{"id":2938,"date":"2026-05-14T17:31:38","date_gmt":"2026-05-14T22:01:38","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2938"},"modified":"2026-10-01T19:32:48","modified_gmt":"2026-10-02T00:02:48","slug":"gt-antropologia-dos-quilombos-e-das-comunidades-tradicionais","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2938","title":{"rendered":"GT virtual 15 ANTROPOLOGIA DOS QUILOMBOS E DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"2938\" class=\"elementor elementor-2938\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dbc0e50 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"dbc0e50\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ced2c09 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"ced2c09\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"ANTROPOLOGIA DOS QUILOMBOS E DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS:   identidade, g\u00eanero e interseccionalidade\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d083108 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d083108\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3><strong>Horario<\/strong><\/h3><h4><strong>Grupo de Trabajo 15 virtual Bloque A:<\/strong><\/h4><h4><strong>D\u00eda: <\/strong>Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026. <strong>Hora: <\/strong>9:00-13:00 hrs. (Sur Brasil)<\/h4><h4><strong>Grupo de Trabajo 15 virtual Bloque B:<\/strong><\/h4><h4><strong>D\u00eda: <\/strong>Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026.<strong> Hora: <\/strong>15:30-18:00 hrs. (Sur Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-cdd8a6b elementor-widget elementor-widget-button\" data-id=\"cdd8a6b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"button.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<a class=\"elementor-button elementor-button-link elementor-size-sm\" href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=6388\">\n\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-button-content-wrapper\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-button-text\">Haz clic PROGRAMACI\u00d3N<\/span>\n\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t<\/a>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ba127f1 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"ba127f1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b617055 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"b617055\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra.(c) Liberacy de Souza Oliveira (Universidade Federal do Amazonas- UFAM, Brasil)<\/h4><h4>Lcdo. Eufr\u00e1sio Bango (Universidade SAVE, Mo\u00e7ambique &#8211; provincia de Gaza)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e0228ef elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"e0228ef\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-362899b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"362899b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dr.(c) Felipe Magno Silva Pires (Universidade Federal do Amazonas-UFAM, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a9f0221 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a9f0221\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-64c29f7 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"64c29f7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>As comunidades quilombolas e tradicionais resistem por s\u00e9culos as violentas pr\u00e1ticas do racismo social e ambiental, desafiados a lutar contra todas as formas de opress\u00f5es e viola\u00e7\u00f5es dos seus corpos biol\u00f3gicos, sociais e culturais. Homens e mulheres estiveram sempre protagonizando as defesas dos seus territ\u00f3rios e territorialidades. As mulheres quilombolas e dos povos tradicionais t\u00eam pap\u00e9is fundamentais nas transmiss\u00f5es e preserva\u00e7\u00f5es dos modos de vidas e tradi\u00e7\u00f5es, demarcando as territorialidades e as territorializa\u00e7\u00f5es. Protagonizam as suas (re)exist\u00eancias e empoderamentos nas estrat\u00e9gias e participa\u00e7\u00f5es nos processos de aquilombamentos culturais e religiosos dispositivos de visibilidades sociais e culturais das comunidades