{"id":3316,"date":"2026-05-16T20:56:22","date_gmt":"2026-05-17T01:26:22","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3316"},"modified":"2026-08-21T13:54:43","modified_gmt":"2026-08-21T18:24:43","slug":"gt-presencial-8-esteticas-do-fim-do-mundo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3316","title":{"rendered":"GT presencial 8 Est\u00e9ticas do Fim do Mundo"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"3316\" class=\"elementor elementor-3316\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-75b6fa9 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"75b6fa9\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-537eb86 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"537eb86\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Est\u00e9ticas do Fim do Mundo: arte, fabula\u00e7\u00f5es e narrativas no Antropoceno como dispositivo de pesquisa nas Antropologias do Sul\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9c5bbb1 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"9c5bbb1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e9d3a2b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"e9d3a2b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutoranda Priscila Silva Queiroz Cevada (Laborat\u00f3rio do N\u00facleo de Antropologia Urbana-LabNAU, Universidade de S\u00e3o Paulo-USP, Brasil)<\/h4><h4>Tiara Zampedri (Facultad de Filosof\u00eda y Letras, Universidad de Buenos Aires, Argentina)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5ae5dad elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"5ae5dad\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-994177e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"994177e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Mestrando Fabio Luiz Silva de Oliveira\u00a0 (Laborat\u00f3rio de Imagem e Som em Antropologia-LISA, Universidade de S\u00e3o Paulo-USP, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a4b074f elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a4b074f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-048f731 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"048f731\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Diante da emerg\u00eancia clim\u00e1tica e da crise civilizat\u00f3ria que caracteriza o Antropoceno, as Antropologias do Sul enfrentam o desafio de produzir conhecimentos que ultrapassem a dicotomia moderna entre Natureza e Cultura. Questionar como as pr\u00e1ticas art\u00ed no sticas podem atuar como dispositivos de visibilidade para as redes sociot\u00e9cnicas e os conflitos ecol\u00f3gicos que a linguagem cient\u00edfica convencional muitas vezes negligencia se faz mais que necess\u00e1rio, pois se o Antropoceno \u00e9 um evento que \u00abdesorienta\u00bb a b\u00fassola moderna, a antropologia precisa de novas ferramentas para \u201cconstruir novas rotas\u201d. Para al\u00e9m do campo art\u00edstico em sentido estrito, torna-se igualmente fundamental considerar como diferentes regimes narrativos \u2014 cient\u00edficos, t\u00e9cnicos, jur\u00eddicos, midi\u00e1ticos, cotidianos e at\u00e9 especulativos \u2014 participam da constru\u00e7\u00e3o de inteligibilidades sobre o Antropoceno, disputando sentidos, escalas e responsabilidades. Nesse horizonte ampliado, a arte se entrela\u00e7a com outras formas de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento e sensibilidade, compondo ecologias narrativas que n\u00e3o apenas representam, mas performam mundos poss\u00edveis. Ao articular pr\u00e1ticas discursivas diversas, abre-se espa\u00e7o para pensar o Antropoceno como um campo de enuncia\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas, no qual saberes situados, experi\u00eancias vividas e infraestruturas materiais se cruzam, tensionando fronteiras disciplinares e expandindo as possibilidades de imagina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e ontol\u00f3gica diante das crises contempor\u00e2neas. Assim, este Grupo de Trabalho prop\u00f5e discutir a arte n\u00e3o apenas como objeto de estudo, mas como uma forma de narrativa, pesquisa e m\u00e9todo epistemol\u00f3gico capaz de pensar as transforma\u00e7\u00f5es planet\u00e1rias a partir de coordenadas geopol\u00edticas e ontol\u00f3gicas sul-sul. Desse modo, propomos investigar como pr\u00e1ticas fabulativo-narrativas e art\u00edstico-etnogr\u00e1ficas podem captar as polifonias das paisagens de antropoceno conectadas pelas coliga\u00e7\u00f5es entre humanos e n\u00e3o-humanos que emergem nas brechas do capitalismo extrativista.