{"id":3361,"date":"2026-05-16T23:48:07","date_gmt":"2026-05-17T04:18:07","guid":{"rendered":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3361"},"modified":"2026-08-17T17:28:29","modified_gmt":"2026-08-17T21:58:29","slug":"gt-presencial-11-pesquisas-etnograficas-em-comunidades-quilombolas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3361","title":{"rendered":"GT presencial 11 Pesquisas Etnogr\u00e1ficas em comunidades quilombolas"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"3361\" class=\"elementor elementor-3361\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-77266f4 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"77266f4\" data-element_type=\"container\" data-e-type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ed63049 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"ed63049\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">T\u00edtulo: \"Pesquisas Etnogr\u00e1ficas em comunidades quilombolas: produ\u00e7\u00f5es audio-visuais, art\u00edsticas, did\u00e1ticas nas Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3a80e1e elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"3a80e1e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a09afc5 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a09afc5\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Angela Maria de Souza (UNILA, Brasil)<\/h4><h4>Dra. Anny Ocor\u00f3 Loango (Untref\/CONICET, Argentina)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3a3ebd9 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"3a3ebd9\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5ca950e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"5ca950e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Dra. Patr\u00edcia dos Santos Pinheiro (UNILA, Brasil)<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4a94cf8 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"4a94cf8\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Resumen \/ Resumo<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bdb549d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"bdb549d\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Um caminho m\u00faltiplo e diverso tem sido trilhado a partir de rela\u00e7\u00f5es de parceria que t\u00eam tido lugar em comunidades quilombolas apresentadas neste Grupo de Trabalho. Uma \u201cparceria\u201d \u00e9 um exerc\u00edcio a longo prazo que envolve muita escuta, respeito \u00e0 trajet\u00f3ria local e aos desejos de seus moradores; neste caso, tendo as imagens e materiais sens\u00edveis como catalisadoras de rela\u00e7\u00f5es, como produ\u00e7\u00f5es audio-visuais, art\u00edsticas, did\u00e1ticas, entre outras, com conte\u00fado contextualizado e que possibilitem um suporte para o debate sobre as Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais. Dessa rela\u00e7\u00e3o, emergiram reflex\u00f5es e constru\u00e7\u00f5es compartilhadas que leva a diferentes produtos, apresentados como bordados, fuxicos, cartilhas, artesanatos, produtos cosm\u00e9ticos e aliment\u00edcios que prescindem e contemplem conhecimentos que vem sendo transmitido em gera\u00e7\u00f5es. Procuramos dar protagonismo a materiais interativos voltados para uma aprendizagem situada (Lave, 2015) e que relacionem convivialidade, diferen\u00e7a e reconhecimento\u00a0 que foram sendo reveladas enquanto caminhos que permitem reativar rela\u00e7\u00f5es dentro de cada comunidade quilombola, nas quais as experi\u00eancias interpretadas realizam um fazer-interpretativo que vai al\u00e9m da busca por representa\u00e7\u00f5es daquilo que \u00e9 observado. Na constru\u00e7\u00e3o dessa media\u00e7\u00e3o feita pelas produ\u00e7\u00f5es audio-visuais, art\u00edsticas, did\u00e1ticas, entre outras, a valoriza\u00e7\u00e3o de diferentes formas de conhecimento \u00e9 tamb\u00e9m constru\u00edda. Procura-se, desse modo, contemplar a valoriza\u00e7\u00e3o de outros imagin\u00e1rios que n\u00e3o os hegem\u00f4nicos e observar as implica\u00e7\u00f5es e potencialidades da rela\u00e7\u00e3o entre pesquisas etnogr\u00e1ficas e o desenvolvimento de projetos de audiovisual com perspectiva did\u00e1tico-pedag\u00f3gica sobre as Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais. A aten\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa \u00e9 elaborada, assim, de forma coletiva, dando centralidade ao seu processo em lugar de hip\u00f3teses universalistas. Sendo assim, as pesquisas aqui reunidas t\u00eam possibilitado visualizar processos, ressignifica\u00e7\u00f5es e adapta\u00e7\u00f5es que nossas\/os interlocutoras\/es quilombolas t\u00eam vivenciado em seus territ\u00f3rios por meio da constante descoberta de recursos criativos que se relacionam a suas trajet\u00f3rias, t\u00e9cnicas e mem\u00f3rias. O processo da pesquisa se torna, ent\u00e3o, um exerc\u00edcio restitutivo cont\u00ednuo na rela\u00e7\u00e3o com as comunidades.