quilombolas e tradicionais que s\u00e3o atravessadas por outros elementos de lutas e resist\u00eancias identit\u00e1rias como a educa\u00e7\u00e3o antirracista protagonizado e dialogado pelas pr\u00e1ticas culturais afro-diasp\u00f3ricas mais amplos, inclusive em contextos africanos e de pa\u00edses como Mo\u00e7ambique. O referido Grupo de trabalho tem como proposta metodol\u00f3gica e epist\u00eamica constituir este debate, sobre os processos e estrat\u00e9gias de resist\u00eancias, de express\u00f5es pol\u00edticas e sociais que s\u00e3o adotadas pelos quilombos e comunidades tradicionais nas suas Narrativas e Escreviv\u00eancias dos seus corpos e lugares de fala nos aquilombamentos pelas for\u00e7as motrizes de pessoas negras, quilombolas e povos tradicionais, evidenciando as perspectivas de g\u00eanero, identidade e interseccionalidade.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-58dc0e4 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"58dc0e4\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"O samba como dispositivo cultural no empoderamento e no protagonismo feminino do Quilombo de S\u00e3o Benedito em Manaus\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6e668e5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6e668e5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra.(c) Liberacy de Souza Oliveira (Universidade Federal do Amazonas- UFAM, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> A referida pesquisa busca contextualizar o processo hist\u00f3rico e cultural do auto reconhecimento da negritude e do sujeito quilombola; descrever como se d\u00e1 o processo de aquilombamento no quilombo urbano de S\u00e3o Benedito; al\u00e9m de identificar e descrever os caminhos metodol\u00f3gicos de resist\u00eancia cultural e pol\u00edtica desenvolvida no Quilombo para o autorreconhecimento de um espa\u00e7o sociocultural de representatividade da negritude. O objetivo \u00e9 evidenciar os caminhos vivenciados pela comunidade do Barranco do Quilombo de S\u00e3o Benedito atrav\u00e9s do samba, sua escreviv\u00eancia hist\u00f3rica e emp\u00edrica no resgate,\u00a0 na resist\u00eancia, e no empoderamento da identidade negra e quilombola, a partir dessa musicalidade que se conecta o tempo todo com suas ancestralidades, entendendo assim que a m\u00fasica \u00e9 um\u00a0 indicativo significativo de reconhecimento identit\u00e1rio de um grupo social, que durante d\u00e9cadas sofreu a\u00e7\u00f5es de apagamento e aniquilamento socioculturais. A etnografia do samba no Quilombo de S\u00e3o Benedito ser\u00e1 o caminho percorrido para o mergulho desse processo que na atual conjuntura vive essa comunidade.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-26583d8 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"26583d8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"O aquilombamento e as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero pelo samba na comunidade quilombola urbana em Manaus\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-08dfe1a elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"08dfe1a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestrando Albino da Wilton Vicente Tamele (Universidade Federal do Amazonas, Mo\u00e7ambique &#8211; prov\u00edncia de Gaza)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> A presente pesquisa tem como objetivo compreender o processo que evidencia o resgate e a resist\u00eancia do empoderamento da identidade negra e quilombola a partir do samba e da musicalidade nas rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e suas interseccionalidades. Parte-se do entendimento de que a m\u00fasica constitui uma importante forma de representa\u00e7\u00e3o e reconhecimento identit\u00e1rio de grupos sociais e \u00e9tnicos, conectando pr\u00e1ticas culturais locais a heran\u00e7as da di\u00e1spora africana. O samba \u00e9 um elemento cultural desenvolvido e vivido pela comunidade negra. Ser\u00e1 desenvolvida uma etnografia do samba no Quilombo de S\u00e3o Benedito, comunidade urbana situada na cidade de Manaus-AM. Sob uma perspetiva etnogr\u00e1fica, a festa ultrapassa um olhar do entretenimento, constituindo-se como uma manifesta\u00e7\u00e3o sociocultural que expressa o resgate da identidade negra e quilombola, al\u00e9m de reafirmar a exist\u00eancia e a resist\u00eancia de um quilombo urbano na cidade de Manaus. Nesse contexto, o samba tamb\u00e9m se articula \u00e0s rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, revelando din\u00e2micas de participa\u00e7\u00e3o, protagonismo e constru\u00e7\u00e3o coletiva que dialogam com pr\u00e1ticas culturais afro-diasp\u00f3ricas mais amplas, inclusive em contextos africanos e de pa\u00edses como Mo\u00e7ambique.