{"id":3316,"date":"2026-05-16T20:56:22","date_gmt":"2026-05-17T01:26:22","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3316"},"modified":"2026-05-19T07:46:42","modified_gmt":"2026-05-19T12:16:42","slug":"gt-presencial-8-esteticas-do-fim-do-mundo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3316","title":{"rendered":"GT presencial 8 Est\u00e9ticas do Fim do Mundo"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"3316\" class=\"elementor elementor-3316\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-75b6fa9 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"75b6fa9\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-537eb86 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"537eb86\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Est\u00e9ticas do Fim do Mundo: arte, fabula\u00e7\u00f5es e narrativas no Antropoceno como dispositivo de pesquisa nas Antropologias do Sul\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9c5bbb1 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"9c5bbb1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e9d3a2b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"e9d3a2b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Doutoranda Priscila Silva Queiroz Cevada (Laborat\u00f3rio do N\u00facleo de Antropologia Urbana-LabNAU, Universidade de S\u00e3o Paulo-USP, Brasil)<\/h4><h4>Tiana Zampedri (Facultad de Filosof\u00eda y Letras, Universidad de Buenos Aires, Argentina)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5ae5dad elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"5ae5dad\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-994177e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"994177e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Mestrando Fabio Luiz Silva de Oliveira\u00a0 (Laborat\u00f3rio de Imagem e Som em Antropologia-LISA, Universidade de S\u00e3o Paulo-USP, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a4b074f elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"a4b074f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-048f731 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"048f731\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Diante da emerg\u00eancia clim\u00e1tica e da crise civilizat\u00f3ria que caracteriza o Antropoceno, as Antropologias do Sul enfrentam o desafio de produzir conhecimentos que ultrapassem a dicotomia moderna entre Natureza e Cultura. Questionar como as pr\u00e1ticas art\u00ed no sticas podem atuar como dispositivos de visibilidade para as redes sociot\u00e9cnicas e os conflitos ecol\u00f3gicos que a linguagem cient\u00edfica convencional muitas vezes negligencia se faz mais que necess\u00e1rio, pois se o Antropoceno \u00e9 um evento que &#8220;desorienta&#8221; a b\u00fassola moderna, a antropologia precisa de novas ferramentas para \u201cconstruir novas rotas\u201d. Para al\u00e9m do campo art\u00edstico em sentido estrito, torna-se igualmente fundamental considerar como diferentes regimes narrativos \u2014 cient\u00edficos, t\u00e9cnicos, jur\u00eddicos, midi\u00e1ticos, cotidianos e at\u00e9 especulativos \u2014 participam da constru\u00e7\u00e3o de inteligibilidades sobre o Antropoceno, disputando sentidos, escalas e responsabilidades. Nesse horizonte ampliado, a arte se entrela\u00e7a com outras formas de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento e sensibilidade, compondo ecologias narrativas que n\u00e3o apenas representam, mas performam mundos poss\u00edveis. Ao articular pr\u00e1ticas discursivas diversas, abre-se espa\u00e7o para pensar o Antropoceno como um campo de enuncia\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas, no qual saberes situados, experi\u00eancias vividas e infraestruturas materiais se cruzam, tensionando fronteiras disciplinares e expandindo as possibilidades de imagina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e ontol\u00f3gica diante das crises contempor\u00e2neas. Assim, este Grupo de Trabalho prop\u00f5e discutir a arte n\u00e3o apenas como objeto de estudo, mas como uma forma de narrativa, pesquisa e m\u00e9todo epistemol\u00f3gico capaz de pensar as transforma\u00e7\u00f5es planet\u00e1rias a partir de coordenadas geopol\u00edticas e ontol\u00f3gicas sul-sul. Desse modo, propomos investigar como pr\u00e1ticas fabulativo-narrativas e art\u00edstico-etnogr\u00e1ficas podem captar as polifonias das paisagens de antropoceno conectadas pelas coliga\u00e7\u00f5es entre humanos e n\u00e3o-humanos que emergem nas brechas do capitalismo extrativista.