MUESTRA ANTROPOLOGÍA VISUAL-FILMES

FILMES DE LA MUESTRA EN ANTROPOLOGÍA VISUAL 3ER CONGRESO INTERNACIONAL DE ANTROPOLOGÍAS DEL SUR 2026 / FILMES DA EXPOSIÇÃO EM ANTROPOLOGIA VISUAL DO 3º CONGRESSO INTERNACIONAL DE ANTROPOLOGIAS DO SUL 2026

VIDEOS / FILMES

TRABALHO/TRABAJO 1

Filme «Água Demais» (Brasil, 2025)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: Samira Petry, João Lucas Goulart, Kerolen Kingeski, Gabriel Barata E Giovanna Schneider (UFRGS)

Giovanna do Nascimento Schneider é estudante de licenciatura em História na UFRGS, com experiência prática e teórica nas áreas de arte, educação, pesquisa e mediação cultural. Possui experiência em projetos de extensão, pesquisa em antropologia visual e participação em evento acadêmico internacional. Atuou como oficineira em diferentes contextos educativos e sociais, além de integrar setores educativos de importantes instituições culturais. Atualmente, desenvolve trabalho no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul e projetos de educação popular em parceria com o Museu de Resgates.

Samira Petry é bacharela em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com atuação vinculada ao Núcleo de Antropologia Visual (NAVISUAL/UFRGS). Interesses acadêmicos voltados às áreas da arte, mobilidade geográfica e movimento. Enquanto estudante de antropologia e experimentante das artes, Samira pesquisa a mobilidades e migracões modernas, utilizando o desenho como ferramenta metodológica e analítica em seu fazer etnográfico. Atualmente, integra o Grupo de Pesquisa FLUME, vinculado à Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, e o Grupo de Pesquisa Pensamento por Imagem, promovido pela APPH ASSOCIAÇÃO DE PESQUISAS E PRÁTICAS EM HUMANIDADES.

Gabriel Barata é graduando em Ciências Sociais – Bacharelado pela UFRGS, com principais interesses nas áreas de: Antropologia da Música, Antropologia Visual e Antropologia de Gênero/Sexualidade. Foi Bolsista de Extensão no NAVISUAL (PROREXT/UFRGS) por dois meses, atuando majoritariamente no projeto Resgate de Memórias, produtor musical e músico.

João Lucas Goulart é graduando em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Bacharel em Gestão em Saúde pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (2022). Atualmente é voluntário no Projeto de Pesquisa «A Geografia da questão indígena no Rio Grande do Sul: da gestão territorial a uma geopolítica das epistémes.». Integra também o Núcleo de Antropologia das Sociedades Indígenas e Tradicionais (NIT/PPGAS-UFRGS) e o Núcleo de Antropologia e Cidadania (NACi/PPGAS-UFRGS).

Kerolen Kingeki é estudante de Licenciatura em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Grau acadêmico / Grado académico: graduacão

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 09:47 min.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): Em Porto Alegre, as enchentes de maio de 2024 não levaram apenas objetos, mancharam memórias, marcaram vidas. Este curta documental nasce do gesto de tentar limpar o que a água sujou. Realizado por estudantes de Ciências Sociais da UFRGS, o filme se constrói menos por palavras e mais por sons, gestos e silêncios. É uma experiência sensorial que acompanha o processo de resgate de imagens de arquivos pessoais, das fotografias mergulhadas nas enchentes.

Ficha técnica:

Direção: Samira Petry
Produção Executiva: Samira Petry, João Lucas Goulart, Kerolen Kingeski, Gabriel Barata E Giovanna Schneider
Roteirista: Samira Petry, João Lucas Goulart, Kerolen Kingeski, Gabriel Barata
Elenco: Kerolen Kingeski
Direção De Fotografia: Samira Petry, João Lucas Goulart, Kerolen Kingeski, Gabriel Barata E Giovanna Schneider
Direção De Arte: Samira Petry, João Lucas Goulart, Kerolen Kingeski, Gabriel Barata E Giovanna Schneider
Trilha Sonora Original: João Lucas Goulart
Montagem: Gabriel Barata
Desenho De Som: João Lucas Goulart, Gabriel Barata

Data de envio/Fecha de envío: 07/04/2026

TRABALHO/TRABAJO 2

Filme «Doña Consuelo» (Colombia, 2023)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: Alejandro Escobar y Javier Sanchez (PPGECC-UFRJ)

