{"id":3147,"date":"2026-05-16T16:15:10","date_gmt":"2026-05-16T20:45:10","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3147"},"modified":"2026-08-19T13:15:56","modified_gmt":"2026-08-19T17:45:56","slug":"gt-virtual-22-audiovisuais-oralidades-e-performances","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3147","title":{"rendered":"GT virtual 21 (\u00c1udio)Visuais, Oralidades e Performances"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"3147\" class=\"elementor elementor-3147\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-634c995 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"634c995\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f05ea12 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"f05ea12\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"(\u00c1udio)Visuais, Oralidades e Performances: mem\u00f3rias, trajet\u00f3rias e resist\u00eancias no Sul Global\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fa0cb8d elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"fa0cb8d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-87645b1 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"87645b1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutoranda Luz Mariana Blet (Universidade Federal de Santa Catarina\/UFSC, Brasil)<\/h4><h4>Mestrando Romulo Beck (Instituto de Desarrollo Econ\u00f3mico y Social-IDES y Escuela Interdisciplinaria de Altos Estudios Sociales-EIDAES, Universidad Nacional de San Mart\u00edn\/UNSAM, Argentina)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-baae724 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"baae724\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-968725b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"968725b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Mag. S\u00e9rgio de Almeida Pereira Machado (UFSC, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4dc0c16 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4dc0c16\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9615783 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9615783\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Este Grupo de Trabalho prop\u00f5e reunir reflex\u00f5es e experimenta\u00e7\u00f5es que tomam pr\u00e1ticas (\u00e1udio)visuais, sonoras, perform\u00e1ticas e narrativas como formas centrais de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento nas Antropologias do Sul. Partimos do entendimento de que imagens, sons, corpos e oralidades n\u00e3o apenas representam o mundo social, mas constituem modos de conhecer, intervir e disputar sentidos em contextos marcados por desigualdades hist\u00f3ricas e conflitos contempor\u00e2neos.<\/h4><h4>Em di\u00e1logo com os desafios epistemol\u00f3gicos, \u00e9ticos e sociopol\u00edticos das Antropologias do Sul, o GT busca problematizar como essas pr\u00e1ticas tensionam paradigmas hegem\u00f4nicos de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, frequentemente ancorados em matrizes do Norte Global. Interessa-nos refletir em que medida abordagens (\u00e1udio)visuais e perform\u00e1ticas podem contribuir para deslocar regimes de representa\u00e7\u00e3o, ampliar formas de escuta e visibilidade e afirmar perspectivas situadas, comprometidas com contextos espec\u00edficos e com as lutas de diferentes coletividades.<\/h4><h4>No eixo sociocultural, propomos pensar como tais pr\u00e1ticas se articulam \u00e0s mem\u00f3rias coletivas, \u00e0s trajet\u00f3rias individuais e \u00e0s din\u00e2micas de resist\u00eancia, especialmente em cen\u00e1rios de intensifica\u00e7\u00e3o de viol\u00eancias, apagamentos e disputas por narrativas. Como imagens, sons e performances participam da preserva\u00e7\u00e3o e reconstru\u00e7\u00e3o de mem\u00f3rias? De que maneiras contribuem para processos de emancipa\u00e7\u00e3o do conhecimento? E como podem atuar na defesa da autonomia e da autodetermina\u00e7\u00e3o de povos e comunidades?<\/h4><h4>O GT tamb\u00e9m se abre a discuss\u00f5es sobre os desafios \u00e9ticos implicados na produ\u00e7\u00e3o (\u00e1udio)visual e perform\u00e1tica, especialmente no que se refere a pr\u00e1ticas colaborativas, coautorias, circula\u00e7\u00e3o de imagens e sons, e \u00e0s responsabilidades do\/a pesquisador\/a em contextos de pesquisa compartilhada. Nesse sentido, buscamos contribui\u00e7\u00f5es que reflitam sobre o lugar do\/a antrop\u00f3logo\/a enquanto interlocutor\/a, participante e, muitas vezes, co-implicado\/a nos processos sociais e pol\u00edticos que atravessam o campo.