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d9f8fcb elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"d9f8fcb\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 1. T\u00edtulo: \"O t\u00eaxtil pol\u00edtico das Fuxiqueiras do Bem: enlinhando territ\u00f3rio, ra\u00e7a e g\u00eanero\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-fd9791e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"fd9791e\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Mestranda Gabriela Novaes Santos (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> O bordado depende de uma correspond\u00eancia pr\u00e1tica, t\u00e1til e reflexiva, entre corpo bordador, ferramentas t\u00eaxteis e a (nova) linha, estreada pela agulha, abrindo caminho pelo tecido-tela. O mais desafiador do existir dessa correspond\u00eancia seria assumir a responsabilidade epistemol\u00f3gica do bordar em um percurso de cria\u00e7\u00e3o que se confunde aos sentidos ontol\u00f3gicos. Nesse sentido, a escolha do que se ir\u00e1 bordar e como eleva os n\u00edveis de reflex\u00e3o quando feita coletivamente pois nos atenta \u00e0 necessidade de observa\u00e7\u00e3o da feitura de quem est\u00e1 pr\u00f3ximo e seus macetes, seus materiais, suas formas de correspond\u00eancia, seu percurso enlinhado-tecido-corpo.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-64e2735 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"64e2735\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 2. T\u00edtulo: \"(Con)fabula\u00e7\u00f5es audiovisuais em quilombos do sert\u00e3o brasileiro\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-344011b elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"344011b\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Patr\u00edcia dos Santos Pinheiro (UNILA, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> A hist\u00f3ria e paisagens do sert\u00e3o paraibano t\u00eam sido uma importante fonte de inspira\u00e7\u00e3o e de elabora\u00e7\u00e3o est\u00e9tica nas artes. Uma paisagem \u00e1rida e um povo sofrido, invariavelmente despontam \u00e0 primeira vista. Mas \u00e9 tamb\u00e9m no Alto Sert\u00e3o, munic\u00edpio de Coremas, que fica o maior reservat\u00f3rio de \u00e1gua do estado da Para\u00edba \u2013 o Complexo Estevam Marinho, que j\u00e1 foi o maior do Brasil, antes da constru\u00e7\u00e3o da hidrel\u00e9trica de Itaipu Binacional. Nele, h\u00e1 um navio submerso. Nesta apresenta\u00e7\u00e3o, trarei reflex\u00f5es geradas pela produ\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie documental Navio do Sert\u00e3o, em comunidades quilombolas de Coremas, Brasil. A despeito das cont\u00ednuas viol\u00eancias que sofrem, esses territ\u00f3rios s\u00e3o tamb\u00e9m objeto de reflex\u00e3o cultural e social sobre os mundos nos quais nos situamos e comp\u00f5e o cen\u00e1rio da s\u00e9rie documental. Apesar das mazelas, foi poss\u00edvel construir complexos conhecimentos sobre o ambiente sertanejo e sobre express\u00f5es culturais, contada atrav\u00e9s das \u00e1guas por seus narradores. Mostrar essas narrativas que atravessam gera\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m permite enfatizar imagin\u00e1rios sobre o Nordeste que v\u00e3o al\u00e9m das secas e viol\u00eancia, mas sim percorrem uma po\u00e9tica das \u00e1guas.