<\/h4><h4>O GT acolhe comunica\u00e7\u00f5es que explorem:<\/h4><ul><li><h4>Etnografias que utilizam suportes art\u00edsticos (v\u00eddeo, som, performance, instala\u00e7\u00e3o) para documentar impactos ambientais no Sul Global.<\/h4><\/li><li><h4>Discuss\u00f5es te\u00f3ricas sobre o papel das narrativas e da sensibilidade est\u00e9tica na reconfigura\u00e7\u00e3o da \u00e9tica e pol\u00edtica antropol\u00f3gica.<\/h4><\/li><li><h4>Projetos de colabora\u00e7\u00e3o entre antrop\u00f3logos, artistas e comunidades tradicionais em contextos de devasta\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica.<\/h4><\/li><li><h4>Buscamos, em suma, responder aos desafios \u00e9ticos e pol\u00edticos do Congresso: como as Antropologias do Sul podem gerar mapas cognitivos pr\u00f3prios que n\u00e3o sejam apenas reflexos de modelos can\u00f4nicos, mas sim interven\u00e7\u00f5es est\u00e9tico-pol\u00edticas na composi\u00e7\u00e3o de um mundo comum e habit\u00e1vel.<\/h4><\/li><\/ul>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3afdfc7 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"3afdfc7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Sess\u00e3o A - Antropologia da Formas Expressivas<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-34d59b7 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"34d59b7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Outras camadas: pr\u00e1ticas art\u00edsticas em fotografias de fam\u00edlia atingidas pelas enchentes\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c8ce250 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c8ce250\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Luana Bohrer Krob (Universidade Federal do Rio Grande do Sul &#8211; UFRGS, Rio Grande do Sul, Brasil)\u00a0<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> As fotografias s\u00e3o utilizadas no mundo inteiro como documenta\u00e7\u00e3o de uma exist\u00eancia, seja de pessoas, de situa\u00e7\u00f5es, de coisas ou de modos de ver o mundo. S\u00e3o objetos capazes de provocar sentidos complexos, ao princ\u00edpio de que toda imagem registrada atrav\u00e9s de uma lente fotogr\u00e1fica se torna presente no mundo em uma eterna rela\u00e7\u00e3o com aquele que a observa. Essa rela\u00e7\u00e3o, como descrita por Didi-Huberman (1998), se d\u00e1 de forma repleta de sentidos que produzem na imagem uma rea\u00e7\u00e3o, tornando a dist\u00e2ncia, entre o objeto e o observador, dupla. Dessa forma, tanto o olhar quanto a fotografia se tornam agentes no processo de interpreta\u00e7\u00e3o das imagens. Mas o que acontece quando uma fotografia \u00e9 interferida por agentes externos que modificam a sua imagem de forma indesejada? Foi o que ocorreu com os \u00e1lbuns de fam\u00edlia atingidos pela enchente de 2024 no Rio Grande do Sul que foram recebidos pelo projeto Resgate de Mem\u00f3rias, do N\u00facleo de Antropologia Visual da UFRGS. Nessas imagens se v\u00ea uma mistura de manchas e apagamentos que alteraram suas significa\u00e7\u00f5es para as fam\u00edlias detentoras, remetendo ao que foi vivido pela enchente. A presente pesquisa, busca explorar a pot\u00eancia das pr\u00e1ticas art\u00edsticas como maneiras de acrescentar uma camada a essas imagens, transformando seus significados na lida com o trauma. A reconfigura\u00e7\u00e3o, por meio de pr\u00e1ticas como desenho, colagem, montagem entre outras t\u00e9cnicas, faz o movimento de preencher as lacunas provocadas pelo desastre ambiental, utilizando como meio a imagina\u00e7\u00e3o e as mem\u00f3rias. Dessa forma, s\u00e3o repensadas as narrativas contadas pelas imagens, provocando discuss\u00f5es no campo antropol\u00f3gico que tensionam a arte enquanto m\u00e9todo de pesquisa no campo da mem\u00f3ria e das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Afinal, como podemos transformar os modos de narrar o mundo na rela\u00e7\u00e3o entre o que vemos e os objetos que nos encaram?<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bebb216 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"bebb216\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Sess\u00e3o B - Etnologia<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-95dd7ab elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"95dd7ab\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Las pinturas rupestres de la Amazonia: una tecnolog\u00eda para habitar el entre mundos\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-41627da elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"41627da\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dr.