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4052fff elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4052fff\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 3. T\u00edtulo: \"O retorno das mulheres quilombolas diplomadas: Entre socialidades e reterritorializa\u00e7\u00f5es\"\u200b<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e6deec4 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"e6deec4\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra.(c) Cynthia Cristina Do Nascimento (Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia Social, Universidade Federal de Mato Grosso, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, as a\u00e7\u00f5es afirmativas ampliaram o acesso de estudantes quilombolas ao ensino superior, produzindo novos percursos educacionais e experi\u00eancias sociais. A pesquisa busca compreender as experi\u00eancias de retorno de mulheres quilombolas diplomadas \u00e0s suas comunidades de origem e os efeitos da forma\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria em suas trajet\u00f3rias individuais e coletivas. O estudo concentra-se em mulheres quilombolas egressas da Universidade Federal de Mato Grosso, ingressantes por meio do Programa de Inclus\u00e3o de Estudantes Quilombolas (PROINQ). A investiga\u00e7\u00e3o, de car\u00e1ter etnogr\u00e1fico, dialoga com os estudos sobre g\u00eanero, territorialidades e Antropologias do Sul. Pretende-se discutir como a forma\u00e7\u00e3o superior repercute nas socialidades, nos v\u00ednculos comunit\u00e1rios e nos processos de reterritorializa\u00e7\u00e3o, contribuindo para o debate sobre a\u00e7\u00f5es afirmativas, g\u00eanero e comunidades tradicionais.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-490dc7d elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"490dc7d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 4. T\u00edtulo: \"MEM\u00d3RIAS FORMATIVAS: a Extens\u00e3o Universit\u00e1ria e interc\u00e2mbio intercultural de mulheres de coco de roda ind\u00edgenas e quilombolas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e6bf1ca elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"e6bf1ca\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Maria Luzitana Concei\u00e7\u00e3o dos Santos (Maria Luzitana Concei\u00e7\u00e3o dos Santos \/ projeto de extens\u00e3o Comunidade Colaborativa de Mulheres Afro-brasileiras e Amer\u00edndias \u2013 COCAM \/ Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Pesquisadores\/as Negros\/as \u2013 ABPN \/ N\u00facleo de Estudos e Pesquisas Afro-brasileiros e Ind\u00edgenas \u2013 NEABI\/UFPB \/ N\u00facleo de Estudos e Pesquisas \u00c9\u2019L\u00c9\u00c9K\u00d2\/UFPel\/UFRGS \/ Movimento de Mulheres Negras na Para\u00edba, Brasil), Mestranda Luciene Tavares da Silva Lima (UEPB \/ Organiza\u00e7\u00e3o de Mulheres Negras de Caiana &#8211; Comunidade Quilombola Caiana dos Crioulos- Alagoa Grande \/ Rede de Mulheres Negras do Nordeste \/ Projeto de extens\u00e3o Comunidade Colaborativa de Mulheres Afro-brasileiras e Amer\u00edndias \u2013 COCAM, Brasil), Lcda. Daiane Silva Lima (Associa\u00e7\u00e3o de moradores do Quilombo Caiana dos Crioulos \/ Incubadora Social Feminista Antirracista Norte Nordeste e Amaz\u00f4nia Legal, Brasil), Mestranda Camila Oliveira Ferreira (UFPB \/ Projeto de Extens\u00e3o Comunidade Colaborativa de Mulheres Afro-brasileiras e Amer\u00edndias \u2013 COCAM, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>O objetivo deste trabalho \u00e9 sentir-pensar a experi\u00eancia