal), processos educativos, inf\u00e2ncias e juventudes migrantes, redes sociais e pr\u00e1ticas cotidianas.<\/h4><h4>Embora n\u00e3o se restrinja a uma regi\u00e3o espec\u00edfica, o GT destaca a Amaz\u00f4nia como um espa\u00e7o estrat\u00e9gico para reflex\u00e3o, compreendida como rota migratoria internacional, zona de fronteira e contexto de m\u00faltiplas possibilidades de inser\u00e7\u00e3o social. A partir desse e de outros contextos, busca-se problematizar categor\u00edas universalizantes e contribuir para o fortalecimento de perspectivas ancoradas nas antropologias do Sul.<\/h4><h4><strong>Objetivos:<\/strong><\/h4><ul><li><h4>Analisar as din\u00e2micas socioculturais das migra\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas em contextos do Sul Global, com \u00eanfase na Amaz\u00f4nia enquanto rota e espa\u00e7o de inser\u00e7\u00e3o migrat\u00f3ria, problematizando as interse\u00e7\u00f5es de ra\u00e7a, g\u00eanero e clase que estruturam os processos de mobilidade, perman\u00eancia e deslocamento em cen\u00e1rios de crise ambiental, econ\u00f4mica e pol\u00edtica.<\/h4><\/li><li><h4>Examinar as maneiras pelas quais as pol\u00edticas de controle de fronteiras e as din\u00e2micas sociais de exclus\u00e3o afetam a subjetividade, as mem\u00f3rias coletivas e a vida coletiva das popula\u00e7\u00f5es migrantes e refugiadas, gerando opacidades estrat\u00e9gicas \u2014 como dissimula\u00e7\u00e3o coletiva e dupla aus\u00eancia \u2014 diante do controle estatal e capitalista.<\/h4><\/li><li><h4>Tornar vis\u00edveis as experi\u00eancias de resist\u00eancia, mem\u00f3ria e autonom\u00eda constru\u00eddas por comunidades migrantes e refugiadas que forjam alternativas vitais contra a racializa\u00e7\u00e3o estrutural e a extrema precariedade do trabalho.<\/h4><\/li><li><h4>Promover metodologias participativas e descolonizadoras na pesquisa antropol\u00f3gica, como a etnografia colaborativa e as contranarrativas, para influenciar as agendas estatais e conscientizar as popula\u00e7\u00f5es &#8220;&#8221;nativas&#8221;&#8221; sobre a desumaniza\u00e7\u00e3o do outro, promovendo uma &#8220;nomadologia&#8221; contra a sobrecodifica\u00e7\u00e3o colonial.<\/h4><\/li><\/ul>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ac023d elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"9ac023d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"A\u00e7\u00f5es e redes de solidariedade junto aos migrantes venezuelanos em Manaus \u2013 Amazonas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-780a364 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"780a364\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mag.\u00a0<span lang=\"ES-TRAD\">Bruno Mateus de Lima Coutinho\u00a0<\/span>(Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> O estudo em quest\u00e3o est\u00e1 vinculado \u00e0 linha de pesquisa &#8220;&#8221;A cidade e o urbano, migra\u00e7\u00f5es, patrim\u00f4nios e territ\u00f3rios&#8221;&#8221; do Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e ao grupo de pesquisa de Estudos Migrat\u00f3rios na Amaz\u00f4nia (GEMA). A tem\u00e1tica \u00e9 a migra\u00e7\u00e3o e a atua\u00e7\u00e3o das diversas redes de solidariedade que existem na cidade de Manaus que \u00e9 uma das capitais brasileiras com maior n\u00famero de migrantes venezuelanos. A pesquisa busca retratar o cen\u00e1rio sociopol\u00edtico que ensejou o aumento da migra\u00e7\u00e3o de venezuelanos para o Brasil, al\u00e9m de identificar quais as principais problem\u00e1ticas vivenciadas pelos venezuelanos a partir de estudos antropol\u00f3gicos, e como se apresentam os limites e os desafios das redes de solidariedade de Manaus (Amazonas) no atendimento e inser\u00e7\u00e3o social dos venezuelanos. A mobilidade humana, no que se refere a migrantes, ap\u00e1tridas e refugiados, \u00e9 um fen\u00f4meno hist\u00f3rico e ficou n\u00edtido quando da acolhida de um n\u00famero expressivo migrantes que buscaram e continuam