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-747e5e6 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"747e5e6\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 3. T\u00edtulo: \"Produ\u00e7\u00e3o de material did\u00e1tico como estrat\u00e9gia de visibilidade de identidades marginalizadas\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-80ea665 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"80ea665\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Raquel Alves de Carvalho (Faculdade Intercultural Ind\u00edgena &#8211; Faind, Universidade Federal da Grande Dourados &#8211; UFGD, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Relata a experi\u00eancia de um componente curricular \u00abLinguagens no Ensino de Ci\u00eancias Humanas\u00bb, no Curso de Licenciatura em Educa\u00e7\u00e3o do Campo da Faculdade Intercultural Ind\u00edgena &#8211; UFGD. Tal componente tem por intencionalidade desenvolver reflex\u00f5es e t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o de material pedag\u00f3gico para o ensino de Ci\u00eancias Humanas, a partir da produ\u00e7\u00e3o de \u00e1udio visual, do teatro, da m\u00fasica, hist\u00f3ria em quadrinhos e charges. Se compromete com a educa\u00e7\u00e3o e cultura para a visibilidade social aos jovens do campo, das aldeias e dos quilombos. Orienta se nas discuss\u00f5es acerca do desenvolvimento integral e sustent\u00e1vel dos territ\u00f3rios. Chama aten\u00e7\u00e3o a demanda apresentada pelas gera\u00e7\u00f5es mais novas por projetos de desenvolvimento nos assentamentos, aldeias e quilombos que contemplem a\u00e7\u00f5es na \u00e1rea de cultura e lazer. A utiliza\u00e7\u00e3o e a busca pelo dom\u00ednio de ferramentas tecnol\u00f3gicas e o investimento em equipamentos de tecnologia nas unidades produtivas, fazem-se necess\u00e1rias com a\u00e7\u00f5es que extrapolem o espa\u00e7o escolar trabalhando quest\u00f5es concernentes a identidade dos jovens, sobretudo na formula\u00e7\u00e3o de seu projeto de vida. O desafio consiste em apostar numa leitura da realidade junto aos jovens e adolescentes, onde o campo, a aldeia e o quilombo ressurge como um territ\u00f3rio espec\u00edfico, um espa\u00e7o de vida, alternativo \u00e0 cidade, onde a juventude \u00e9 ator social, protagonista de seus processos. Nesse sentindo, por meio do acesso as linguagens: arte c\u00eanica, a m\u00fasica, produ\u00e7\u00e3o de \u00e1udio visuais, hist\u00f3ria em quadrinhos e charges, o objetivo \u00e9 propiciar a grupos de futuros professores das escolas dos assentamentos, aldeias e quilombos espa\u00e7os para manifesta\u00e7\u00e3o de suas demandas, reflex\u00e3o e elabora\u00e7\u00e3o de seus projetos de vida. Prop\u00f5e ainda a descoloniza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria e do imagin\u00e1rio do ser humano atrav\u00e9s de di\u00e1logo cultural com outros. O processo tem contribu\u00eddo na apropria\u00e7\u00e3o de linguagens que d\u00eaem visibilidade a grupos socialmente desfavorecidos, ao mesmo tempo em que tem inaugurado nas comunidades que investem nessas atividades um processo inovador de reflex\u00e3o sobre seu cotidiano, os direitos humanos e possibilidades de desenvolvimento pessoal e local.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-bcf2c05 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"bcf2c05\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 4. T\u00edtulo: \"Licenciatura em Educa\u00e7\u00e3o Escolar Quilombola: a implementa\u00e7\u00e3o no Aquilombar a Universidade Federal da Grande Dourados\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-4ff634f elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"4ff634f\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Dra. Edir Neves Barboza (Universidade Federal da Grande Dourados, Mato Grosso do Sul, Brasil)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> Ao analisar a forma\u00e7\u00e3o de professores quilombolas a partir do Programa Nacional de Fomento \u00e0 Equidade na Forma\u00e7\u00e3o de Professores da Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica-PARFOR, traz a luz a necessidade de efetiva\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas educacionais que visam corrigir as demandas por espa\u00e7os escolares que atendam as especificidades de grupos sociais como quilombolas e outros. O PARFOR\/EQUIDADE possibilitou que a Universidade Federal da Grande Dourados, alocasse na Faculdade Intercultural Ind\u00edgena\/FAIND, o primeiro curso de Licenciatura em Educa\u00e7\u00e3o Escolar Quilombola (LEEQ) do Mato Grosso do Sul. A experi\u00eancia, a partir de 2025 ofertado na modalidade da Altern\u00e2ncia, com isso, novos desafios s\u00e3o lan\u00e7ados. O primeiro, constituir um grupo de estudantes exclusivo das comunidades quilombolas; o segundo, manter as aulas na modalidade da Altern\u00e2ncia em que os cursistas ficam no per\u00edodo do Tempo Universidade 14 dias longe de suas comunidades, sendo essa pr\u00e1tica