de forma\u00e7\u00e3o intercultural docente desde a pr\u00e1xis do Interc\u00e2mbio Intercultural com as mulheres quilombolas e ind\u00edgenas de coco de roda. A experi\u00eancia com a constru\u00e7\u00e3o do Interc\u00e2mbio Intercultural foi (e continua sendo) o \u2018elo\u2019 dos di\u00e1logos formativos entre docentes de diferentes atua\u00e7\u00f5es: professoras ind\u00edgenas de Ensino Fundamental e M\u00e9dio, professora negra na Educa\u00e7\u00e3o Superior e professora n\u00e3o ind\u00edgena e n\u00e3o negra tamb\u00e9m na Educa\u00e7\u00e3o Superior. A perman\u00eancia da pr\u00e1tica cultural do coco de roda, protagonizada por mulheres quilombolas e ind\u00edgenas, apresenta-se como uma das formas de re-exist\u00eancia \u00e0s viola\u00e7\u00f5es socioculturais, al\u00e9m de defesa do territ\u00f3rio e territorialidades e preserva\u00e7\u00e3o dos modos de vida e tradi\u00e7\u00e3o. As mem\u00f3rias formativas apoiam a proposta de constru\u00e7\u00e3o de uma cartografia intercultural enquanto principal m\u00e9todo, desenvolvido a partir da pr\u00e1tica extensionista. Para tanto, consideramos a comunidade tradicional Quilombo Caiana dos Crioulos, localizada na zona rural, regi\u00e3o do brejo paraibano, a 12 km da \u00e1rea urbana de Alagoa Grande, no nordeste brasileiro, Para\u00edba, sujeito central nesta reflex\u00e3o sobre o processo de forma\u00e7\u00e3o docente intercultural. O debate que parte de uma universidade a partir da Extens\u00e3o Universit\u00e1ria, nos leva a sentir-pensar uma no\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o contracolonial desde o pensamento de mulheres negras e ind\u00edgenas, na complexidade da rela\u00e7\u00e3o com a universidade p\u00fablica de caracter\u00edstica neocolonial. Ao longo do texto, no territ\u00f3rio de mem\u00f3rias, revelam-se tamb\u00e9m territ\u00f3rios de saberes para uma forma\u00e7\u00e3o intercultural docente fundada em oralituras e escreviv\u00eancias (Martins, 2021; Evaristo, 2018), caminhos metodol\u00f3gicos que ao buscar descolonizar metodologias possibilitam (re)encontros com uma Am\u00e9frica Profunda (Tuhiwai-Smith, 2016; Santos, 2021).<\/h4><h4><strong>Palavras-chave:<\/strong> Mem\u00f3rias Formativas; Forma\u00e7\u00e3o Intercultural Docente; Mulheres do Coco de Roda.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f7b68de elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"f7b68de\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 5. T\u00edtulo: \"Comer, Resistir e Existir: Os Desafios da Seguran\u00e7a Alimentar no Quilombo Moju Miri, Par\u00e1, Amaz\u00f4nia\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-70df580 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"70df580\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Kaliane Barros de Souza (Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia, Universidade Federal do Par\u00e1, Brasil), Dr. Marcus Augusto de Oliveira (Universidade Federal do Par\u00e1, Brasil), Dra. Maria Elena Crespo Lopez (Universidade Federal do Par\u00e1, Brasil), Dra. Gabriela de Paula Arrifano (Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia, Universidade Federal do Par\u00e1, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>Este estudo analisa a rela\u00e7\u00e3o entre as caracter\u00edsticas socioecon\u00f4micas, sociodemogr\u00e1ficas e a seguran\u00e7a alimentar na Comunidade Quilombola Moju Miri, localizada entre os munic\u00edpios de Moju e Abaetetuba no estado do Par\u00e1, Amaz\u00f4nia. Atrav\u00e9s de uma pesquisa de campo realizada em mar\u00e7o de 2026 com aplica\u00e7\u00e3o de question\u00e1rios socioecon\u00f4micos e da Escala Brasileira de Inseguran\u00e7a Alimentar (EBIA) de oito itens; de coleta de dados antropom\u00e9tricos como peso, altura e c\u00e1lculo do IMC; bem como revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica. Constatou-se 60% da popula\u00e7\u00e3o analisada em Inseguran\u00e7a Alimentar (IA), sendo 13% em IA grave. Dentre as pessoas em IA, 78% eram mulheres. Nossos dados apontam para um cen\u00e1rio de IA predominantemente feminina, negra e de baixa renda, demonstrando