<\/h4><h4>Ser\u00e3o acolhidos trabalhos que dialoguem com a antropologia visual, a etnografia sonora, a antropologia da performance e \u00e1reas afins, incluindo tanto an\u00e1lises de produ\u00e7\u00f5es quanto reflex\u00f5es sobre processos de cria\u00e7\u00e3o no campo, experimenta\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas e os efeitos dessas pr\u00e1ticas no fazer antropol\u00f3gico. Tamb\u00e9m s\u00e3o bem-vindas propostas em formatos audiovisuais ou h\u00edbridos, em conson\u00e2ncia com a amplia\u00e7\u00e3o dos modos de produ\u00e7\u00e3o e circula\u00e7\u00e3o do conhecimento.<\/h4><h4>Ao propor este espa\u00e7o, buscamos fortalecer o interc\u00e2mbio de experi\u00eancias e perspectivas que contribuam para uma antropologia situada, interseccional e comprometida com as urg\u00eancias do Sul Global, valorizando m\u00faltiplas linguagens, sensibilidades e formas de exist\u00eancia.<\/h4><h4>Este GT d\u00e1 continuidade e consolida discuss\u00f5es iniciadas em edi\u00e7\u00f5es anteriores das Jornadas Antropol\u00f3gicas do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia Social da UFSC, ampliando seu escopo para o di\u00e1logo com redes mais amplas das Antropologias do Sul.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-74bf5ad elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"74bf5ad\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"Narrar o territ\u00f3rio em coletivo: etnografia multimodal, audiovisual comunit\u00e1rio e document\u00e1rio social participativo em Moravia (Medell\u00edn)\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5903f2f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"5903f2f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> doutoranda Luz Mariana Blet (UFSC, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong>\u00a0Este trabalho apresenta uma etnografia multimodal desenvolvida a partir do acompanhamento do coletivo colombiano Tricilab, no territ\u00f3rio de Moravia, em Medell\u00edn, durante a realiza\u00e7\u00e3o do Laboratorio de Comunicaci\u00f3n Viva Comunitaria, voltado a jovens entre 14 e 28 anos. O laborat\u00f3rio se constituiu como um espa\u00e7o de forma\u00e7\u00e3o, escuta e cria\u00e7\u00e3o coletiva, orientado pela proposta de \u201ccontar e narrar as hist\u00f3rias que habitam o territ\u00f3rio\u201d, com foco no fortalecimento do tecido social e comunit\u00e1rio em um contexto urbano marcado por desigualdades hist\u00f3ricas, disputas territoriais e estigmatiza\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>A pesquisa foi realizada por mim, em 2024, mulher latina, perif\u00e9rica, integrante de coletivos de audiovisual no Brasil e m\u00e3e, que esteve em campo acompanhada de seu filho, incorporando a maternidade como dimens\u00e3o metodol\u00f3gica e relacional da experi\u00eancia etnogr\u00e1fica. Munida de uma c\u00e2mera, participei ativamente das atividades do laborat\u00f3rio, contribuindo em diferentes etapas do processo, assim como na constru\u00e7\u00e3o de um Document\u00e1rio Social Participativo (DSP), desenvolvido coletivamente pelos jovens participantes. Neste processo, produzi registros audiovisuais, uma esp\u00e9cie de making of etnogr\u00e1fico, que serve tanto \u00e0 minha pesquisa quanto \u00e0 mem\u00f3ria do trabalho do coletivo, evidenciando os processos, negocia\u00e7\u00f5es, afetos, dilemas \u00e9ticos e escolhas est\u00e9ticas envolvidos na constru\u00e7\u00e3o do DSP.<\/h4><h4>A etnografia articula escrita, imagem, som e coletividade, tomando o audiovisual n\u00e3o como ilustra\u00e7\u00e3o, mas como linguagem de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento antropol\u00f3gico. As cenas do cotidiano da atua\u00e7\u00e3o do Tricilab, as a\u00e7\u00f5es no laborat\u00f3rio, as exibi\u00e7\u00f5es de filmes, as rodas de conversa, as caminhadas pelo territ\u00f3rio e os debates sobre o que \u00e9 \u2014 ou pode ser \u2014 um document\u00e1rio revelam disputas de sentidos sobre realidade, verdade, fic\u00e7\u00e3o e representa\u00e7\u00e3o, bem como diferentes formas de pertencimento e rela\u00e7\u00e3o com o territ\u00f3rio de Moravia. Nesse processo, emergem quest\u00f5es centrais sobre \u00e9tica, autoria compartilhada, cuidado, mem\u00f3ria e responsabilidade na produ\u00e7\u00e3o de imagens.