na Faind com os cursos de Licenciatura Ind\u00edgena e do campo. Para superar esses desafios lan\u00e7ou-se m\u00e3o de acordos que resultou em 30 matr\u00edculas disponibilizadas para o curso, sem preju\u00edzo no cumprimento das horas estabelecidas para a forma\u00e7\u00e3o. Dentre as 22, as comunidades quilombolas s\u00e3o presentes s\u00e3o a Fam\u00edlia Cardoso de Nioaque, Fam\u00edlia Oz\u00f3rio de Corumb\u00e1, Furnas de Dion\u00edzio Corguinho, Furnas de Boa Sorte, Rochedo e da Comunidade Picadinha em Dourados. As disciplinas distribu\u00eddas ao longo de 8 semestres, buscam tramitar esse a realidade das comunidades e base te\u00f3rica que sustenta a forma\u00e7\u00e3o, entrela\u00e7ando o Tempo Universidade e o Tempo Comunidade na produ\u00e7\u00e3o de conhecimento em que as refer\u00eancias quilombolas, sejam mantidas para o fortalecimento de sua identidade, na forma de produ\u00e7\u00e3o da vida material, dos conhecimentos ancestrais e na garantia de direitos j\u00e1 adquiridos ao longo da hist\u00f3ria. Aqui se trata de repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica ao garantir que as crian\u00e7as tenham acesso a uma educa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica em seus territ\u00f3rios para o fortalecimento do seu povo.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d55be17 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"d55be17\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Ponencia \/ Apresenta\u00e7\u00e3o 5. T\u00edtulo: \"La infraestructura escolar como escenario para el desarrollo de las ni\u00f1as y los ni\u00f1os en el Sur. El caso de Monter\u00eda, Colombia\"<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-dbf65f1 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"dbf65f1\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><strong>AUTOR\u00cdA:<\/strong> Maestranda Cleris Cadavid Vel\u00e1squez (Universidad de C\u00f3rdoba \/ Instituci\u00f3n Educativa Villa Margarita, Colombia), Maestrando Dagoberto Kerguelen Gonz\u00e1lez (Universidad de C\u00f3rdoba, Colombia)<\/h4><h4><strong>RESUMEN \/ RESUMO:<\/strong> La escuela es m\u00e1s que una construcci\u00f3n f\u00edsica donde acontecen diariamente las experiencias pedag\u00f3gicas que intentan formar a los hombres y mujeres del ma\u00f1ana. Se trata de un territorio en tensiones y disputas donde se debate sobre el sentido de lo p\u00fablico y el futuro de las ni\u00f1eces en el mundo. En el Sur, la configuraci\u00f3n de escuela se encuentra marcada por brechas hist\u00f3ricas y la persistencia de un c\u00famulo de conflictos, donde la infraestructura acapara gran parte de las cr\u00edticas vigentes por permanecer inm\u00f3vil ante los cambios socioculturales que demandan un tipo de entorno que potencie las experiencias de ser un ni\u00f1o o ni\u00f1a. Esta ponencia se propone analizar c\u00f3mo las condiciones f\u00edsicas de las escuelas del Sur no son neutras, sino que encapsulan concepciones pol\u00edticas y culturales sobre qui\u00e9nes son los sujetos infantiles en medio de la adversidad.<\/h4><h4>Mediante un enfoque cualitativo basado en un estudio de casos, se aplic\u00f3 la observaci\u00f3n participante a la infraestructura de una instituci\u00f3n educativa en Monter\u00eda, Colombia; de igual forma, se emplearon entrevistas semiestructuradas a directivos, docentes y padres de familia para recolectar informaci\u00f3n relevante sobre la problem\u00e1tica identificada. Los ni\u00f1os y ni\u00f1as fueron sujetos activos del estudio participando con t\u00e9cnicas visuales. Los hallazgos fueron analizados bajo la perspectiva del enfoque de Antropolog\u00eda del Espacio Escolar donde seg\u00fan Bernstein y Bourdieu, el entorno escolar clasifica y distribuye desigualmente las oportunidades educativas, afectando el desarrollo integral.<\/h4><h4>Los principales resultados dan cuenta c\u00f3mo la precariedad de la infraestructura escolar se contrapone a la riqueza de las interacciones sociales que all\u00ed ocurren, siendo necesario interrogarnos sobre: \u00bfqu\u00e9 dicen estos espacios sobre c\u00f3mo valoramos la infancia? Todo lo anterior, permite concluir que se necesitan escuelas que reconozcan las particularidades del territorio y dejen de ser un equipamiento pasivo para convertirse en pilar activo para la paz y la dignidad.