<\/h4><h4>O GT acolhe comunica\u00e7\u00f5es que explorem:<\/h4><ul><li><h4>Etnografias que utilizam suportes art\u00edsticos (v\u00eddeo, som, performance, instala\u00e7\u00e3o) para documentar impactos ambientais no Sul Global.<\/h4><\/li><li><h4>Discuss\u00f5es te\u00f3ricas sobre o papel das narrativas e da sensibilidade est\u00e9tica na reconfigura\u00e7\u00e3o da \u00e9tica e pol\u00edtica antropol\u00f3gica.<\/h4><\/li><li><h4>Projetos de colabora\u00e7\u00e3o entre antrop\u00f3logos, artistas e comunidades tradicionais em contextos de devasta\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica.<\/h4><\/li><li><h4>Buscamos, em suma, responder aos desafios \u00e9ticos e pol\u00edticos do Congresso: como as Antropologias do Sul podem gerar mapas cognitivos pr\u00f3prios que n\u00e3o sejam apenas reflexos de modelos can\u00f4nicos, mas sim interven\u00e7\u00f5es est\u00e9tico-pol\u00edticas na composi\u00e7\u00e3o de um mundo comum e habit\u00e1vel.<\/h4><\/li><\/ul>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e97d2e3 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"e97d2e3\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"A sociedade do antropoceno \u00e9 uma distopia Cyberpunk?\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-594050f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"594050f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestrando Maycon Souza de Oliveira (Departamento de Antropologia, Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Este artigo investiga as interse\u00e7\u00f5es entre o g\u00eanero cyberpunk e o Antropoceno, analisando como representa\u00e7\u00f5es sociais, ambientais e tecnol\u00f3gicas presentes em obras liter\u00e1rias e audiovisuais do cyberpunk refletem e dialogam com as din\u00e2micas da realidade contempor\u00e2nea. O estudo parte da compreens\u00e3o de que o Antropoceno marca a era em que a a\u00e7\u00e3o humana transforma ecossistemas em escala planet\u00e1ria, enquanto o cyberpunk, surgido como cr\u00edtica ao capitalismo tardio, antecipa dilemas como degrada\u00e7\u00e3o ambiental e desigualdade social. A pesquisa adota abordagem qualitativa, descritiva e explorat\u00f3ria, comparando representa\u00e7\u00f5es do g\u00eanero com dados de cidades como S\u00e3o Paulo, T\u00f3quio, Hong Kong e Los Angeles. Ao relacionar fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e antropologia, busca-se compreender como narrativas dist\u00f3picas oferecem instrumentos simb\u00f3licos para refletir sobre crises urbanas, tecnol\u00f3gicas e ecol\u00f3gicas, ampliando o debate interdisciplinar sobre o futuro da humanidade.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-34f5ab9 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"34f5ab9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"Sonhar Mundos no Antropoceno\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a93f95d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a93f95d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Anna Heloisa Segatta (Departamento de Antropologia, Universidade de S\u00e3o Paulo, Brasil)\u00a0<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Este trabalho \u00e9 uma reflex\u00e3o sobre a condi\u00e7\u00e3o humana no contexto de crise ambiental, considerando arte, sonho, e ontologias ind\u00edgenas e ocidentais. Partindo de uma tela do artista ind\u00edgena contempor\u00e2neo Jaider Esbell, proponho uma abordagem ensa\u00edstica-antropol\u00f3gica que desloca a est\u00e9tica no sentido de mobilizar a arte como uma forma de conhecimento capaz de mediar mundos. Meu argumento \u00e9 que articular no\u00e7\u00f5es de arte, xamanismo, sonho e cosmologia ind\u00edgena permite tensionar pressupostos ontol\u00f3gicos ocidentais e sugerir maneiras de viver no Antropoceno. A reflex\u00e3o \u00e9 constru\u00edda no di\u00e1logo entre etnografia Yanomami sobre os sonhos (Bruce Albert, Davi Kopenawa; Hanna Limulja), a mitologia Makuxi sobre Makunaim\u00e3 (reelaborada por Jaider Esbell), o debate diante da intrus\u00e3o de Gaia (Bruno Latour, Isabelle Stengers) e como conviver com essa realidade (Donna Haraway). Em interlocu\u00e7\u00e3o com a literatura especulativa de Ursula Le Guin, proponho que o sonho e arte s\u00e3o ferramentas de elabora\u00e7\u00e3o de mundos que permitem imaginar outras formas de exist\u00eancia no Antropoceno.