<\/h4><h4>Ao dialogar com a antropologia multimodal e com metodologias participativas, o trabalho prop\u00f5e um deslocamento da colonialidade da escrita e da figura do antrop\u00f3logo onisciente e da produ\u00e7\u00e3o de conhecimento elitizada, masculina e eurocentrada. Apostando em uma produ\u00e7\u00e3o de conhecimento situada, sens\u00edvel e compartilhada, que reconhece a parcialidade, a rela\u00e7\u00e3o e a experi\u00eancia como constitutivas do fazer antropol\u00f3gico. Ao mesmo tempo, evidencia como pr\u00e1ticas audiovisuais comunit\u00e1rias atuam como estrat\u00e9gias de fortalecimento de v\u00ednculos, elabora\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias urbanas e produ\u00e7\u00e3o de paisagens narrativas, contribuindo para reflex\u00f5es sobre territ\u00f3rio, coletivos urbanos e resist\u00eancia simb\u00f3lica em contextos latino-americanos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ac3ea31 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"ac3ea31\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Cartografias sonoras afropindor\u00e2micas, familiares e diasp\u00f3ricas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-129f33e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"129f33e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Aruan\u00e3 Amaral (Programa de P\u00f3s Gradua\u00e7\u00e3o Interdisciplinar em Ci\u00eancias Humanas-PPGICH, Universidade Federal de Santa Catarina-UFSC, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Este trabalho prop\u00f5e uma escuta sens\u00edvel das musicalidades afro-ind\u00edgenas como formas de elabora\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria, do territ\u00f3rio e da identidade. A partir de cantos, rezas, benzimentos e experimenta\u00e7\u00f5es sonoras \u2014 org\u00e2nicas e eletr\u00f4nicas \u2014, investiga-se como essas express\u00f5es constituem arquivos vivos de hist\u00f3rias muitas vezes silenciadas por processos coloniais, mission\u00e1rios e de expropria\u00e7\u00e3o territorial.<\/h4><h4>As sonoridades aqui mobilizadas emergem de experi\u00eancias familiares e territoriais situadas entre diferentes regi\u00f5es do Brasil, atravessando contextos marcados por deslocamentos for\u00e7ados, catequiza\u00e7\u00e3o e apagamentos culturais. Ainda assim, persistem nos corpos, nas pr\u00e1ticas cotidianas e nos modos de cuidado, como no preparo de ch\u00e1s, nas rezas e nas performances rituais, revelando estrat\u00e9gias de continuidade, prote\u00e7\u00e3o e reinven\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria. Nesse sentido, questiona-se tamb\u00e9m como a incorpora\u00e7\u00e3o de elementos crist\u00e3os pode operar simultaneamente como imposi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e t\u00e1tica de resguardo de saberes.<\/h4><h4>Inspirado por perspectivas que compreendem a musicalidade como insepar\u00e1vel das hist\u00f3rias, mem\u00f3rias e territ\u00f3rios que a produzem, o trabalho articula paisagens sonoras que conectam campo, floresta e \u00e1guas, evocando presen\u00e7as afro-ind\u00edgenas em diferentes localidades. Essas sonoridades s\u00e3o entendidas como pr\u00e1ticas que fortalecem v\u00ednculos coletivos e sustentam cosmologias, contribuindo para a continuidade de modos de exist\u00eancia amea\u00e7ados.<\/h4><h4>A proposta se materializa em uma instala\u00e7\u00e3o sonora imersiva, concebida como espa\u00e7o de escuta, afeta\u00e7\u00e3o e partilha. Organizada em ambiente de baixa luminosidade e com disposi\u00e7\u00e3o circular ou semicircular de caixas de som, a instala\u00e7\u00e3o busca envolver o p\u00fablico em uma experi\u00eancia sensorial que convide \u00e0 reflex\u00e3o sobre mem\u00f3ria, territ\u00f3rio e pertencimento. Ap\u00f3s a escuta, prop\u00f5e-se um momento de di\u00e1logo coletivo, ampliando as possibilidades de elabora\u00e7\u00e3o das experi\u00eancias vividas.<\/h4><h4>Por fim, o trabalho tamb\u00e9m se insere no campo de uma etnomusicologia aplicada, comprometida com o cuidado das musicalidades dos territ\u00f3rios e com a reflex\u00e3o cr\u00edtica sobre as amea\u00e7as contempor\u00e2neas, como a morosidade na titula\u00e7\u00e3o de terras quilombolas, ind\u00edgenas e de outras comunidades tradicionais, que impactam diretamente a continuidade dessas express\u00f5es sonoras.