(c) Jacobo Cardona Echeverri (Universit\u00e9 de Montr\u00e9al, Canad\u00e1 \/ Colombia)\u00a0<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Presento una reflexi\u00f3n sobre el llamado arte rupestre recientemente descubierto en los tepuyes de la Amazon\u00eda colombiana con la idea de superar el enfoque tradicionalmente asociado a la representaci\u00f3n pict\u00f3rica de las entidades de los ecosistemas de la selva con significativo trasfondo m\u00edtico. Busco enmarcar estas producciones bajo la l\u00f3gica ontol\u00f3gica del animismo, y, al tiempo, siguiendo las ideas de Albert Gell sobre la tecnolog\u00eda del encantamiento y el encantamiento de la tecnolog\u00eda, resaltar su car\u00e1cter mediador en el entramado de transacciones est\u00e9ticas entre agentes humanos y no humanos. Este acercamiento me lleva a rechazar la imposici\u00f3n del modelo espaciotemporal moderno, estructurado en una noci\u00f3n lineal de progreso t\u00e9cnico y espiritual, la Historia, que hace de la carencia de la escritura un criterio de definici\u00f3n ontol\u00f3gica. En vez de hablar de sociedades hist\u00f3ricas o prehist\u00f3ricas (o \u00e1grafas), hablar\u00edamos de colectivos naturalistas o cosmogr\u00e1micos, pues m\u00e1s que la incorporaci\u00f3n y uso de una determinada tecnolog\u00eda de inscripci\u00f3n, que todas poseen, reivindico como principio diferenciador la capacidad de conciliar otras modalidades de espacio-tiempo de agentes no humanos en los procesos humanos de socializaci\u00f3n, el habitar el entre mundos. La Amazon\u00eda emerge no solo como uno de los \u00faltimos bastiones capaces de asegurar nuestra supervivencia en el planeta, sino tambi\u00e9n como un ejemplo de la integraci\u00f3n tecnol\u00f3gica entre diferentes tipos de entidades. Comprender estas alianzas y desarrollar las nuestras dentro de una nueva econom\u00eda de supervivencia podr\u00eda resultar crucial para los tiempos que vivimos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6b7057a elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"6b7057a\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Poderes Flotantes-Floating Powers, un proyecto y metodolog\u00eda interdisciplinarios entre paisajes extractivos, arte contempor\u00e1neo y antropolog\u00eda\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-eb37f70 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"eb37f70\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Ph.D. Maica Gugolati (Instituto de los Mundos Africanos, CRNS, Colombia \/ Francia)\u00a0<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Floating Tropics es un proyecto visual personal en curso que cuestiona la representaci\u00f3n de las tierras extractivas como retratos del nacionalismo en las sociedades poscoloniales contempor\u00e1neas, comenzando con la Rep\u00fablica de Trinidad y Tobago en las Indias Occidentales. Esta contribuci\u00f3n presenta las intersecciones de una metodolog\u00eda interdisciplinaria experimental que integra arte contempor\u00e1neo, fotograf\u00eda, historia del arte y antropolog\u00eda con los problemas del Antropoceno y el Plantationoceno (Harawai 2019) en las sociedades contempor\u00e1neas. Trinidad es el segundo mayor productor de petr\u00f3leo y gas en la regi\u00f3n del Caribe. Bas\u00e1ndome en una reflexi\u00f3n inicial sobre la etimolog\u00eda de \u00abpaisaje\u00bb en ingl\u00e9s, el idioma oficial de Trinidad y Tobago, \u00abland-scaping\u00bb significa dar forma a la tierra (Mitchell 2002). Con este proyecto, cuestiono los efectos de dar forma a la tierra mediante el \u00ablandscape\u00bb en suelos y aguas contempor\u00e1neos que coexisten con el extractivismo. Pintar paisajes en la \u00e9poca colonial no era un acto de reproducir un retrato fiel de las tierras, sino m\u00e1s bien una proyecci\u00f3n de c\u00f3mo deber\u00edan verse y crearse en el futuro. Partiendo del estudio del paisaje colonial en el territorio insular, el proyecto utiliza collages digitales yuxtapuestos de lugares contempor\u00e1neos reales, naturales y extractivos para crear nuevos retratos hiperrealistas de las tierras que cuestionan la mirada y su consiguiente manipulaci\u00f3n. Aborda las formas autoex\u00f3ticas y exotizantes de crear tierras imaginarias en las que vivimos y ofrece la posibilidad de ampliar el pensamiento cr\u00edtico sobre los l\u00edmites del extractivismo, no solo como \u00abmoldear tierras\u00bb sino tambi\u00e9n como \u00abmoldear las vidas\u00bb de las poblaciones que las habitan. Aqu\u00ed, el Antropoceno y el Plantationoceno no son un presagio del fin de un mundo humano, sino herramientas para la concienciaci\u00f3n y el empoderamiento, con el fin de decidir una coexistencia m\u00e1s consciente entre el ser humano y los recursos naturales, y encontrar soluciones.