{"id":3298,"date":"2026-05-16T20:33:02","date_gmt":"2026-05-17T01:03:02","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3298"},"modified":"2026-08-21T13:42:26","modified_gmt":"2026-08-21T18:12:26","slug":"gt-presencial-7-antropologia-urbana-experimental","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3298","title":{"rendered":"GT presencial 7 Antropolog\u00eda urbana experimental"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"3298\" class=\"elementor elementor-3298\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-44fdcaf e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"44fdcaf\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-57bf823 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"57bf823\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Antropolog\u00eda urbana experimental: di\u00e1logos transdisciplinarios, movilidades y tensiones\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-081d147 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"081d147\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fe2134a elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"fe2134a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Francisca M\u00e1rquez (Universidad Alberto Hurtado, Chile)<\/h4><h4>Mag. J\u00e9ssica Andrade (Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-47cc99b elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"47cc99b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f83f817 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f83f817\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dr. Jos\u00e9 Lu\u00eds Abalos J\u00fanior (Universidade Federal de Rio Grande, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c052e1a elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"c052e1a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6687706 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6687706\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>En el marco del 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026, este Grupo de Trabajo ALA propone abrir un espacio de di\u00e1logo transdisciplinar orientado a explorar formas experimentales de comprender, investigar e intervenir en la ciudad contempor\u00e1nea desde las Antropolog\u00edas del Sur. Partimos de la premisa de que las ciudades del Sur global constituyen territorios atravesados por m\u00faltiples crisis &#8211; econ\u00f3micas, clim\u00e1ticas , pol\u00edticas, epistemol\u00f3gicas y afectivas &#8211; que tensionan las formas tradicionales de producci\u00f3n de conocimiento. En este contexto, proponemos una antropolog\u00eda urbana experimental que desborde los l\u00edmites disciplinares, te\u00f3ricos y metodol\u00f3gicos cl\u00e1sicos, incorporando pr\u00e1cticas como la etnograf\u00eda sensorial, la experimentaci\u00f3n audiovisual, la cartograf\u00eda cr\u00edtica, la escritura especulativa y el trabajo con objetos y materialidades urbanas. Este GT busca contribuir a la construcci\u00f3n de nuevos abordajes, como por ejemplo: los mapas cognitivos y sensibles que permitan interpretar las transformaciones urbanas en el marco de la crisis del sistema-mundo contempor\u00e1neo, cuestionando las epistemolog\u00edas occidentales dominantes y abriendo espacio a formas de conocimiento situadas, encarnadas y plurales.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d92f3b8 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"d92f3b8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Pr\u00e1ticas rurais em solo urbano: Pol\u00edtica p\u00fablica e cotidiano para retomada da agricultura na periferia de Guarulhos-SP\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9fd1784 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9fd1784\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestrando Henrique Costa da Silva Freitas (Universidade Federal de S\u00e3o Paulo &#8211; UNIFESP, S\u00e3o Paulo, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> De forma experimental, este trabalho, uma disserta\u00e7\u00e3o em andamento, analisa a incorpora\u00e7\u00e3o da agricultura no contexto urbano como pr\u00e1tica de preserva\u00e7\u00e3o ambiental, assim recuperando solo, promovendo espa\u00e7os perme\u00e1veis e fomentando a biodiversidade na periferia de Guarulhos-SP. A pesquisa, situada no bairro dos Pimentas, acompanha atores de institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e