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-caba36b elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"caba36b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 3. T\u00edtulo: \"Ensamblajes semi\u00f3ticos multimodales en el nicho Yabarana: experiencias de trabajo colaborativo para una Educaci\u00f3n Propia en el contexto urbano\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-627f349 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"627f349\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> M.Sc. Jeyni Gonz\u00e1lez Tabarez (Laboratorio de Etnohistoria y Oralidad, Centro de Antropolog\u00eda, Instituto Venezolano de Investigaciones Cient\u00edficas &#8211; IVIC, Venezuela), representantes del Nicho Etnoling\u00fc\u00edstico Yabarana \u201cClemente L\u00f3pez\u201d (Venezuela)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Esta ponencia sistematiza una experiencia pedag\u00f3gica de revitalizaci\u00f3n biocultural, fundamentada en el di\u00e1logo de saberes y aplicada mediante una metodolog\u00eda colaborativa y autoetnogr\u00e1fica. El proceso se desarroll\u00f3 durante los \u00faltimos tres a\u00f1os (2023-2026) junto al pueblo Yabarana en el nicho etnoling\u00fc\u00edstico \u201cClemente L\u00f3pez\u201d, en el contexto urbano de Puerto Ayacucho, Amazonas, Venezuela. Presentada en coautor\u00eda entre la investigadora y representantes del nicho, la propuesta desplaza el enfoque puramente te\u00f3rico para centrarse en una praxis compartida en donde confluyen conocimientos tradicionales y conocimientos ling\u00fc\u00edsticos, antropol\u00f3gicos, pedag\u00f3gicos y art\u00edsticos. El eje central ha sido la co-creaci\u00f3n de materiales did\u00e1cticos concebidos como ensamblajes semi\u00f3ticos multimodales que act\u00faan como dispositivos de mediaci\u00f3n, memoria y resistencia.<\/h4><h4>Desde la semi\u00f3tica multimodal, el esta ponencia examina la correlaci\u00f3n din\u00e1mica y la transducci\u00f3n semi\u00f3tica situada entre representaciones visuales (etnocartograf\u00edas, \u00e1rboles geneal\u00f3gicos, traves\u00edas de movilidad, calendarios socioproductivos, l\u00edneas de tiempo comunitarias,), registros sonoros y componentes audiovisuales. En este entramado, los elementos iconogr\u00e1ficos y las oralidades operan como nodos de\u00edcticos \u2014espaciales y temporales\u2014 que reconfiguran las din\u00e1micas del territorio ancestral dentro del entorno urbano. Esto permite que la memoria colectiva se active como un archivo vivo, m\u00f3vil y transferible intergeneracionalmente.<\/h4><h4>La interdependencia de estos recursos propicia un escenario pedag\u00f3gico donde el conocimiento ind\u00edgena y las herramientas t\u00e9cnicas dialogan horizontalmente. Al priorizar el relato de la experiencia metodol\u00f3gica y el protagonismo de los yabarana en el dise\u00f1o de sus propios materiales, esta presentaci\u00f3n expone c\u00f3mo la producci\u00f3n colectiva fortalece la autonom\u00eda cultural. De este modo, la pr\u00e1ctica se consolida como un ejercicio de Educaci\u00f3n Propia en contextos migratorios, demostrando la viabilidad de sostener procesos autogestionados de resguardo biocultural en las urbes del Sur.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a7d288a elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a7d288a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 4. T\u00edtulo: \"Entre Vozes, Mem\u00f3rias e Experimenta\u00e7\u00e3o Sonora: notas sobre a cria\u00e7\u00e3o de Vest\u00edgios\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-285847b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"285847b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Mariana Mostranges (Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia Social &#8211; PPGAS, UFSC, Santa Catarina, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Este trabalho apresenta uma experimenta\u00e7\u00e3o sonora constru\u00edda a partir de mensagens de voz trocadas entre familiares. Tomando a voz digital como vest\u00edgio sens\u00edvel de presen\u00e7a, a proposta parte da montagem de um arquivo sonoro composto por mensagens enviadas por uma prima falecida, outros familiares e pela pr\u00f3pria autora. A composi\u00e7\u00e3o articula lembran\u00e7as cotidianas, conversas interrompidas, relatos sobre sofrimento e rea\u00e7\u00f5es familiares \u00e0 morte, reunindo vozes gravadas em diferentes momentos da vida. O trabalho busca refletir sobre o que emerge quando essas vozes s\u00e3o novamente escutadas, editadas e colocadas em rela\u00e7\u00e3o por meio da montagem sonora, explorando as tens\u00f5es entre mem\u00f3ria, sil\u00eancio, aus\u00eancia e perman\u00eancia.