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6f646d5 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"6f646d5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Sess\u00e3o C - Futurismos<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e97d2e3 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"e97d2e3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"A sociedade do antropoceno \u00e9 uma distopia Cyberpunk?\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-594050f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"594050f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestrando Maycon Souza de Oliveira (Departamento de Antropologia, Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Este artigo investiga as interse\u00e7\u00f5es entre o g\u00eanero cyberpunk e o Antropoceno, analisando como representa\u00e7\u00f5es sociais, ambientais e tecnol\u00f3gicas presentes em obras liter\u00e1rias e audiovisuais do cyberpunk refletem e dialogam com as din\u00e2micas da realidade contempor\u00e2nea. O estudo parte da compreens\u00e3o de que o Antropoceno marca a era em que a a\u00e7\u00e3o humana transforma ecossistemas em escala planet\u00e1ria, enquanto o cyberpunk, surgido como cr\u00edtica ao capitalismo tardio, antecipa dilemas como degrada\u00e7\u00e3o ambiental e desigualdade social. A pesquisa adota abordagem qualitativa, descritiva e explorat\u00f3ria, comparando representa\u00e7\u00f5es do g\u00eanero com dados de cidades como S\u00e3o Paulo, T\u00f3quio, Hong Kong e Los Angeles. Ao relacionar fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e antropologia, busca-se compreender como narrativas dist\u00f3picas oferecem instrumentos simb\u00f3licos para refletir sobre crises urbanas, tecnol\u00f3gicas e ecol\u00f3gicas, ampliando o debate interdisciplinar sobre o futuro da humanidade.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-44077c2 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"44077c2\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Pisar suave nos caminhos antigos e fabular futuros compartilhados \u2013 considera\u00e7\u00f5es desde uma pesquisa em processo\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ba81693 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ba81693\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Paulina Maria Caon (Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia, Minas Gerais, Brasil)\u00a0<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Nesta comunica\u00e7\u00e3o apresento a pesquisa de p\u00f3s-doutorado em andamento na Universidad de Buenos Aires (UBA), que tem apoio do CNPq, Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico &#8211; Brasil, na qual me proponho a rastrear caminhos antigos em fragmentos do territ\u00f3rio da Am\u00e9rica do Sul e realizar caminhadas guiadas por programas performativos em alguns deles, visando a sistematiza\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios e procedimentos pluriepist\u00eamicos para contextos de forma\u00e7\u00e3o inicial e continuada de professores. Parto de procedimentos das pr\u00e1ticas art\u00edsticas contempor\u00e2neas, especialmente da formula\u00e7\u00e3o de programas performativos e do caminhar como uma pr\u00e1tica est\u00e9tica e pol\u00edtica como proposi\u00e7\u00f5es multidimensionais. Os programas performativos de caminhada funcionam como procedimento de investiga\u00e7\u00e3o cotidiana, apostando no enraizamento sensorial-corporal dos processos de conhecimentos; do mesmo modo, eles t\u00eam sido praticado junto ao Coletivo Teatro Dodecaf\u00f4nico (SP\/Brasil) e em minha pr\u00e1tica docente nos processos de forma\u00e7\u00e3o de professores de teatro em universidade brasileira, desdobrando-se como modo de cria\u00e7\u00e3o, ensino e aprendizagem situado, pautado na produ\u00e7\u00e3o de saberes-fazeres-narrativas situadas em nosso territ\u00f3rio vivido, em oposi\u00e7\u00e3o a saberes e categorias abstratas de conhecimento. A pesquisa, transdiciplinar, tece di\u00e1logos com diferentes campos de conhecimento: as corporalidades, a fenomenologia cultural, as pr\u00e1ticas art\u00edsticas e ativistas contempor\u00e2neas, os saberes-fazeres de popula\u00e7\u00f5es amer\u00edndias e afro-diasp\u00f3ricas, assim como os estudos antropol\u00f3gicos e ambientais atuais. Proponho apresentar uma sele\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es caminhadas realizadas, discutindo alguns dos princ\u00edpios da pesquisan e dos questionamentos que o pr\u00f3prio caminhar trouxe para a investiga\u00e7\u00e3o. Investigar epistemologias enraizadas em territ\u00f3rios sul-americanos subsidia a afirma\u00e7\u00e3o da relev\u00e2ncia da corporalidade nos processos de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, bem como a relev\u00e2ncia da constitui\u00e7\u00e3o de outros modos de habitar e coexistir no planeta. Ao realizar essa pesquisa aposto na constitui\u00e7\u00e3o de epistemologias art\u00edsticas situadas para a forma\u00e7\u00e3o de professores, que possibilitem o movimento, a fabula\u00e7\u00e3o de narrativas e de futuros compartilhados.