de uma associa\u00e7\u00e3o de moradores, correlacionando pol\u00edtica p\u00fablica com o cotidiano vivido. O territ\u00f3rio em quest\u00e3o apresenta poucos espa\u00e7os livres e os que existem situam-se, em sua maioria, nas faixas n\u00e3o edificadas por onde passam infraestruturas de energia e combust\u00edvel. Essas \u00e1reas s\u00e3o comumente usadas para descarte irregular de res\u00edduos, tanto pela escassez de servi\u00e7os p\u00fablicos de coleta na periferia, como pelo aparente vazio que essas faixas parecem impor \u00e0 paisagem. An\u00e1lises cartogr\u00e1ficas mostram que tais infraestruturas vem de longe e cortam a regi\u00e3o metropolitana, abastecendo o aeroporto e as regi\u00f5es centrais, enquanto deixam nas periferias os impactos de sua passagem: solo polu\u00eddo, sensa\u00e7\u00e3o de obst\u00e1culo e a possibilidade de precariza\u00e7\u00e3o da vida cotidiana. No entanto, o cotidiano revela ag\u00eancia. Moradores e funcion\u00e1rios p\u00fablicos engajam-se em pr\u00e1ticas de recupera\u00e7\u00e3o e ocupa\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas por meio da agricultura. Acompanhando a associa\u00e7\u00e3o Coletivo Raiz e suas retomadas de plantio em um linh\u00e3o de transmiss\u00e3o de energia, a etnografia observa formas de habitar (com pr\u00e1ticas rurais que o planejamento urbano hegem\u00f4nico ignora) o que \u00e0 primeira vista \u00e9 um obst\u00e1culo. O trabalho combina etnografia engajada com an\u00e1lise cartogr\u00e1fica, buscando tensionar os limites entre o rural e o urbano, as ag\u00eancias de indiv\u00edduos e institui\u00e7\u00f5es, o que pode ser obst\u00e1culo e o que pode ser vida. Ao faz\u00ea-lo, prop\u00f5e que a agricultura urbana, quando encarnada em pr\u00e1ticas cotidianas e articulada a pol\u00edticas p\u00fablicas sens\u00edveis ao territ\u00f3rio, pode operar como um dispositivo experimental de planejamento urbano a partir da periferia.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-37c6bb9 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"37c6bb9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Experimenta\u00e7\u00f5es urbanas: cartografias e percursos etnogr\u00e1ficos em Pelotas e Rio Grande (RS)\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7eb4556 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7eb4556\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Andressa Nunes Soilo (Universidade Estadual do Oeste do Paran\u00e1 &#8211; UNIOESTE, Brasil), Mestranda Eduarda Mensch (Universidade Federal de Pelotas-UFPel, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Esta apresenta\u00e7\u00e3o discute a experimenta\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica na antropologia urbana a partir do di\u00e1logo entre uma pesquisa etnogr\u00e1fica sobre circuitos de lazer universit\u00e1rio em Pelotas (RS) e experi\u00eancias de cartografia afetiva desenvolvidas pelo Grupo de Investiga\u00e7\u00e3o em Antropologia Urbana e Visual (NaUrbe\/FURG), em Rio Grande (RS). Em ambos os contextos, a cartografia deixa de atuar apenas como instrumento de representa\u00e7\u00e3o para constituir-se como um dispositivo de investiga\u00e7\u00e3o que possibilita novas formas de perceber, experienciar e interpretar a cidade. Na pesquisa realizada em Pelotas, a cartografia surgiu inicialmente como uma estrat\u00e9gia de visualiza\u00e7\u00e3o dos circuitos observados etnograficamente. Contudo, sua elabora\u00e7\u00e3o permitiu visualizar conex\u00f5es, fluxos e trajet\u00f3rias que n\u00e3o emergiam com a mesma intensidade no trabalho de campo, evidenciando os v\u00ednculos entre universidade, lazer e cidade produzidos pelos deslocamentos dos estudantes. J\u00e1 nas experi\u00eancias desenvolvidas pelo NaUrbe, a cartografia afetiva permitiu explorar a cidade de Rio Grande atrav\u00e9s de mem\u00f3rias e experi\u00eancias sens\u00edveis, ampliando a visibilidade das dimens\u00f5es afetivas, relacionais e territoriais que atravessam a vida urbana. O di\u00e1logo entre essas experi\u00eancias aponta para o potencial da cartografia como pr\u00e1tica metodol\u00f3gica na investiga\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica. Ao articular o mapeamento \u00e0s percep\u00e7\u00f5es produzidas no trabalho etnogr\u00e1fico, essa pr\u00e1tica possibilita uma leitura ampliada do espa\u00e7o urbano, evidenciando