<\/h4><h4>A composi\u00e7\u00e3o foi realizada a partir da sele\u00e7\u00e3o, edi\u00e7\u00e3o e reorganiza\u00e7\u00e3o de \u00e1udios autorizados de familiares, articulados a beats e ambi\u00eancias produzidos experimentalmente pela autora com o aux\u00edlio do aplicativo BandLab. A possibilidade de compor, editar, sobrepor camadas sonoras e experimentar diferentes arranjos diretamente em uma plataforma digital permitiu explorar diferentes formas de organizar vozes, sil\u00eancios e ambi\u00eancias, transformando a montagem em um exerc\u00edcio cont\u00ednuo de escuta e experimenta\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, a cria\u00e7\u00e3o sonora \u00e9 mobilizada n\u00e3o apenas como produto expressivo, mas tamb\u00e9m como procedimento metodol\u00f3gico.<\/h4><h4>Al\u00e9m de discutir o processo de produ\u00e7\u00e3o da montagem, o trabalho analisa as rea\u00e7\u00f5es de familiares que escutaram a composi\u00e7\u00e3o final, apresentada na Mostra Sonora do III Encontro Regional Sul da ABET, realizado na Universidade Federal de Santa Catarina. Interessa compreender de que modo a reescuta dessas vozes mobiliza recorda\u00e7\u00f5es, afetos e interpreta\u00e7\u00f5es sobre a perman\u00eancia dos v\u00ednculos. Ao deslocar o foco da representa\u00e7\u00e3o para a experi\u00eancia da escuta, busca-se contribuir para os debates sobre pr\u00e1ticas sonoras, mem\u00f3ria e produ\u00e7\u00e3o de conhecimento nas antropologias do som.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-89f1598 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"89f1598\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 5. T\u00edtulo: \"As can\u00e7\u00f5es no ensino e na aprendizagem de portugu\u00eas como l\u00edngua de acolhimento a partir de uma perspectiva decolonial\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0e8be07 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"0e8be07\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dr. Paulo Fachin (Instituto Federal de Santa Catarina &#8211; IFSC, Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1 &#8211; Unioeste, Universidade Estadual de Ponta Grossa &#8211; UEPG, Cascavel, Paran\u00e1, Brasil), Dra.(c) Adriana da Silva Boeira (Centro Universit\u00e1rio Assis Gurgacz &#8211; FAG, Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1 &#8211; Unioeste, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO: <\/strong>Olhar para o processo de ensino e de aprendizagem de portugu\u00eas como l\u00edngua de acolhimento \u00e9 quest\u00e3o urgente e necess\u00e1ria em nossa contemporaneidade, pois, cada vez mais, o Brasil recebe cidad\u00e3os de diversas nacionalidades que decidem se mudar para o nosso pa\u00eds por quest\u00f5es sociais, pol\u00edticas, econ\u00f4micas entre muitas outras. Partindo deste entendimento, o trabalho proposto tem, como objetivo principal, refletir sobre o ensino de l\u00edngua portuguesa para imigrantes por meio de can\u00e7\u00f5es considerando a perspectiva decolonial. Tematizar os estudos decoloniais \u00e9 investigar sobre um movimento social, human\u00edstico, pol\u00edtico e cultural que busca transgredir as heran\u00e7as de domina\u00e7\u00e3o, explora\u00e7\u00e3o e subalternidade deixadas pelo colonialismo. A escolha pelo g\u00eanero can\u00e7\u00e3o como encaminhamento pedag\u00f3gico se justifica pelo seu potencial de romper com o modelo tradicional de ensino de l\u00ednguas, que, historicamente, prioriza a gram\u00e1tica normativa e textos liter\u00e1rios can\u00f4nicos. Sob o vi\u00e9s decolonial, as can\u00e7\u00f5es atuam como possibilidades de resist\u00eancia e de legitima\u00e7\u00e3o de saberes marginalizados, permitindo introduzir, em sala de aula, a pluralidade de vozes e lingu\u00edstica, tais como sotaques, regionalismos e realidades sociais que comp\u00f5em o Brasil do s\u00e9culo XXI. Durante a produ\u00e7\u00e3o deste trabalho, buscaremos responder \u00e0 seguinte pergunta norteadora para a pesquisa: como o trabalho com can\u00e7\u00f5es para o ensino de l\u00edngua portuguesa como l\u00edngua de acolhimento pode atuar na desconstru\u00e7\u00e3o da colonialidade do ser, do poder e do saber, permitindo que o estudante imigrante e\/ou em situa\u00e7\u00e3o de ref\u00fagio se perceba como um sujeito efetivamente acolhido e com possibilidades no novo pa\u00eds? Para o desenvolvimento deste trabalho de cunho bibliogr\u00e1fico, qualitativo e explorat\u00f3rio ser\u00e3o utilizados artigos cient\u00edficos, disserta\u00e7\u00f5es, teses e materiais de pesquisadores da \u00e1rea.