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e83e4de elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"e83e4de\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Sess\u00e3o D - Antropologia da T\u00e9cnica<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-34f5ab9 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"34f5ab9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o. T\u00edtulo: \"Sonhar Mundos no Antropoceno\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a93f95d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a93f95d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Anna Heloisa Segatta (Departamento de Antropologia, Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil)\u00a0<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Este trabalho \u00e9 uma reflex\u00e3o sobre a condi\u00e7\u00e3o humana no contexto de crise ambiental, considerando arte, sonho, e ontologias ind\u00edgenas e ocidentais. Partindo de uma tela do artista ind\u00edgena contempor\u00e2neo Jaider Esbell, proponho uma abordagem ensa\u00edstica-antropol\u00f3gica que desloca a est\u00e9tica no sentido de mobilizar a arte como uma forma de conhecimento capaz de mediar mundos. Meu argumento \u00e9 que articular no\u00e7\u00f5es de arte, xamanismo, sonho e cosmologia ind\u00edgena permite tensionar pressupostos ontol\u00f3gicos ocidentais e sugerir maneiras de viver no Antropoceno. A reflex\u00e3o \u00e9 constru\u00edda no di\u00e1logo entre etnografia Yanomami sobre os sonhos (Bruce Albert, Davi Kopenawa; Hanna Limulja), a mitologia Makuxi sobre Makunaim\u00e3 (reelaborada por Jaider Esbell), o debate diante da intrus\u00e3o de Gaia (Bruno Latour, Isabelle Stengers) e como conviver com essa realidade (Donna Haraway). Em interlocu\u00e7\u00e3o com a literatura especulativa de Ursula Le Guin, proponho que o sonho e arte s\u00e3o ferramentas de elabora\u00e7\u00e3o de mundos que permitem imaginar outras formas de exist\u00eancia no Antropoceno.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00abEst\u00e9ticas do Fim do Mundo: arte, fabula\u00e7\u00f5es e narrativas no Antropoceno como dispositivo de pesquisa nas Antropologias do Sul\u00bb Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Priscila Silva Queiroz Cevada (Laborat\u00f3rio do N\u00facleo de Antropologia Urbana-LabNAU, Universidade de S\u00e3o Paulo-USP, Brasil) Tiara Zampedri (Facultad de Filosof\u00eda y Letras, Universidad de Buenos Aires, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Mestrando<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3316\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-3316","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-Ru","jetpack-related-posts":[{"id":2690,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2690","url_meta":{"origin":3316,"position":0},"title":"Grupos de Trabajo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"El 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026 anuncia los Grupos de Trabajo (GTs) aprobados, en sus dos modalidades: presencial y virtual.Para inscribir su ponencia (individual o grupal), revise el Grupo de Trabajo m\u00e1s acorde a su tem\u00e1tica y, luego, lea las indicaciones y c\u00f3mo inscribirse AQU\u00cd.\/O 3\u00ba Congresso\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":509,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=509","url_meta":{"origin":3316,"position":1},"title":"Brasil","author":"Diego Camilo Figueroa","date":"12\/08\/2019","format":false,"excerpt":"Cap\u00edtulo Brasil do 2\u00b0 Congresso Internacional de Antropologias do Sul A antropologia em movimento: reflexividade, posicionamentos e pr\u00e1ticas Atividade pr\u00e9 32\u00b0 Reuni\u00e3o Brasileira de Antropologia Transmiss\u00e3o pela TV ABA: https:\/\/www.youtube.com\/tvaba Data: 15 y 27\/10\/2020 O cap\u00edtulo Brasil ser\u00e1 composto de dois pain\u00e9is: PAINEL1 \u201cAntropologia na Am\u00e9rica do Sul: algumas reflex\u00f5es\u201d:\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AFICHE-CAPITULO-BRASIL-1-BR-300x228.