buscando aux\u00edlio e ajuda humanit\u00e1ria na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, em fun\u00e7\u00e3o da crise pol\u00edtica na Venezuela acentuada desde 2013, ap\u00f3s a morte do ent\u00e3o presidente bolivariano Hugo Ch\u00e1vez (1954-2013). Essa popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u00e0 margem do acesso \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas, e por consequ\u00eancia, acabam sofrendo viola\u00e7\u00f5es formais e simb\u00f3licas que possibilitam formas de exclus\u00e3o social e cidadania, uma vez que a quest\u00e3o da migra\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e1 na pauta de prioridades do poder p\u00fablico nacional. Diante desse cen\u00e1rio, verifica-se uma eloquente atua\u00e7\u00e3o de redes de solidariedade que comp\u00f5em um credo de vida que \u00e9 a pr\u00f3pria dignidade humana. As redes de solidariedade s\u00e3o manifesta\u00e7\u00f5es do car\u00e1ter religioso na sociedade a partir da cidadania, hospitalidade e acolhimento. E, no caso dos migrantes venezuelanos, as redes de solidariedade atuantes no Brasil t\u00eam sido importantes agentes sociais para o condicionamento da vida objetiva e moral dessa popula\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4><strong>Palavras-chave:<\/strong> migra\u00e7\u00e3o, redes de solidariedade, antropologia, Venezuela, Brasil.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-45374bd elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"45374bd\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Na Pra\u00e7a dos Rem\u00e9dios: migrantes cenezuelanos, trabalho informal e as artes de fazer na \u201cCracol\u00e2ndia\u201d amaz\u00f4nica\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3eff2e3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"3eff2e3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mag.\u00a0<span lang=\"ES-TRAD\">Alexandre Alberto da Cunha\u00a0<\/span>(Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, BRASIL)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> O estudo em tela analisa a experi\u00eancia de migrantes venezuelanos na Pra\u00e7a dos Rem\u00e9dios, centro hist\u00f3rico de Manaus, um territ\u00f3rio estigmatizado pela m\u00eddia como \u201ccracol\u00e2ndia\u201d. A partir de 15 meses de etnografia implicada (2024-2025), acompanhei a rotina de ambulantes venezuelanos que vendem bananas e frutas na parte baixa da pra\u00e7a, intercalando suas atividades com a presen\u00e7a de usu\u00e1rios de crack, flanelinhas, carregadores de estivas e agentes da Zona Azul. Diferentemente das narrativas midi\u00e1ticas que reduzem a pra\u00e7a a uma zona de perigo e desordem, a pesquisa revela um cotidiano marcado por pactos t\u00e1citos de conviv\u00eancia, c\u00f3digos informais de prote\u00e7\u00e3o e redes de solidariedade que envolvem tanto migrantes quanto a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua. Descrevo as t\u00e1ticas que essas pessoas desenvolvem para sobreviver, ou seja, desmontar barracas em segundos diante da fiscaliza\u00e7\u00e3o, compartilhar alimentos, vigiar pertences coletivamente, e acionar alian\u00e7as com comerciantes locais. A pesquisa tamb\u00e9m discute como a pol\u00edtica de \u201crevitaliza\u00e7\u00e3o\u201d do centro de Manaus, que culminou no cerco da Pra\u00e7a dos Rem\u00e9dios em agosto de 2025, dispersou migrantes e pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua para abrigos, para a Pra\u00e7a da Matriz, para a feira Manaus moderna ou para o bairro do Educandos, evidenciando que a gest\u00e3o da pobreza na cidade opera por meio de uma geografia do provis\u00f3rio e do deslocamento for\u00e7ado. A etnografia situada mostra que, na Amaz\u00f4nia contempor\u00e2nea, a fronteira entre migrante, morador de rua e usu\u00e1rio de drogas \u00e9 porosa e muitas vezes indistinta, desafiando categorias universalizantes e reivindicando visibilidade para essas experi\u00eancias.