Alejandro Escobar. Caficultor, Licenciado en comunicación por la Universidad Tecnológica de Pereira, Magíster del Programa de Posgrado en Antropología Social (PPGAS-UFRN) y estudiante de Doctorado en el Programa de Posgrado en Sociología y Antropología (PPGSA-UFRJ). Director de documentales como “Recampesinización salvando el campo” 2018 y “Assentamento Terra Vista” 2022 y “Doña Consuelo” 2023. También ha participado como curador en el I festival de cortos de Parelhas-RN, del VI, VII, VII festival de cine etnográfico del Ecuador, del IV festival de cine etnográfico de Pará y de la I, II y III Muestra Latinoamericana de Cine Etnográfico del Núcleo de pesquisa en antropología visual (NAVIS-UFRN). También participa de los núcleos de investigación en antropología visual como LEPPAIS-UFPel y del NEXTImagem-UFRJ.

Javier Sanchez. Licenciado en filosofía de la Universidad Tecnológica de Pereira, Colombia. Aspirante a Magíster en Ciencias Naturopáticas. Co-fundador de «Sabeae: Salud y Belleza con Amor Esencial» y corporación “recampe-sinando”. Es campesino, amante de las plantas medicinales y de la escritura. También es guionista, productor y director de documentales como «El fin al fin» 2016, «Recampesinización, para salvar el campo» 2018, y “Doña Consuelo” 2023.

Grau acadêmico / Grado académico: doctorado

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 20 min.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): Este documentário etnográfico faz parte de um processo por entender a “recampesinização” principalmente na Família Sanchez-Restrepo no município do Cairo no estado do Valle del Cauca, Colômbia. Assim neste trabalho damos um destaque em Doña Consuelo, a qual representa a força das mulheres camponesas deslocadas pela violência e o conflito colombiano e que em um processo de restituição de terras tem voltado ao campo ou “recampe-sinando”. Desta forma o filme além de apresentar sua memória e história de vida ao redor do conflito, dá um destaque na vida quotidiana da mulher no campo onde percebemos seus sentidos de pertença, identidade e amor pelo campo. O documentário também apresenta ideias da antropologia compartilhada onde Javier Sanchez o filho de Consuelo faz parte da filmagem e o processo de construção da narrativa do filme assim homenageando a sua mãe Doña Consuelo.

Ficha técnica:

Dirección, Cámara, Edición:
Javier Alonso Sánchez
Alejandro Escobar

Producción:
SABEAE
Camaleón
Corporación Recampe-sinandoAgradecimientos:
NextImagem
NAVIS
LEPPAIS

Data de envio/Fecha de envío: 09/04/2026

TRABALHO/TRABAJO 3

Filme «Tejedora de destinos» (México, 2021)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: Yerid López Barrera / Arturo López Pío (Centro de Investigaciones y Estudios en Antropología Social CIESAS Pacífico Sur)

Yerid López Barrera. Antropóloga feminista y realizadora audiovisual comunitaria. Doctora en antropología social y posdoctorante en el CIESAS Pacífico Sur. Desde hace 14 años trabaja con pueblos originarios, mujeres y comunicación. Es co-realizadora del cortometraje Tejedora de destinos (2021), premiado en el Festival de Cine Latinoamericano en Lenguas Originarias Perú (2022). Pertenece a la Red de Investigación sobre Documentales REDOC, del Laboratorio Audiovisual de Investigación Social del Instituto Mora, en donde colabora con el proyecto: Mujeres Documentalistas en México (periodo 1970-1985). Integra colectivos como Topías, Intersticio Visual y La Yerbabuena. Ha investigado y publicado sobre antropología feminista audiovisual y comunicación comunitaria, etnografía feminista y narrativas audiovisuales, metodologías colaborativas y procesos creativos.