que essa popula\u00e7\u00e3o enfrenta severas car\u00eancias de infraestrutura b\u00e1sica e os impactos socioambientais hist\u00f3ricos provocados pela chegada de grandes empresas de monocultura de dend\u00ea na regi\u00e3o. Adicionalmente, os impactos socioambientais provocados pela constru\u00e7\u00e3o de grandes projetos\/empresas em \u00e1reas adjacentes a seus territ\u00f3rios, tem imposto profundas mudan\u00e7as no padr\u00e3o alimentar dessas popula\u00e7\u00f5es, favorecendo a entrada de alimentos ultraprocessados. Isso leva ao aumento de problemas como sobrepeso e obesidade, como evidenciado em nosso estudo, em que 82% da popula\u00e7\u00e3o participante apresenta sobrepeso ou obesidade. Esse cen\u00e1rio de racismo ambiental e restri\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica compromete a soberania alimentar e for\u00e7a uma transi\u00e7\u00e3o nutricional negativa, caracterizada pela substitui\u00e7\u00e3o da dieta tradicional rica e biodiversa pelo consumo de alimentos ultraprocessados de baixo custo adquiridos em centros urbanos. Diante dessa vulnerabilidade, as pr\u00e1ticas da agricultura familiar, da pesca artesanal e do manejo do a\u00e7a\u00ed e da mandioca configuram-se como eixos vitais de resist\u00eancia pol\u00edtica, preserva\u00e7\u00e3o da identidade cultural e manuten\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio, evidenciando a urg\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas efetivas que garantam os direitos territoriais e a prote\u00e7\u00e3o dos modos de vida tradicionais quilombolas.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a59831c elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a59831c\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 6. T\u00edtulo: \"Cartografias acerca da resist\u00eancia, seguran\u00e7a alimentar e nutricional em uma comunidade quilombola urbana na cidade de Manaus\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ce3add2 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ce3add2\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra.(c) Paloma Sodre Cardoso (Universidade Federal do Amazonas &#8211; UFAM, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>O estudo tem como objetivo mapear os processos que sinalizam a resist\u00eancia da Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional (SAN) no Quilombo Urbano de S\u00e3o Benedito, \u00e9 uma comunidade quilombola urbana que ao longo de sua exist\u00eancia vem desenvolvendo atividades culturais e sociais desafiando um cen\u00e1rio das contradi\u00e7\u00f5es onde a sobreposi\u00e7\u00e3o de viol\u00eancias estruturadas pelas desigualdades sociais, pelo machismo e o racismo tendenciam amea\u00e7ar a SAN e operar sobre a perda da soberania alimentar. As mulheres quilombolas como protagonistas hist\u00f3ricas da comunidade vivem hoje as resist\u00eancias no territ\u00f3rio com as crian\u00e7as da comunidade. Nos quilombos, a hist\u00f3ria mostra sobre seguran\u00e7a e sobre alimentar pelas suas viv\u00eancias e experi\u00eancias subjetivas e coletivas. Ainda h\u00e1 regi\u00f5es, comunidades e povos afetados de forma desigual pela inseguran\u00e7a alimentar no Brasil. Nesse cen\u00e1rio, os quilombos figuram como territ\u00f3rio de resist\u00eancia e cuidado, onde circulam in\u00fameros aspectos da seguran\u00e7a alimentar. Na coopera\u00e7\u00e3o feminina das mulheres quilombolas, coletivamente, n\u00e3o se produz s\u00f3 comida, se produz prote\u00e7\u00e3o da cultura, do meio e dos alimentos regionais, dos modos de preparar, conservar e interagir com o alimento. Nessa perspectiva, a comunidade enfrenta m\u00faltiplas formas de opress\u00e3o produzidas pela interseccionalidade entre classe, g\u00eanero, ra\u00e7a, idade, e outros marcadores sociais que atravessam o territ\u00f3rio. Diante desse cen\u00e1rio, mobiliza estrat\u00e9gias de resist\u00eancia e organiza\u00e7\u00e3o coletiva em busca da garantia da seguran\u00e7a alimentar e nutricional, bem como da constru\u00e7\u00e3o e fortalecimento da soberania alimentar vivenciada e reivindicada no contexto comunit\u00e1rio atual. Tais objetivos contribuir\u00e3o para as pesquisadoras \u201cin-mundas\u201d cartografar as presen\u00e7as da seguran\u00e7a alimentar e nutricional, soberania alimentar, resili\u00eancia e resist\u00eancia no Quilombo Urbano. As principais bases te\u00f3ricas s\u00e3o Gilles Deleuze e F\u00e9lix Guattari bem como os desdobramentos de autores e autoras aliadas da cartografia do desejo.