<\/h4><h4><strong>Palavras-chave:<\/strong> Migra\u00e7\u00e3o venezuelana; Pra\u00e7a dos Rem\u00e9dios; trabalho informal; antropologia implicada; Amaz\u00f4nia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: &#8220;Mobilidades em contextos de crise: migra\u00e7\u00e3o, trabalho e experi\u00eancias sociais no Sul Global: A Amaz\u00f4nia como rota, fronteira e espa\u00e7o de inser\u00e7\u00e3o migratoria&#8221; Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dr. Sidney Antonio da Silva (Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil) Mag. Eduardo Jos\u00e9 Weffer Villarroel (Universidad Pedag\u00f3gica Experimental Libertador-UPEL\/ Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAMUFAM, Venezuela)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2920\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2920","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-L6","jetpack-related-posts":[{"id":2938,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2938","url_meta":{"origin":2920,"position":0},"title":"GT virtual 15 ANTROPOLOGIA DOS QUILOMBOS E DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"ANTROPOLOGIA DOS QUILOMBOS E DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS: identidade, g\u00eanero e interseccionalidade\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Liberacy de Souza Oliveira (Universidade Federal do Amazonas- UFAM, Brasil)Lcdo. Eufr\u00e1sio Bango (Universidade SAVE, Mo\u00e7ambique - provincia de Gaza) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Doutorando Felipe Magno Silva Pires (Universidade Federal do Amazonas-UFAM, Brasil) Resumen \/\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2783,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2783","url_meta":{"origin":2920,"position":1},"title":"GT virtual 5 Feituras da vida em tr\u00e2nsitos: g\u00eanero, sexualidade e trabalho","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Feituras da vida em tr\u00e2nsitos: g\u00eanero, sexualidade e trabalho\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra. Tita - Letizia Patriarca (Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil)Dra. Antonella Allasia Delmonte (Universidad de Buenos Aires, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dra. Thais Henriques Tiriba (Funda\u00e7\u00e3o Escola de Sociologia e Pol\u00edtica de S\u00e3o Paulo, Brasil) Resumen \/\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":509,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=509","url_meta":{"origin":2920,"position":2},"title":"Brasil","author":"Diego Camilo Figueroa","date":"12\/08\/2019","format":false,"excerpt":"Cap\u00edtulo Brasil do 2\u00b0 Congresso Internacional de Antropologias do Sul A antropologia em movimento: reflexividade, posicionamentos e pr\u00e1ticas Atividade pr\u00e9 32\u00b0 Reuni\u00e3o Brasileira de Antropologia Transmiss\u00e3o pela TV ABA: https:\/\/www.youtube.com\/tvaba Data: 15 y 27\/10\/2020 O cap\u00edtulo Brasil ser\u00e1 composto de dois pain\u00e9is: PAINEL1 \u201cAntropologia na Am\u00e9rica do Sul: algumas reflex\u00f5es\u201d:\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AFICHE-CAPITULO-BRASIL-1-BR-300x228.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AFICHE-CAPITULO-BRASIL-1-BR-300x228.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AFICHE-CAPITULO-BRASIL-1-BR-300x228.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]},{"id":2971,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2971","url_meta":{"origin":2920,"position":3},"title":"GT A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria: pesquisar contracolonialmente e disciplinarmente no Brasil e na Col\u00f4mbia\" Coordinaci\u00f3n Dra. 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Lucrecia Raquel Greco\u00a0 (Instituto de Ciencias Antropol\u00f3gicas, Universidad de Buenos Aires\/CONICET, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dra. 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