Arturo López Pío es artista visual, pintor y titiritero. Beneficiario del programa CREADORES ESCÉNICOS 2022–2025 FONCA. En 2003 su exploración artística lo llevó a co-crear el CINEMANO, expresión pictórica y escénica que plantea una narrativa visual por medio de dibujos y pinturas realizadas in situ, animadas en vivo y proyectadas en gran formato. Utilizando materiales como tinta, arena, charolas con agua, aceite, títeres planos articulados y objetos. Con su proyecto CINEMANO se ha presentado en espacios como el Palacio de Bellas Artes, Teatro de la Ciudad Esperanza Iris, Sala Nezahualcóyotl, Klangraum Kremos Minoritenkirche, Auditorio Nacional y Lunario. Su formación académica ha sido a lado de artistas como Gilberto Aceves Navarro, Enrique Garnica y Patricio Guzmán. Ha realizado residencias artísticas en Sukiyaky Meets the World, Nanto, Japón 2015, y en AIR KREMS, Austria en 2012. A lo largo de su trayectoria ha realizado presentaciones de CINEAMANO, talleres de arte y proyectos culturales y de difusión con colectivos y organizaciones que acompañan a familiares de personas desaparecidas, personas desplazadas por la violencia, migrantes, comunidades de trabajadoras sexuales, pueblos zapatistas y niños y niñas en condiciones de vulnerabilidad.

Grau acadêmico / Grado académico: doctorado

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 20 min.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): Documental animado que narra la historia de vida de Patricia, mujer tejedora zapoteca de Oaxaca, México. A través de su memoria y su relato conocemos sus esfuerzos, anhelos y deseos en la búsqueda de una vida propia; pero también el duelo, la tristeza y las privaciones que enfrenta en un entorno social que, para ella, como para la gran mayoría de mujeres en el mundo, se torna opresivo.

Ficha técnica:

Guion, Investigación y sonido directo: Yerid López Barrera
Guión gráfico, animación y cineamano: Arturo López Pío
Música: Juan Pablo Villa

Data de envio/Fecha de envío: 15/04/2026

TRABALHO/TRABAJO 4

Filme «EL OPORTUNO HACER – El resurgir de ABYA YALA» (Ecuador, 2021)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: Juan Diego Andrango (PROLAM-USP)

Profesor en la carrera de Multimedia y Producción Audiovisual en la Universidad de las Américas (UDLA), PhD en Artes y Educación y máster en Artes visuales por la Universidad de Barcelona, licenciatura en Diseño gráfico y producción audiovisual en la Universidad Metropolitana del Ecuador. Más de 15 años de experiencia en diseño digital, editorial y producción audiovisual, así como también en la realización de talleres artísticos en varios países -España, Brasil, Ecuador-. Mis investigaciones consideran la representación simbólica, subjetividad, memoria, procesos sociales y cooperativos en la realización de audiovisuales en comunidades Andinas del Ecuador. Actualmente realizo un postdoctorado en la Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) y PROLAM de la Universidade de São Paulo (USP).

Grau acadêmico / Grado académico: doctorado

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 07 min.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): O vídeo El oportuno hacer – O ressurgir de Abya Yala se configura como uma travessia íntima e coletiva através das tensões do território e do ser, onde a experiência do caminhar -entre a alegria e a tristeza, o sol e a chuva, o cansaço e a persistência- revela um processo de transformação profunda. Em meio ao caos cotidiano, a figura do Quetzal emerge como metáfora de despojo e recomposição: um corpo que se fragmenta para novamente se elevar, renovado em seu canto ancestral e contemporâneo. A obra articula memória, resistência e horizonte político, situando o fazer como um ato urgente e consciente, a partir do qual os povos de Abya Yala projetam a possibilidade de reexistência e liberdade.

Ficha técnica: Juan Diego Andrango

Data de envio/Fecha de envío: 20/04/2026

TRABALHO/TRABAJO 5

Filme «Al fluir del agua caminamos» (Colombia, 2023)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: Julio Benavides y Jorge Perugache (Instituto Andino de Artes Populares – Universidad de Nariño)

Julio Benavides es antropólogo y documentalista, radicado entre Ecuador y Colombia. Cuenta con una maestría en Antropología Visual por FLACSO Ecuador. Su trabajo se centra en los conflictos socioambientales, los territorios rurales y los procesos comunitarios, combinando la investigación etnográfica con la práctica audiovisual. Ha colaborado con instituciones académicas y organizaciones de base en proyectos relacionados con el agua, la memoria y la defensa del territorio.