dimens\u00f5es afetivas, relacionais e territoriais da vida urbana em movimento, bem como suas transforma\u00e7\u00f5es ao longo do tempo. Mais do que registrar percursos ou representar espa\u00e7os, a pr\u00e1tica cartogr\u00e1fica permite acompanhar processos de territorializa\u00e7\u00e3o, mobilidade e pertencimento, tornando vis\u00edveis aspectos da experi\u00eancia urbana que, muitas vezes, escapam \u00e0s abordagens convencionais. Desse modo, argumenta-se que a cartografia se configura como uma metodologia sens\u00edvel e situada, capaz de produzir olhares alternativos sobre o espa\u00e7o urbano e ampliar as formas de conhecer as cidades contempor\u00e2neas, evidenciando o potencial da experimenta\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica na investiga\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica da vida urbana.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1e365e8 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"1e365e8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Habitar el subsuelo. Anamorfosis de la penumbra\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a884e38 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a884e38\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Lcdo. Gabriel Marin (Universidad Alberto Hurtado, Chile), Dra. Francisca M\u00e1rquez (Universidad Alberto Hurtado, Chile)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Se propone una exploraci\u00f3n antropol\u00f3gica experimental de la ciudad de Santiago de Chile desde su dimensi\u00f3n menos visible: el subsuelo. Entendido como un palimpsesto de infraestructuras, memorias hist\u00f3ricas y pr\u00e1cticas sociales contempor\u00e1neas, el subsuelo aparece no como un vac\u00edo, sino como un territorio activo, habitado y cargado de significados que tensiona y reconfigura la vida urbana en la superficie . El principal aporte del proyecto radica en su enfoque metodol\u00f3gico experimental y multimodal, que busca superar las limitaciones de la etnograf\u00eda tradicional para dar cuenta de espacios opacos, fragmentarios y sensorialmente complejos. En lugar de privilegiar exclusivamente el texto escrito, la investigaci\u00f3n propone una etnograf\u00eda urbana experimental que combina observaci\u00f3n participante, entrevistas en profundidad y recorridos situados (\u201cgo-alongs\u201d) con una serie de registros audiovisuales y sensoriales: fotograf\u00eda etnogr\u00e1fica, grabaciones sonoras, video y cartograf\u00edas interactivas. Este enfoque permite captar no solo las pr\u00e1cticas sociales, sino tambi\u00e9n las atm\u00f3sferas, ac\u00fasticas, ritmos y percepciones que configuran la experiencia del subsuelo. La metodolog\u00eda es multisituada, abarcando distintos tipos de espacios subterr\u00e1neos (metro, alcantarillado, sitios patrimoniales y espacios de ocio), y se estructura en etapas que integran exploraci\u00f3n documental, trabajo de campo, registro multimodal y an\u00e1lisis cualitativo asistido por software. Un elemento clave es la producci\u00f3n de dispositivos de conocimiento h\u00edbridos, como mapas georreferenciados que superponen capas de informaci\u00f3n (infraestructura, memoria, usos sociales) y productos audiovisuales que no solo ilustran, sino que participan activamente en el proceso anal\u00edtico. Este enfoque permite comprender el subsuelo como una experiencia sensible y relacional, donde lo visual deja de ser dominante y se integran otros registros perceptivos (sonido, oscuridad, textura, humedad), abriendo as\u00ed nuevas formas de conocimiento antropol\u00f3gico. Al mismo tiempo, la dimensi\u00f3n experimental implica una apuesta por formas de investigaci\u00f3n colaborativas, creativas y p\u00fablicas, capaces de dialogar con audiencias m\u00e1s all\u00e1 de la academia. En s\u00edntesis, la ponencia muestra el subsuelo urbano, y lo convierte en un laboratorio metodol\u00f3gico, desde el cual repensar la etnograf\u00eda contempor\u00e1nea y sus modos de representaci\u00f3n, proponiendo una antropolog\u00eda capaz de habitar \u2014y no solo describir\u2014 las penumbras de la ciudad.