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2f6f5b4 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"2f6f5b4\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 7. T\u00edtulo: \"Reconhecimento, mem\u00f3ria e lideran\u00e7a feminina no Quilombo c\u00f3rrego do Meio, MG\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-037a466 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"037a466\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Cec\u00edlia Panzeri Rodrigues (Universidade Federal de Vi\u00e7osa- UFV, Minas Gerais, Brasil), Gabriela Cristina Vieira dos Santos (Departamento de Ci\u00eancias Sociais, Universidade Federal de Vi\u00e7osa &#8211; UFV, Minas Gerais, Brasil), Gabriel de Leles Batista Chaves (Departamento de Ci\u00eancias Sociais, Universidade Federal de Vi\u00e7osa &#8211; UFV, Minas Gerais, Brasil), Dra. Marisa Barbosa Araujo (Departamento de Ci\u00eancias Sociais, Universidade Federal de Vi\u00e7osa &#8211; UFV, Minas Gerais, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>Esta comunica\u00e7\u00e3o tem como objetivo analisar, a partir da narrativa de uma lideran\u00e7a feminina, aspectos da trajet\u00f3ria de reconhecimento da Comunidade Quilombola C\u00f3rrego do Meio, localizada em Air\u00f5es, distrito de Paula C\u00e2ndido, na Zona da Mata mineira. Parte-se da compreens\u00e3o de que os processos de reconhecimento quilombola n\u00e3o se restringem aos procedimentos jur\u00eddicos-administrativos, envolvendo tamb\u00e9m as mem\u00f3rias familiares, v\u00ednculos de pertencimento, pr\u00e1ticas comunit\u00e1rias e modos de narrar a perman\u00eancia no territ\u00f3rio.<\/h4><h4>Propomos tomar a trajet\u00f3ria desta lideran\u00e7a como fio condutor para compreender como experi\u00eancias individuais se articulam a processos coletivos de identifica\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e afirma\u00e7\u00e3o territorial. Buscamos observar de que modo lembran\u00e7as sobre o passado contribuem para a elabora\u00e7\u00e3o de sentido sobre o quilombo e sobre a hist\u00f3ria local.<\/h4><h4>Nos apoiamos na escuta de narrativas biogr\u00e1ficas, em di\u00e1logo com Kofes (2015) e compreendemos a narrativa como entrada para observar modos situados de produ\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias, pertencimentos e reconhecimento.<\/h4><h4>Ao enfatizar a trajet\u00f3ria de uma mulher quilombola destacamos o papel das mulheres na transmiss\u00e3o das mem\u00f3rias e na sustenta\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas comunit\u00e1rias. Assim, esperamos contribuir para a compreens\u00e3o dos modos pelos quais a mem\u00f3ria, pertencimento e reconhecimento s\u00e3o produzidos em escala local, a partir da experi\u00eancias e narrativas.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-b8c9c99 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"b8c9c99\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 8. T\u00edtulo: \"Ser Quem se \u00e9: resist\u00eancia, Territ\u00f3rio, Mem\u00f3ria e Identidade Ind\u00edgena no Centro Oeste Brasileiro\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-320ae5f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"320ae5f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Camila Oliveira Ferreira (Universidade Federal da Para\u00edba &#8211; UFPB, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>Introdu\u00e7\u00e3o: O \u00faltimo recenseamento apresentou 1.693.535 pessoas ind\u00edgenas, 0,83% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, o quantitativo anterior era quase metade disso. Esses Indicadores n\u00e3o refletem somente, taxa de natalidade ou melhorias na coleta, s\u00e3o fruto da luta de diferentes povos por suas mem\u00f3rias e identidades. Justificativa: Como nos explica Pollak as culturas majorit\u00e1rias utilizam m\u00e9todos para apagar alteridades, levando os grupos minorit\u00e1rios a gerir partes de si em prol da comunica\u00e7\u00e3o e de seguran\u00e7a. Pacientemente nutrem suas mem\u00f3rias subterr\u00e2neas e aguardam. A transmiss\u00e3o oral, \u00e9 um dos pilares de sobreviv\u00eancia desses coletivos. A Reserva Ind\u00edgena de Dourados, h\u00e1 anos \u00e9 considerada a mais populosa do Brasil, foi criada em 1917 em Tekoha exclusivamente Kaiowa, confinando tamb\u00e9m Guaranis, Terenas e alguns n\u00e3o ind\u00edgenas, em prol da implanta\u00e7\u00e3o da Col\u00f4nia Agr\u00edcola de Dourados. Metodologia: Atrav\u00e9s de uma an\u00e1lise etnografica foi poss\u00edvel entender como ressurgem identidades. Um Nhanderu, lideran\u00e7a local, mesmo septuagen\u00e1rio, passou a manifestar aos n\u00e3o ind\u00edgenas, que sua etnia n\u00e3o \u00e9 Kaiowa, mas sim, Ava Chapi. H\u00e1 diferen\u00e7as na linguagem, nos cantos\/reza. Seu Tekoha \u00e9 outro, pr\u00f3ximo a serras, gerando uma inadaptabilidade a terrenos planos que impactam no plantio, alimenta\u00e7\u00e3o, socializa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o enquanto um bom Ava Chapi. As particularidades da etnia geram atritos locais e repress\u00e3o pelos diferentes modos de vida. Outras etnias j\u00e1 desapareceram com a morte de seus representantes na RID. O filho sucessor Nhanderu Ava Chapi, tamb\u00e9m foi uma v\u00edtima da viol\u00eancia local. Conclus\u00e3o: Mesmo com a exist\u00eancia hist\u00f3rica de centenas de povos na chegada dos colonizadores, os apagamentos continuam e suas v\u00edtimas seguem dentro de instrumentos de homogeniza\u00e7\u00e3o. O controle da mem\u00f3ria oficial se mostra ilus\u00f3rio e a homologa\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios tradicionais \u00e9 a estrat\u00e9gia maior contra o sofrimento de estar longe do \u00fanico lugar onde \u00e9 poss\u00edvel ser quem se \u00e9.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00abANTROPOLOGIA DOS QUILOMBOS E DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS: identidade, g\u00eanero e interseccionalidade\u00bb Horario Grupo de Trabajo 15 virtual Bloque A: D\u00eda: Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026. Hora: 9:00-13:00 hrs. (Sur Brasil) Grupo de Trabajo 15 virtual Bloque B: D\u00eda: Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026. Hora: 15:30-18:00 hrs. (Sur Brasil) Haz clic PROGRAMACI\u00d3N Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra.(c) Liberacy de Souza Oliveira (Universidade<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2938\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2938","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-Lo","jetpack-related-posts":[{"id":2920,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2920","url_meta":{"origin":2938,"position":0},"title":"GT virtual 14 Mobilidades em contextos de crise","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Mobilidades em contextos de crise: migra\u00e7\u00e3o, trabalho e experi\u00eancias sociais no Sul Global: A Amaz\u00f4nia como rota, fronteira e espa\u00e7o de inser\u00e7\u00e3o migratoria\" HorarioGrupo de Trabajo 14 virtual Bloque A:D\u00eda: Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026. Hora: 9:00-13:00 hrs. (Sur Brasil)Grupo de Trabajo 14 virtual Bloque B:D\u00eda: Viernes-Sexta-feira 06\/11\/2026. Hora: 15:30-18:00 hrs. (Sur\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":7245,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=7245","url_meta":{"origin":2938,"position":1},"title":"Mesas Redondas centrales","author":"Annel Mej\u00edas","date":"21\/09\/2026","format":false,"excerpt":"En esta p\u00e1gina compartiremos las Mesas Redondas centrales, organizadas por el Comit\u00e9 Acad\u00e9mico y Comit\u00e9 Local del 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026. Podr\u00e1 visualizar las mesas en el siguiente orden: primero, las Mesas Redondas presenciales y, segundo, las Mesas Redondas virtuales. 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