Antropólogo de la Universidad Nacional de Colombia y doctor en Antropología por la Universidad Nacional Autónoma de México (mención honorífica). Investigador del Instituto Andino de Artes Populares (IADAP) de la Universidad de Nariño desde 2008, donde ha trabajado en proyectos sobre memoria histórica, territorios rurales y vida campesina en el suroccidente colombiano. Ha participado en investigaciones con el Instituto Colombiano de Antropología e Historia (ICANH) sobre etnohistoria y caminos panamazónicos.

Sus intereses se centran en la etnohistoria, la antropología histórica y la antropología política. Ha sido docente en procesos de formación con comunidades indígenas y comunicadores locales, y es autor de diversas publicaciones académicas y del libro Voltear la tierra para despertar la vida, centrado en el resurgimiento de los pueblos del Valle de Atriz. Actualmente es docente en la Universidad de Nariño y lidera un proyecto de investigación sobre memoria histórica territorial en Pasto.

Grau acadêmico / Grado académico: magíster/doctor

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 33:23 min.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): Líderes y liderezas de los corregimientos rurales de Pasto (suroccidente andino de Colombia) se organizan para defender sus acueductos comunitarios, afectados por la vertiginosa expansión de los límites de la ciudad en los últimos años. A través de un abordaje etnográfico y coral, el documental recoge las visiones y memorias comunitarias sobre el agua en los territorios del Valle de Atriz, y evidencia la tensión entre el modelo de desarrollo promovido por la clase política de la ciudad, y las formas organizativas de las comunidades, una tensión que también refleja las fronteras sociales y simbólicas entre la vida urbana y rural. Al mismo tiempo, la pieza aborda la relación entre comunidades e investigadores sociales, abriendo preguntas sobre la articulación entre saber académico, compromiso social y organización comunitaria.

Ficha técnica:

Protagonistas:
Rocío Rivera Maigual
Fabio Naspirán
Víctor MartínezProducción: Instituto Andino de Artes Populares – Universidad de Nariño.
Investigación preliminar: Jorge Perugache.
Guion: Julio Benavides, Jorge Perugache, Danilo Palacios.
Cámara y fotografía: Julio Benavides, Danilo Palacios.
Sonido: Jose Lopez
Edición: Cristian Caicedo.

Data de envio/Fecha de envío: 21/04/2026

TRABALHO/TRABAJO 6

Filme: Documentário “A Província do Guairá e a Ancestralidade Guarani” (Brasil, 2023)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: Julio da Silveira Moreira, Tatyane Ravedutti e Marcus Bonato (UNIOESTE)

Tatyane Cristina Mendonça Ravedutti é gestora cultural, pesquisadora e atriz, com mais de 20 anos de atuação em cultura e educação no Oeste do Paraná. Doutoranda pela UNIOESTE e mestre pela UNILA, possui especializações em gestão pública e políticas culturais. Atua como parecerista da Funarte e MinC, consultora dos Municípios Lindeiros e coordena a Rede Regional de Cultura e Patrimônio, desenvolvendo projetos que articulam arte, memória e território.

Julio da Silveira Moreira é professor da UNILA desde 2015 e docente universitário desde 2009. Doutor em Sociologia (UFG), com pós-doutorado em Filosofia (UNIOESTE), possui mestrado em Direito e graduação em Direito (UFG). Coordena a Editora da UNILA e lidera grupo de pesquisa em constitucionalismo latino-americano. Atua em extensão com educação jurídica popular e é autor de livros e artigos acadêmicos.

Marcos Vinicius Bonatto atua no audiovisual com projetos voltados à memória, cultura e território. Desenvolve narrativas que abordam contextos regionais e processos históricos, com linguagem sensível e documental. Em A Província do Guaíra e a Ancestralidade Guarani, participa da realização audiovisual, contribuindo para a construção narrativa e estética do filme.

Grau acadêmico / Grado académico: mestrado

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 30 min.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): A produção revisita a história das cidades e missões jesuíticas da antiga Província do Guairá (sécs. XVI e XVII), explorando a resistência cultural e a memória ancestral das comunidades guaranis. Com entrevistas de especialistas e lideranças indígenas, o documentário propõe uma reflexão profunda sobre a luta dos povos originários por preservação cultural e territorial.