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1cc0f84 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"1cc0f84\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Caminhada arqueol\u00f3gica como experi\u00eancia urbana na Cidade do M\u00e9xico e em S\u00e3o Paulo: atravessar tempos, acessar cotidianos, registrar imagin\u00e1rios\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a9354de elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a9354de\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dr. Ricardo Luis Silva Centro Universit\u00e1rio SENAC, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Este trabalho se configura como o registro cartogr\u00e1fico de duas experi\u00eancias realizadas em cidades latinoamericanas, Cidade do M\u00e9xico (2022) e S\u00e3o Paulo (2024) no \u00e2mbito do programa Caminhadas Arqueol\u00f3gicas, proposta de investiga\u00e7\u00e3o e leitura urbana do Estudio Ceda el paso. Este programa busca entrela\u00e7ar \u00e0 experi\u00eancia sens\u00edvel e corporificada do caminhar um conjunto de fundamentos epistemol\u00f3gicos e pragm\u00e1ticos advindos da Antropologia, Arquitetura e Arqueologia.\u00a0 O Caminhadas Arqueol\u00f3gicas n\u00e3o repousa em um esgotamento informativo da regi\u00e3o sobre a qual se caminha, t\u00e3o pouco visa limitar a observa\u00e7\u00e3o do participante a notar no espa\u00e7o uma \u00fanica tem\u00e1tica. Seu objetivo consiste em disponibilizar o corpo, o olhar e os sentidos para a percep\u00e7\u00e3o das m\u00faltiplas camadas que constituem, em simultaneidade, o espa\u00e7o urbano e as suas rela\u00e7\u00f5es e elementos constitutivos. Seja por meio das temporalidades que ali se cruzam, seja atrav\u00e9s das m\u00faltiplas formas de sociabilidades e manifesta\u00e7\u00f5es culturais que ali se d\u00e3o; dos atores sociais que ali vivem, ocupam, trabalham, transitam; das edifica\u00e7\u00f5es em ru\u00ednas, das novas, das que resistem, da presen\u00e7a-aus\u00eancia de determinadas corporeidades e dos agenciamentos preteridos para a regi\u00e3o por parte do poder p\u00fablico.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00abAntropolog\u00eda urbana experimental: di\u00e1logos transdisciplinarios, movilidades y tensiones\u00bb Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra. Francisca M\u00e1rquez (Universidad Alberto Hurtado, Chile) Mag. J\u00e9ssica Andrade (Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dr. Jos\u00e9 Lu\u00eds Abalos J\u00fanior (Universidade Federal de Rio Grande, Brasil) Resumen \/ Resumo En el marco del 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3298\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-3298","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-Rc","jetpack-related-posts":[{"id":2690,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2690","url_meta":{"origin":3298,"position":0},"title":"Grupos de Trabajo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"El 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026 anuncia los Grupos de Trabajo (GTs) aprobados, en sus dos modalidades: presencial y virtual.Para inscribir su ponencia (individual o grupal), revise el Grupo de Trabajo m\u00e1s acorde a su tem\u00e1tica y, luego, lea las indicaciones y c\u00f3mo inscribirse AQU\u00cd.\/O 3\u00ba Congresso\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":485,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/","url_meta":{"origin":3298,"position":1},"title":"Inicio","author":"Diego Camilo Figueroa","date":"12\/08\/2019","format":false,"excerpt":"La Triple Frontera es un trifinio situado en el cruce de fronteras entre Argentina (Puerto de Iguaz\u00fa, provincia de Misiones), Brasil (Foz de Igua\u00e7u, estado de Paran\u00e1) y Paraguay (Presidente Franco y Ciudad del Este, departamento de Alto Paran\u00e1), cerca de las cataratas de Igua\u00e7u. \/ A Tr\u00edplice Fronteira \u00e9\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"La Triple Frontera es un trifinio situado en el cruce de fronteras entre Argentina (Puerto de Iguaz\u00fa, provincia de Misiones), Brasil (Foz de Igua\u00e7u, estado de Paran\u00e1) y Paraguay (Presidente Franco y Ciudad del Este, departamento de Alto Paran\u00e1), cerca de las cataratas de Igua\u00e7u. \/ A Tr\u00edplice Fronteira \u00e9 um ponto tr\u00edplice localizado na fronteira entre a Argentina (Puerto Iguaz\u00fa, prov\u00edncia de Misiones), o Brasil (Foz do Igua\u00e7u, estado do Paran\u00e1) e o Paraguai (Presidente Franco e Ciudad del Este, departamento do Alto Paran\u00e1), pr\u00f3ximo \u00e0s Cataratas do Igua\u00e7u. 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