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: &#8220;Est\u00e9ticas do Fim do Mundo: arte, fabula\u00e7\u00f5es e narrativas no Antropoceno como dispositivo de pesquisa nas Antropologias do Sul&#8221; Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Doutoranda Priscila Silva Queiroz Cevada (Laborat\u00f3rio do N\u00facleo de Antropologia Urbana-LabNAU, Universidade de S\u00e3o Paulo-USP, Brasil) Tiana Zampedri (Facultad de Filosof\u00eda y Letras, Universidad de Buenos Aires, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Mestrando<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3316\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-3316","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-Ru","jetpack-related-posts":[{"id":2690,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2690","url_meta":{"origin":3316,"position":0},"title":"Grupos de Trabajo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"El 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026 anuncia los Grupos de Trabajo (GTs) aprobados, en sus dos modalidades: presencial y virtual.Para inscribir su ponencia (individual o grupal), revise el Grupo de Trabajo m\u00e1s acorde a su tem\u00e1tica y, luego, lea las indicaciones y c\u00f3mo inscribirse AQU\u00cd.\/O 3\u00ba Congresso\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":509,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=509","url_meta":{"origin":3316,"position":1},"title":"Brasil","author":"Diego Camilo Figueroa","date":"12\/08\/2019","format":false,"excerpt":"Cap\u00edtulo Brasil do 2\u00b0 Congresso Internacional de Antropologias do Sul A antropologia em movimento: reflexividade, posicionamentos e pr\u00e1ticas Atividade pr\u00e9 32\u00b0 Reuni\u00e3o Brasileira de Antropologia Transmiss\u00e3o pela TV ABA: https:\/\/www.youtube.com\/tvaba Data: 15 y 27\/10\/2020 O cap\u00edtulo Brasil ser\u00e1 composto de dois pain\u00e9is: PAINEL1 \u201cAntropologia na Am\u00e9rica do Sul: algumas reflex\u00f5es\u201d:\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AFICHE-CAPITULO-BRASIL-1-BR-300x228.jpg?resize=350%2C200","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AFICHE-CAPITULO-BRASIL-1-BR-300x228.jpg?resize=350%2C200 1x, https:\/\/i0.wp.com\/antropologiasdelsur.org\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/AFICHE-CAPITULO-BRASIL-1-BR-300x228.jpg?resize=525%2C300 1.5x"},"classes":[]},{"id":485,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/","url_meta":{"origin":3316,"position":2},"title":"Inicio","author":"Diego Camilo Figueroa","date":"12\/08\/2019","format":false,"excerpt":"La Triple Frontera es un trifinio situado en el cruce de fronteras entre Argentina (Puerto de Iguaz\u00fa, provincia de Misiones), Brasil (Foz de Igua\u00e7u, estado de Paran\u00e1) y Paraguay (Presidente Franco y Ciudad del Este, departamento de Alto Paran\u00e1), cerca de las cataratas de Igua\u00e7u. \/ A Tr\u00edplice Fronteira \u00e9\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"La Triple Frontera es un trifinio situado en el cruce de fronteras entre Argentina (Puerto de Iguaz\u00fa, provincia de Misiones), Brasil (Foz de Igua\u00e7u, estado de Paran\u00e1) y Paraguay (Presidente Franco y Ciudad del Este, departamento de Alto Paran\u00e1), cerca de las cataratas de Igua\u00e7u. \/ A Tr\u00edplice Fronteira \u00e9 um ponto tr\u00edplice localizado na fronteira entre a Argentina (Puerto Iguaz\u00fa, prov\u00edncia de Misiones), o Brasil (Foz do Igua\u00e7u, estado do Paran\u00e1) e o Paraguai (Presidente Franco e Ciudad del Este, departamento do Alto Paran\u00e1), pr\u00f3ximo \u00e0s Cataratas do Igua\u00e7u. 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