Ficha técnica:

Realização: Julio da Silveira Moreira, Tatyane Ravedutti,
Marcus Bonato
Local de produção: Paraná, Brasil e Valência, Espanha
Lançamento: 2024

Data de envio/Fecha de envío: 28/04/2026

TRABALHO/TRABAJO 7

Filme «Reconstruyendo la memoria: la masacre de San Francisco Chinameca El Salvador» (México, 2023)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: Dení Patricia Martínez Caudillo (Dirección), María Elizabeth Navarro Jerónimos (Codirección) (Universidad de Guanajuato)

Dení Patricia Martínez Caudillo es una Salvadoreña que reside en México, Licenciada en Antropología Social y cursando una Maestría en Nueva Gestión Cultural en Patrimonio y Arte, actualmente trabaja como Gestora Cultural en el Instituto Cultural de León. Interesada en los estudios de la Memoria, Derechos humanos, el trabajo comunitario y el arte como una forma de resistencia, Directora de Reconstruyendo la memoria: San Francisco Chinameca, El Salvador. Siendo esta su primera producción dentro del Laboratorio de ETNOAI.

María Elizabeth Navarro Jerónimos es egresada del programa educativo de Antropología Social de la Universidad de Guanjuato. Tiene experiencia en Trabajo de campo en México y Colombia. Ha participado en diferentes producciones audiovisuales en el Lab Etnoai. Sus temas de interés son Antropología Médica, Antropología Audiovisual, Antropología Jurídica y de los Derechos Humanos. Así como epistemología y antropología feminista. Actualmente es colaboradora con las familias y colectivos de Búsqueda en Guanajuato.

@eternamente_indocumentada

Grau acadêmico / Grado académico: licenciatura

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 13:18 min.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): A través de relatos sobre historias de vida de cinco integrantes de la familia Martínez se reconstruye la memoria de Chinameca, los acontecimientos del proceso de la masacre en casa de los abuelos durante la guerra civil en El Salvador ocurrida en 1980 y cómo fue el proceso de desplazamiento forzado hacia México.

Ficha técnica: no se agrega

Data de envio/Fecha de envío: 29/04/2026

TRABALHO/TRABAJO 8

Filme “Otoño. Componer arte transformador” (Argentina, 2024)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: Bertea Francisco CIECS (UNC-CONICET)

Bertea Francisco, Licenciado en Psicología. Doctor en Artes. Integrante del programa “Biopolítica, Gubernamentalidad y Subjetividad” del Centro de Investigaciones y Estudios sobre Cultura y Sociedad (CONICET-UNC). Docente de la Universidad Provincial de Córdoba y del Instituto Simón Bolivar. Ha realizado producciones audiovisuales en distintos proyectos culturales y artísticos, como el videodanza: “Cómo danzan los bosques”, presentado en el 3° Festival de danza periférica Ocupar (Alta Gracia, 2025).

Grau acadêmico / Grado académico: doctor en Arte

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 23 min.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): El arte es una práctica que se hace en una miríada de relaciones, entre bailarinxs, técnicxs, jurados, osteópatas, centros culturales, festivales, políticas, pisos flotantes de madera, etc. En esta etnografía audiovisual acompañamos el proceso de composición de la obra “Otoño” del grupo “Cantorodado”, ubicado en el mundo de la danza contemporánea independiente en el Valle de Paravachasca (Córdoba, Argentina), durante los años 2019-2022. Realizamos una etnografía colaborativa, cartografiando los agenciamientos históricos, estéticos, ético-políticos, deseantes, organizacionales, afectivos y materiales que componen esta práctica social, orientados a partir de la pregunta: ¿cómo se hacer arte transformador?

Ficha técnica: La etnografía audiovisual presentada ha sido realizado en el marco de mi tesis doctoral, titulada: “Hacer arte transformador. Estudio del grupo de danza contemporánea Cantorodado (Valle de Paravachasca, Córdoba, Argentina)”. Dirigida por la Dra. Ana Sabrina Mora y co-dirigida por el Dr. Juan Ignacio Vallejos; en el marco del Doctorado en Artes (Facultad de Artes, Universidad Nacional de Córdoba). Defendida el 16/09/25.

Data de envio/Fecha de envío: 30/04/2026

TRABALHO/TRABAJO 9

Filme “Del cielo a la tierra en el Conunhueno” (Chile, 2024)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: Daniella Jofré y Camila Vergara (Universidad de Chile)

Daniella Jofré es arqueóloga/antropóloga. Desde el 2019 es Profesora Asistente del Departamento de Antropología, Universidad de Chile. Sus temas de investigación son patrimonio y Pueblos Indígenas, arqueología de la frontera, memoria y reparación histórica.