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00ab(\u00c1udio)Visuais, Oralidades e Performances: mem\u00f3rias, trajet\u00f3rias e resist\u00eancias no Sul Global\u00bb Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Luz Mariana Blet (Universidade Federal de Santa Catarina\/UFSC, Brasil) Mestrando Romulo Beck (Instituto de Desarrollo Econ\u00f3mico y Social-IDES y Escuela Interdisciplinaria de Altos Estudios Sociales-EIDAES, Universidad Nacional de San Mart\u00edn\/UNSAM, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Mag. S\u00e9rgio de Almeida Pereira<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3147\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-3147","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-OL","jetpack-related-posts":[{"id":2690,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2690","url_meta":{"origin":3147,"position":0},"title":"Grupos de Trabajo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"El 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026 anuncia los Grupos de Trabajo (GTs) aprobados, en sus dos modalidades: presencial y virtual.Para inscribir su ponencia (individual o grupal), revise el Grupo de Trabajo m\u00e1s acorde a su tem\u00e1tica y, luego, lea las indicaciones y c\u00f3mo inscribirse AQU\u00cd.\/O 3\u00ba Congresso\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":1863,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=1863","url_meta":{"origin":3147,"position":1},"title":"Inscripci\u00f3n 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur","author":"petrizzo","date":"18\/01\/2026","format":false,"excerpt":"PR\u00d3RROGA PARA INSCRIPCI\u00d3N DE PONENCIAS EN 19 GTS (7 PRESENCIALES Y 12 VIRTUALES) \/ PRORROGA\u00c7\u00c3O DO PRAZO DE INSCRI\u00c7\u00c3O DE APRESENTA\u00c7\u00d5ES EM 19 EDI\u00c7\u00d5ES DO GTS (7 PRESENCIAIS E 12 VIRTUAIS) (CERRADO) Pr\u00f3rroga para inscripci\u00f3n de ponencias: desde el lunes 29\/06 hasta el domingo 05\/07\/2026, solo para aquellos GTs con\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":3361,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3361","url_meta":{"origin":3147,"position":2},"title":"GT presencial 11 Pesquisas Etnogr\u00e1ficas em comunidades quilombolas","author":"Annel Mej\u00edas","date":"16\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Pesquisas Etnogr\u00e1ficas em comunidades quilombolas: produ\u00e7\u00f5es audio-visuais, art\u00edsticas, did\u00e1ticas nas Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra. Angela Maria de Souza (UNILA, Brasil)Dra. Anny Ocor\u00f3 Loango (Untref\/CONICET, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dra. Patr\u00edcia dos Santos Pinheiro (UNILA, Brasil) Resumen \/ Resumo Um caminho m\u00faltiplo e diverso tem sido trilhado a\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2752,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2752","url_meta":{"origin":3147,"position":3},"title":"GT virtual 2 Giro Decolonial: Arte, Antropologia da arte, Hist\u00f3ria e Institui\u00e7\u00f5es art\u00edsticas da Am\u00e9rica Latina","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Giro Decolonial: Arte, Antropologia da arte, Hist\u00f3ria e Institui\u00e7\u00f5es art\u00edsticas da Am\u00e9rica Latina\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra. Tatiane de Oliveira Elias (UEMG, Brasil)Lcda. 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Per\u00fa) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Mestrado Emerson Silva Caldas (Universidade Federal do Par\u00e1, Brasil)\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 Resumen \/ Resumo A proposta do\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2804,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2804","url_meta":{"origin":3147,"position":5},"title":"GT virtual 7 Mem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"Mem\u00f3ria, imagem e o Antropoceno: tecnologias, aus\u00eancias e mundos em ru\u00ednas\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Mestrando Daniel Erc\u00edlio N\u00e9res (Universidade Feevale - Novo Hamburgo\/Brasil)Dra. 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