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AFICHE-CAPITULO-BRASIL-1-BR-300x228.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AFICHE-CAPITULO-BRASIL-1-BR-300x228.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]},{"id":485,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/","url_meta":{"origin":3316,"position":2},"title":"Inicio","author":"Diego Camilo Figueroa","date":"12\/08\/2019","format":false,"excerpt":"La Triple Frontera es un trifinio situado en el cruce de fronteras entre Argentina (Puerto de Iguaz\u00fa, provincia de Misiones), Brasil (Foz de Igua\u00e7u, estado de Paran\u00e1) y Paraguay (Presidente Franco y Ciudad del Este, departamento de Alto Paran\u00e1), cerca de las cataratas de Igua\u00e7u. \/ A Tr\u00edplice Fronteira \u00e9\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"La Triple Frontera es un trifinio situado en el cruce de fronteras entre Argentina (Puerto de Iguaz\u00fa, provincia de Misiones), Brasil (Foz de Igua\u00e7u, estado de Paran\u00e1) y Paraguay (Presidente Franco y Ciudad del Este, departamento de Alto Paran\u00e1), cerca de las cataratas de Igua\u00e7u. \/ A Tr\u00edplice Fronteira \u00e9 um ponto tr\u00edplice localizado na fronteira entre a Argentina (Puerto Iguaz\u00fa, prov\u00edncia de Misiones), o Brasil (Foz do Igua\u00e7u, estado do Paran\u00e1) e o Paraguai (Presidente Franco e Ciudad del Este, departamento do Alto Paran\u00e1), pr\u00f3ximo \u00e0s Cataratas do Igua\u00e7u. Foto: https:\/\/www.civitatis.com\/es","src":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/1-UNILA-1024x684.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/1-UNILA-1024x684.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/1-UNILA-1024x684.jpeg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/1-UNILA-1024x684.jpeg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":1893,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=1893","url_meta":{"origin":3316,"position":3},"title":"Tercer Congresso em Portugu\u00eas","author":"Annel Mej\u00edas","date":"19\/01\/2026","format":false,"excerpt":"3\u00ba CONGRESSO INTERNACIONAL DE ANTROPOLOGIA DO SUL 2026. \u201cANTROPOLOGIAS DO SUL ENFRENTANDO UM MUNDO EM CONFLITO: DESAFIOS EPISTEMOL\u00d3GICOS, \u00c9TICOS E POL\u00cdTICOS\u201d. FOZ DO IGUA\u00c7U , BRASIL\u00a0Data: 4, 5 e 6 de novembro de 2026Site do evento: https:\/\/antropologiasdelsur.orgE-mail do evento: congreso@antropologiasdelsur.org\u00a0APRESENTA\u00c7\u00c3OA Am\u00e9rica Latina e o Caribe, assim como a maioria das\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/1er-Congreso-2-225x300.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":1761,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=1761","url_meta":{"origin":3316,"position":4},"title":"Sede","author":"Annel Mej\u00edas","date":"10\/01\/2026","format":false,"excerpt":"La Universidade Federal da Integra\u00e7\u00e3o Latino-Americana (UNILA) fue propuesta en el a\u00f1o 2007 por el presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, quien la present\u00f3 al Congreso Nacional, y se cre\u00f3 en el 2010 para formar a profesionales comprometidos con la integraci\u00f3n latinoamericana. Comenz\u00f3 a ser estructurada en el a\u00f1o 2007\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/3-UNILA-1024x565.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/3-UNILA-1024x565.jpeg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/3-UNILA-1024x565.jpeg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/3-UNILA-1024x565.jpeg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":78,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=78","url_meta":{"origin":3316,"position":5},"title":"Circulares","author":"petrizzo","date":"12\/09\/2015","format":false,"excerpt":"1ERA CIRCULARCompartimos la 1era Circular del 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026, donde se explican los ejes tem\u00e1ticos, las modalidades de participaci\u00f3n y el cronograma. \/\u00a0Compartilhamos a 1\u00aa Circular do 3\u00ba Congresso Internacional de Antropologias do Sul de 2026, que explica os eixos tem\u00e1ticos, as modalidades de participa\u00e7\u00e3o\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/3316","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3316"}],"version-history":[{"count":58,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/3316\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5851,"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/3316\/revisions\/5851"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3316"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}