Grau acadêmico / Grado académico: PhD.

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 11:29 min.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): La propuesta de cine comunitario se centra en el retorno de objetos ceremoniales con sus lof o comunidades mapuche a su lugar de origen, el cerro Conunhueno (en mapudungun: » puerta al cielo»), hoy ubicado en Padre Las Casas, región de La Araucanía, sur de Chile.

Ficha técnica: El presente video se funda en la vinculación de la arqueología y la sociedad, desde la perspectiva de la arqueología pública, a través de la divulgación de los resultados del proyecto CP22-E047: “Del cielo a la tierra en el Conunhueno: museología comunitaria y restitución patrimonial en Padre Las Casas”, a cargo de la investigadora Daniella Jofré Poblete y que fue financiado por el Programa Ciencia Pública para Espacios Públicos Regionales (https://www.youtube.com/@delcieloalatierraenconunhueno).

Data de envio/Fecha de envío: 11/05/2026

TRABALHO/TRABAJO 10

FILME “El Santo de Ocumare” (Venezuela, 2020)

Direção e co-direção / Dirección y codirección:

Fernando Martínez Rondón (UCV-UNEARTE)

Politólogo por la Universidad Central de Venezuela. Fotógrafo. Director audiovisual inscrito en el Centro Nacional Autónomo de Cinematografía (VEN). Docente investigador del programa en Artes Audiovisuales de la Universidad Nacional Experimental de las Artes, Maracay, edo Aragua.Venezuela. Actualmente trabajo en líneas de investigación vinculando  cine documental, antropología visual, discurso, poder y representación, pedagogía crítica en artes.

Grau acadêmico / Grado académico: Politólogo

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 16 minutos

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): El veinte de enero de cada año, la población de Ocumare de la Costa se une para celebrar la fiesta de San Sebastián, patrono del pueblo. Este rito colectivo, que se remonta a la época colonial, funge en la actualidad como un catalizador de identidades donde la espiritualidad popular acompaña la tolerancia e integración social y comunitaria.

Ficha técnica:

Guión y Montaje: Fernando Martínez Rondón

Fecha del envío: 28/05/2026

TRABALHO/TRABAJO 11

FILME “Sigo Enquanto Espero” (Brasil, 2025)

Direção e co-direção / Dirección y codirección:

Isadora Libório de Andrade Oliveira (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)

Isadora Libório é antropóloga, pesquisadora, produtora audiovisual e cineasta estreante. Sigo enquanto espero é fruto de sua pesquisa de doutorado em antropologia visual, dedicada ao estudo da representação de idosos no cinema. Como produtora, trabalhou em curtas-metragens e festivais de cinema no Brasil, França e Portugal.   Em 2025, o filme participou da Residência de montagem Primeiro Corte, da Pajeú Filmes e foi exibido na Mostra audiovisual da XV Reunião de Antropologia do Mercosul e nas Jornadas Antropológicas 2025 – PPGAS/UFSC.

Grau acadêmico / Grado académico: Doutorando

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 15 minutos

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): Marlene e Péricles estão casados há 66 anos. Em meio a uma casa repleta de memórias e objetos antigos, Marlene reflete sobre aquilo que se guarda e aquilo que se destrói.

Fecha del envío: 29/05/2026

Enlace web: https://filmfreeway.com/Sigoenquantoespero780

Senha: Sigo

TRABALHO/TRABAJO 12

FILME “El invisible sustento de la frontera” (Chile / Paraguay, 2024)

Direção e co-direção / Dirección y codirección:

Pablo Mardones (Alpaca Producciones, Chile) y Javier Astudillo (Universidad de Tarapacá, Paraguay)

Pablo Mardones es director de fotografía, especialista en antropología audiovisual y metodologías participativas. Ha exhibido su obra en América, Europa y Asia. Fundador de Alpaca Producciones y fotógrafo profesional, obtuvo el premio al Mejor Documental Regional en Arica Nativa 2021 por Una escuela llamada América. Javier Astudillo es realizador audiovisual, productor y montajista. Ha trabajado en Argentina, Estados Unidos, México y Chile en proyectos cinematográficos, pedagógicos, etnográficos y sociales.