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: \u00abPesquisas Etnogr\u00e1ficas em comunidades quilombolas: produ\u00e7\u00f5es audio-visuais, art\u00edsticas, did\u00e1ticas nas Rela\u00e7\u00f5es \u00c9tnico-Raciais\u00bb Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra. Angela Maria de Souza (UNILA, Brasil) Dra. Anny Ocor\u00f3 Loango (Untref\/CONICET, Argentina) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dra. Patr\u00edcia dos Santos Pinheiro (UNILA, Brasil) Resumen \/ Resumo Um caminho m\u00faltiplo e diverso tem sido trilhado a partir de rela\u00e7\u00f5es de<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=3361\" class=\"more-link themebutton\">Leer m\u00e1s<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-3361","page","type-page","status-publish","hentry"],"jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P7en3k-Sd","jetpack-related-posts":[{"id":2690,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2690","url_meta":{"origin":3361,"position":0},"title":"Grupos de Trabajo","author":"Annel Mej\u00edas","date":"13\/05\/2026","format":false,"excerpt":"El 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur 2026 anuncia los Grupos de Trabajo (GTs) aprobados, en sus dos modalidades: presencial y virtual.Para inscribir su ponencia (individual o grupal), revise el Grupo de Trabajo m\u00e1s acorde a su tem\u00e1tica y, luego, lea las indicaciones y c\u00f3mo inscribirse AQU\u00cd.\/O 3\u00ba Congresso\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2938,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2938","url_meta":{"origin":3361,"position":1},"title":"GT virtual 15 ANTROPOLOGIA DOS QUILOMBOS E DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"ANTROPOLOGIA DOS QUILOMBOS E DAS COMUNIDADES TRADICIONAIS: identidade, g\u00eanero e interseccionalidade\" Coordinaci\u00f3n \/ Coordena\u00e7\u00e3o Dra.(c) Liberacy de Souza Oliveira (Universidade Federal do Amazonas- UFAM, Brasil)Lcdo. Eufr\u00e1sio Bango (Universidade SAVE, Mo\u00e7ambique - provincia de Gaza) Moderaci\u00f3n \/ Modera\u00e7\u00e3o Dr.(c) Felipe Magno Silva Pires (Universidade Federal do Amazonas-UFAM, Brasil) Resumen \/\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":1863,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=1863","url_meta":{"origin":3361,"position":2},"title":"Inscripci\u00f3n 3er Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur","author":"petrizzo","date":"18\/01\/2026","format":false,"excerpt":"PR\u00d3RROGA PARA INSCRIPCI\u00d3N DE PONENCIAS EN 19 GTS (7 PRESENCIALES Y 12 VIRTUALES) \/ PRORROGA\u00c7\u00c3O DO PRAZO DE INSCRI\u00c7\u00c3O DE APRESENTA\u00c7\u00d5ES EM 19 EDI\u00c7\u00d5ES DO GTS (7 PRESENCIAIS E 12 VIRTUAIS) (CERRADO) Pr\u00f3rroga para inscripci\u00f3n de ponencias: desde el lunes 29\/06 hasta el domingo 05\/07\/2026, solo para aquellos GTs con\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":2971,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=2971","url_meta":{"origin":3361,"position":3},"title":"GT A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria","author":"Annel Mej\u00edas","date":"14\/05\/2026","format":false,"excerpt":"T\u00edtulo: \"A educa\u00e7\u00e3o no enfrentamento da crise civilizat\u00f3ria: pesquisar contracolonialmente e disciplinarmente no Brasil e na Col\u00f4mbia\" Coordinaci\u00f3n Dra. Carolina Tamayo Osorio (Universidade Estadual do Par\u00e1, Brasil)Dr. \u00d3scar Guillermo Charry (Universidad de Antioquia, Col\u00f4mbia) Moderaci\u00f3n Dra. Elizabeth Gomes Souza (Universidade Federal do Par\u00e1, Brasil) Resumen Este GT tem como prop\u00f3sito\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":75,"url":"https:\/\/antropologiasdelsur.org\/?page_id=75","url_meta":{"origin":3361,"position":4},"title":"\u00bfQui\u00e9nes somos?","author":"petrizzo","date":"12\/09\/2015","format":false,"excerpt":"La\u00a0Red de Antropolog\u00edas del Sur\u00a0congrega a un grupo de investigadorxs de las ciencias sociales de Am\u00e9rica Latina, especialmente de la antropolog\u00eda, quienes decidieron congregarse en el a\u00f1o 2015 para organizar el\u00a0Primer Congreso Internacional de Antropolog\u00edas del Sur realizado un a\u00f1o luego, en octubre del 2016 en M\u00e9rida, Venezuela.Posteriormente, la Red\u2026","rel":"","context":"Entrada similar","block_context":{"text":"Entrada similar","link":""},"img":{"alt_text":"M.Sc. 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