Grau acadêmico / Grado académico: Doctor en Antropología

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 30 minutos

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): A través de la vida y trabajo de las mujeres en la Triple-Frontera Andina y Triple-Frontera del Paraná en Sudamérica, conocemos historias de invisibilidad y resiliencia femenina. Mediante una voz en off y las experiencias de cuatro mujeres dos madres y sus hijas conoceremos las vicisitudes y contradicciones de la migración y la frontera. Por un lado, las precarias condiciones laborales y a la discriminación y violencia que padecen. Por otro, las posibilidades de empoderamiento y soberanía que les otorga la vida transfronteriza. A través de una cadena de sororidad, estas mujeres logran sortear estas contradicciones y sostener, aunque sea de forma invisible, el ritmo de estas fronteras.

Toda la información detallada: https://elinvisiblesustento.com/

Ver el trailer AQUÍ.

Enlace web: ver AQUÍ.

Ficha técnica:

Dirección, Dirección de Fotografía y Guion: Pablo Mardones y Javier Astudillo.

Producción Ejecutiva: Soledad Cáceres.

Música y Diseño sonoro: Santiago Jara.

Ilustraciones: Belén Contreras.

Producción: Alpaca Producciones.

Distribución: Cintamani Film.

Fecha de envío: 01/06/2026

TRABALHO/TRABAJO 13

Filme «Cuidar: narrativas de mujeres cuidadoras informales en Chile» (Chile, 2026)

Direção e co-direção / Dirección y codirección:

Mariana Loezar Hernández (Universidad de Las Américas – UDLA / Instituto Milenio para la Investigación del Cuidado – MICARE, Chile)

Enfermera, Máster en Investigación y Cuidados de Enfermería en Poblaciones Vulnerables y Doctora en Cuidados Integrales y Servicios de Salud. Académica en la Universidad de Las Américas. Investigo cuidados informales desde enfoques relacionales y participativos en contextos de desigualdad social, con énfasis en redes intersectoriales. Desarrollo investigación etnográfica mediante observación participante y entrevistas narrativas, orientada a producción colaborativa de conocimiento y uso del audiovisual como extensión del trabajo etnográfico.

Grau acadêmico / Grado académico: PhD.

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 35 minutos y 29 segundos

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): El cortometraje narra las vivencias de mujeres cuidadoras informales de personas mayores en situación de dependencia en la Región de Valparaíso, Chile, a partir de entrevistas narrativas. Explora las distintas dimensiones de la experiencia del cuidado, su articulación con sistemas de apoyo formales e informales, y los significados que estas mujeres atribuyen a su labor. A través de sus relatos se abordan las trayectorias que las llevaron a asumir el rol de cuidadoras, sus motivaciones, las transformaciones que esta labor ha implicado en sus vidas y sus proyecciones de futuro, problematizando la responsabilidad social y estatal del cuidado como un desafío colectivo.

Ficha técnica:

Dirección: Mariana Loezar Hernández

Producción: Mariana Loezar Hernández

Operador de cámara: Pablo Rojas Reyes

Sonido: Pablo Rojas Reyes

Montaje: José Eduardo Bravo Muñoz

Post sonido: Katherine Rodríguez

Fecha de envío: 02/06/2026

Enlace web: revisar AQUÍ.

TRABALHO/TRABAJO 14

Filme «Alimento, Cuerpo, Cultura, Medicina» (Venezuela, 2024)

Direção e co-direção / Dirección y codirección: 

Domingo Briceño, con la colaboración de Annel Mejías Guiza e Issa Rodríguez García (RedAS, Venezuela).

Documentalista y formador en Lenguaje Audiovisual. 

Grau acadêmico / Grado académico: Lic en Comunicación Audiovisual. Mgs en Etnología-Etnohistoria. doctorando en Cs Humanas.

Duração (até 40 minutos) / Duración (hasta 40 minutos): 39 mins.

Sinopse, com até 700 caracteres com espaço / Sinopsis (hasta 700 caracteres con espacio): Trabajo de Campo en municipios del estado Yaracuy, Venezuela, explorando las representación de alimentación y salud en el contexto del espiritismo venezolano.

El trabajo fue hecho en el marco de una investigación subvencionada por el Ministerio del Poder Popular para la Ciencia y Tecnología de Venezuela. Responsable del proyecto: Annel Mejías Guiza.

El documental esta presentado en parte 1 y parte 2.

Fecha de envío: 02/06/2026